3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Carrasqueira, Lanzarote, Lisnave

Finalizamos 2015 com 3 propostas para fotografar, vamos até à Comporta, visitar um dos maiores portos palafíticos da Europa, saímos de Portugal e viajamos até ao arquipélago das Canárias e por fim, viajamos até a um passado recente, na Lisnave.

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Para fotografar, sugerimos…

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Projeto Fotográfico “Carrasqueiros” © Luís Rocha, 2010.

Junto à pequena aldeia piscatória da Carrasqueira (comporta) o engenho popular toma forma e com alguma criatividade desvenda uma solução curiosa para resolver o problema do acesso aos barcos durante a maré baixa – o porto palafítico. As margens baixas e lamacentas do Sado impossibilitam o acesso às embarcações sempre que a água teima em não chegar a terra. Como resposta, a comunidade em franca necessidade, construíu um cais em madeira, cujos múltiplos braços penetram em ziguezague pelo sapal, formando por um lado, uma vasta área de atracação de barcos e por outro, um passadiço por onde podem circular facilmente redes, apetrechos e pescado. Há mais de dois séculos que este porto tão tradicional tem servido de ancoradouro às embarcações locais. (in: Herdade da Comporta)

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Para fotografar, sugerimos…

Terras do Fogo, Lanzarote © Luís Rocha, 2013.
Terras do Fogo, Lanzarote © Luís Rocha, 2013.

Lanzarote, ou Lançarote, é a ilha mais oriental do arquipélago das Canárias. É formada por vulcões adormecidos, enormes crateras e rios de lava. Nesta ilha encontramos o Parque Nacional de Timanfaya onde foi registada a fotografia que acompanha esta publicação.

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Para fotografar, sugerimos…

Estaleiro da Margueira [LISNAVE] © Luís Rocha, 2013.
Estaleiro da Margueira [LISNAVE] © Luís Rocha, 2013.

Estaleiro da Margueira [LISNAVE], em Cacilhas, Almada. Após o ano 2000, data a partir da qual foi encerrado o Estaleiro da Margueira, a empresa mudou-se para os Estaleiros da Mitrena (ex-Setenave), em Setúbal, passando a ser nesse local o seu centro de laboração. (in: wikipédiaA Lisnave…). Nota: o estaleiro pelo facto de se encontrar encerrado, é necessária autorização especial para entrar e para fotografar, a solicitar junto da administração da empresa.


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


Curso Prático de Fotografia, Lightroom

Lightroom2016

Adobe Photoshop Lightroom. Reconhecimento e adaptação dos vários estágios do fluxo de trabalho na fotografia digital e compreender algumas das ferramentas e sistemas mais relevantes para a gestão do armazenamento e arquivo das imagens; Instalação do Photoshop LightRoom, configuração e personalização do seu interface. Aplicação, de forma concisa, das potencialidades do programa no fluxo de trabalho.

[Programa] e [Formulário de Inscrição]

Carga horária

20 Horas

Horário

Quinta-feira: 19h30m / 22h30m – (sessão teórica)

Sábado: 10h / 13h – (sessão prática)

14h30m / 18h30m – (sessão prática)

Domingo: 10h / 13h – (sessão prática)

14h30m / 18h30m – (sessão prática)

Terça-feira: 19h30m / 22h30m – (sessão teórica)

Datas de Formação

Lightroom: 10, 12, 13 e 15 de Março de 2016

Valor da formação

Novos Alunos: valor módulo – 150€

Alunos e Antigos Alunos MEF: valor módulo – 125€

Formador

José Furtado [nota biográfica]


 

Movimento e Imagem, novo ciclo de conversas fotográficas

“O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) promove em 2016 o ciclo “Movimento e Imagem”. Quinzenalmente vamos conversar sobre Fotografia e Imagem com convidados especiais, num ambiente de tertúlia e partilha de visões fotográficas às terças-feiras. MI_China_web

Para começar, a 5 de Janeiro apresentamos “Imagens e Histórias de uma Viagem à China”, com o grupo de 17 fotógrafos que foram ao outro lado do mundo integrados no Workshop de Fotografia Documental do MEF. A partir das 19h30 haverá oportunidade para contar a viagem feita, através das fotografias e da estórias que cada um trouxe consigo da China e do Vietname, num diálogo documental e aberto.

Livraria Ler Devagar (LxFactory, Lisboa), dia 5 Janeiro 2016, às 19h30. Para uma Imagem do Oriente.


Jovens de Caxias produzem os diários de campo

A câmara fotográfica foi construída, o espaço analisado e as imagens já começaram a aparecer. Os jovens do Centro Educativo Padre António Oliveira, em Caxias, continuam a desenvolver a sua narrativa fotográfica, num desafio lançado pelo MEF, que teve início no passado dia 21 de dezembro. Nesta etapa, os jovens  já iniciaram a construção dos “diários de campo”. O resultado final está cada vez mais perto.

