3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Nª Sra. D’Aires, Capuchos, São Domingos

Avançamos com 3 propostas, mais do que fotográficas, são 3 propostas para fotografar, numa nova secção…

Para fotografar, sugerimos…

© Sofia Quintas | www.pontosdevista.net
© Sofia Quintas | http://www.pontosdevista.net

“O Santuário de peregrinação de Nossa Senhora d’Aires, nos arredores de Viana do Alentejo destaca-se na paisagem, ao dominar uma formosa planície, constante de alegres e férteis terras cultivadas, e que pela sua salubridade e amenidade se lhe deu, em tempos remotíssimos, o nome de Era, que significa Ar (Pinho Leal, vol.X, 1873/1890), Artisticamente, deve ser considerado um dos conjuntos do barroco alentejano, do século XVIII, mais interessante e de maior visibilidade” … “A Casa dos Milagres, bem como as dependências anexas que circundam a capela – mor guardam um número imparável de ex-votos, populares, em diversos materiais, como madeira, chapa de cobre e outros materiais sintéticos, que cronologicamente se situam entre o século XVIII (o mais antigo data de 1735, anterior ao actual templo) e o XXI, o que demonstra, tal como outras manifestações, que este santuário se mantém como um importante local de peregrinação e de fé, nomeadamente dos alentejanos.” (in: património cultural). [Sobre este local de peregrinação, partilhamos o trabalho fotográfico de Sofia Quintas no site pontos de vista: Nossa Senhora D´aires]

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Para fotografar, sugerimos…

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© Luís Rocha

Convento dos Capuchos, convento franciscano construído em contacto direto com a natureza e de acordo com uma filosofia de extremo despojamento arquitetónico e decorativo. O Convento dos Capuchos, de dimensões reduzidas e notável pela extrema pobreza da sua construção, é também conhecido como “Convento da cortiça”, dado o uso extensivo da