Imagens de © Luís Rocha/MEF

Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira

 

FOTOGRAFIA DOCUMENTAL E PROJECTO PESSOAL

© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.
© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.

O Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

[Programa completo]   [Formulário de inscrição]

Oficina 1 

História da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se enquadrar historicamente a sua importância, tanto em termos nacionais como internacionais. O percurso será feito através das obras dos fotógrafos que, de algum modo, lançaram mão da sua prática tanto em trabalhos individuais (de denúncia, reportagem, viagem, diário), ou em missões colectivas com objectivos pré-definidos (levantamentos arquitectónicos ou paisagísticos, por exemplo). Ler mais…

Debates e Linguagens da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se expandir a exposição anterior articulando a linguagem da narrativa na fotografia documental com as questões por ela suscitadas na contemporaneidade. Ler mais…

Formador

José Oliveira

[nota biográfica]

Horário

8 Jan. a 5 Fev. 2016 | 10 horas

19:30h/21:30h – Sextas-feiras

Valor Oficina 

100€


 

UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Frank Machalowski

Frank Machalowski é um berlinense nascido em 1971. Aqui cresceu, estudou e viveu até muito recentemente se ter fixado em Leipzig. A sua relação com a fotografia iniciou-se em criança, graças ao seu pai, que era um fotógrafo amador que revelava as suas imagens na sua própria câmara escura. O processo fotográfico fascinava-o. Cresceu e essa relação com a fotografia foi-se dissipando. Estudou economia e trabalharia como consultor durante 14 anos. Há cerca de cinco anos estabeleceu-se como fotógrafo freelancer, dando seguimento a um envolvimento que tinha vindo a restabelecer desde a viragem do século – altura em que adquiriu uma primeira câmara digital.

Embora a aquisição da câmara digital tenha marcado o seu novo despertar para a fotografia, foi no filme que encontrou o seu elemento.

Os seus trabalhos mais emblemáticos envolvem exposições longas (caso da série Monster) ou exposições múltiplas (as séries multiexpo, ou multixepo100 – esta na qual cada imagem resulta da sobreposição de exactamente 100 imagens). Nas suas exposições longas é possível identificar a influência de Alexey Titarenko (ao qual já foi dedicada uma das rubricas de “Um fotógrafo às terças”).

Sobre a série Monster, iniciada em 2012, refere: “I grew up in Berlin, a city that never sleeps like many metropolitan cities in Europe and around the world. Here are many festivals, concerts, demos, sports events and tourist crowds. All these events attract many people. Sometimes I’m fascinated by these masses, but in some cases it is repulsive for me. Every characteristic of individuality disappears in a mass of people. So I looked to capture that feeling in a photographic project.” A escolha do título remete para uma conotação negativa e as próprias imagens, na forma como condensam o fluir das multidões, resultam, com frequência, em efeitos visuais grotescos.

As suas exposições múltiplas são, contudo, o meu registo preferido na obra de Machalowski. Surgiram em 2010 quando fotografava alguns dos locais mais icónicos de Berlim. Reparou que os turistas, perante um dado monumento, o fotografavam a partir de diferentes locais e perspectivas, de acordo com a sua preferência pessoal. O pensamento que lhe ocorreu foi o de imaginar qual seria o resultado de juntar no mesmo fotograma todas essas diferentes perspectivas. Experimentou-o e os primeiros resultados não foram particularmente interessantes. O número de exposições a o grau de sobreposição entre estas era crucial para o efeito pretendido. E encontrou na sua vetusta Adox a câmara ideal para este tipo de experimentação. Como película, rapidamente concluiu que deveria recorrer ao filme com mais baixa sensibilidade a que conseguiu ter acesso, de modo a que este suportasse um elevado número de exposições em plena luz do dia.

O resultado é absolutamente notável. Esta sobreposição de imagens, correspondentes a diferentes perspectivas mas também a diferentes momentos, produzem um efeito deliciosamente onírico no qual a câmara é aqui a antecâmara para o “sonho”. A matéria prima é a mais prosaica realidade do dia a dia. A hiper-realidade que emerge da sobreposição dessas imagens individualmente prosaicas é, contudo de uma natureza diferente. Machalowski_01 Machalowski_02 Machalowski_03 Machalowski_04 Machalowski_05 Machalowski_06 Machalowski_07 Machalowski_08 Machalowski_09 Machalowski_10 Machalowski_11 Machalowski_12


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor.


 

Este Espaço Que Habito, visualização de imagens.

© Imagem realizada por um dos Jovens do Centro Educativo em processo estenopeico (pinhole).
© Imagem realizada por um dos Jovens do Centro Educativo em processo estenopeico (pinhole).
Hoje visualizamos as imagens dos jovens do Centro Educativo Padre António Oliveira, fotografias construídas durante a saída fotográfica no interior da instituição.
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© Imagem realizada por um dos Jovens do Centro Educativo em processo estenopeico (pinhole).

 

Curso Prático de Fotografia, Iluminação de estúdio

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Iluminação de estúdio. Técnicas sobre o uso de iluminação de estúdio. A Luz é a linguagem da fotografia e todas as imagens dependem dela para a sua expressão. Neste módulo a iluminação natural e artificial será apresentada com os princípios fundamentais da fotografia num ambiente de estúdio e de exterior. Todos os participantes terão a oportunidade de produzir uma série de imagens com os exercícios de iluminação presentes.

[Programa] e [Formulário de Inscrição]

Carga horária

20 Horas

Horário

Quinta-feira: 19h30m / 22h30m – (sessão teórica)

Sábado: 10h / 13h – (sessão prática)

14h30m / 18h30m – (sessão prática)

Domingo: 10h / 13h – (sessão prática)

14h30m / 18h30m – (sessão prática)

Terça-feira: 19h30m / 22h30m – (sessão teórica)

Datas de Formação

Iluminação de estúdio: 18, 20, 21 e 23 de Fevereiro de 2016

Valor da formação

Novos Alunos: valor módulo – 150€

Alunos e Antigos Alunos MEF: valor módulo – 125€

Formador

José L. Diniz [nota biográfica]


3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Bresson, Nachtwey, Burtynsky

Nas propostas desta quinta-feira, 3 documentários onde a fotografia é tema.

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Para ver, sugerimos…

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HENRI CARTIER-BRESSON: The Impassioned Eye – Henri Cartier-Bresson foi um dos mestres do fotojornalismo e da fotografia do instante decisivo. Neste documentário podemos assistir a diversas entrevistas e análises ao trabalho de Cartier-Bresson.

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WAR PHOTOGRAPHER – Documentário sobre um dos mais conhecidos repórteres de guerra da atualidade, James Nachtwey. O realizador acompanhou Nachtwey durante vários trabalhos de reportagem no terreno, no qual podemos ver a forma de trabalhar do repórter e o momento de algumas das suas mais conhecidas fotografias, através de planos de uma mini-câmara colocada no topo da sua câmara fotográfica.

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MANUFACTURED LANDSCAPES – Documentário que segue o fotógrafo canadiano Edward Burtynsky nos seus trabalhos pela China, Bangladesh e Estados Unidos da América.


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

Este Espaço Que Habito, no CEPAO

Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF

O projeto Este Espaço que Habito em dois momentos distintos, PEDIFOTO e fotografia no exterior das unidades. O espaço a ser habitado através da imagem fotográfica. Hoje, no Centro Educativo Padre António Oliveira.

Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha/MEF

 

Já fotografamos no Centro Educativo Padre António Oliveira

Ao 2º dia de projeto, as câmaras estenopeicas estão finalizadas. Hoje iniciámos o mapeamento do espaço no Centro Educativo Padre António Oliveira em Caxias.

Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha, MEF
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira. © Luís Rocha, MEF

Um Fotógrafo às Terças: Diane Arbus

Diane Arbus nasceu em Nova Iorque no ano de 1923. Com o apelido de nascimento Nemerov, Diane era filha de um casal judeu proprietário de uma department store na quinta avenida, tendo crescido num ambiente abastado e que lhe permitiu não ser afectada pela grande depressão. Casou-se jovem (aos 18 anos) com Allan Arbus, de que herdou o apelido, com quem viria a ter duas filhas (uma das quais viria também a dedicar-se à fotografia) e de quem se separaria em 1959 (e divorciado uma década mais tarde).

Em 1941 visitou a galeria de Alfred Sieglitz e foi exposta ao trabalho de fotógrafos como Mathew Brady, Timothy O’Sullivan, Paul Strand, Bill Brandt e Eugène Atget. Estes viriam a efectuar trabalhos comerciais para a loja do pai de Diane. Em 1946, Diane e o seu marido (então também fotógrafo), lançaram-se no negócio da fotografia, através da sociedade “Diane & Allan Arbus”, na qual Diane assumia a direcção artística. Embora “odiassem o mundo da moda”, foi nele que a sua actividade se focou nesta fase, tendo colaborado com publicações como a Glamour, Seventeen, Vogue ou Harper’s Bazaar.

Em 1956, Diane abandona a fotografia comercial. Embora já tivesse estudado Berenice Abbott, foi o contacto com Lisette Model (fotógrafa nascida na Áustria e emigrada para os Estados Unidos) que viria a marca-la de forma determinante. Diane disse que foi com Lisset que aprendeu a ter prazer no acto de fotografar.

E aprende a focar-se no indivíduo. No que é único e surpreendente. E é nas franjas que essa unicidade se manifesta mais eloquentemente. “A photograph has to be specific. I remember a long time ago when I first began to photograph I thought, There are an awful lot of people in the world and it’s going to be terribly hard to photograph all of them, so if I photograph some kind of generalized human being, everybody’ll recognize it. It’ll be like what they used to call the common man or something. It was my teacher Lisette Model, who finally made it clear to me that the more specific you are, the more general it’ll be. You really have to face that thing. And there are certain evasions, certain nicenesses that I think you have to get out of.” E foi “específica”, desafiando os cânones da beleza ou da moralidade vigente. Fê-lo com genuíno interesse e não em nome de um “voyeurismo” superficial sobre a “bizarria”: Diane procurava sempre estabelecer uma relação pessoal com quem fotografava.

Observadora atenta, tinha por isso mesmo a noção de que nunca é verdadeiramente possível ver o mundo através dos olhos do fotografado – “it’s impossible to get out of your skin into somebody else’s. And that’s what all this is a little bit about. That somebody else’s tragedy is not the same as your own“. Na aproximação ao sujeito, utilizaza a câmara enquanto pretexto para quebrar barreiras e entrar na vida de alguém – “If I were just curious, it would be very hard to say to someone, “I want to come to your house and have you talk to me and tell me the story of your life.” I mean people are going to say, “You’re crazy.” Plus they’re going to keep mighty guarded. But the camera is a kind of license. A lot of people, they want to be paid that much attention and that’s a reasonable kind of attention to be paid.”

Acerca da supresa e da busca do que não é familiar, Diane disse: “My favorite thing is to go where I’ve never been. For me there’s spending about just going into someone else’s house. When it comes time to go, if I have to take a bus to somewhere or if I have to grade a cab uptown, it’s like I’ve got a blind date. It’s always seemed something like that to me. And sometimes I have a sinking feeling of, Oh God it’s time and I really don’t want to go. And then, once I’m on my way, something terrific takes over about the sort of queasiness of it and how there’s absolutely no method for control.”

Tudo isto teve como pano de fundo uma existência sombria. Dada a episódios depressivos (“I go up and down a lot”, escreveria em 1968), Diane viria a suicidar-se. Ingeriu barbitúricos e cortou os pulsos com uma lâmina. Viria a ser encontrada morta na banheira dois dias depois. Corria o Verão de 1971. Tinha 48 anos. Em vida não viu publicado um único livro nem realizada qualquer exposição individual.

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Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor.


 

Este Espaço Que Habito no Centro Educativo Padre António Oliveira

Iniciámos ontem a última intervenção no terreno do projeto Este Espaço Que Habito de 2015, a integração pela arte com os jovens do Centro Educativo Padre António Oliveira.

Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira
Este Espaço Que Habito 2015, Centro Educativo Padre António Oliveira

 

História, Debates e Linguagens da Fotografia Documental

O Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.
© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.

O percurso formativo está dividido em três grandes blocos, em regime de “oficinas”, que serão três espaços de trabalho específicos e completos. Iniciamos o trabalho na fotografia documental através do conhecimento da sua história, da análise visual e no debate subjacente à construção da narrativa de projetos fotográficos contemporâneos.

Oficina 1 

História da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se enquadrar historicamente a sua importância, tanto em termos nacionais como internacionais. O percurso será feito através das obras dos fotógrafos que, de algum modo, lançaram mão da sua prática tanto em trabalhos individuais (de denúncia, reportagem, viagem, diário), ou em missões colectivas com objectivos pré-definidos (levantamentos arquitectónicos ou paisagísticos, por exemplo). Ler mais…

Debates e Linguagens da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se expandir a exposição anterior articulando a linguagem da narrativa na fotografia documental com as questões por ela suscitadas na contemporaneidade. Ler mais…

Formador

José Oliveira

[nota biográfica]

Horário

8 Jan. a 5 Fev. 2016 | 10 horas

19:30h/21:30h – Sextas-feiras

Valor Oficina 

100€


Curso Prático de Fotografia

IluminaçaoEstúdio´16 Lightroom-´16 FotografiadeRetrato´16 Fotojornalismo´16 FotografiadeRua´16

Curso Prático de Fotografia do MEF abrange cinco áreas da fotografia, sendo indicado para quem pretenda adquirir uma formação técnica de base sólida.

O percurso formativo está dividido em cinco grandes blocos, em regime de “módulos”, que serão cinco espaços de trabalho específicos e completos. Cada módulo fornece ao participante a totalidade das competências propostas em cada um dos temas. Os alunos podem frequentar os cinco módulos na totalidade (completando o curso) ou escolher um módulo de forma autónoma, de acordo com o seu interesse.

Os módulos, tendo em vista uma formação integrada, são: iluminação de estúdio, lightroom, fotografia de retrato, fotografia fotojornalista e fotografia de rua.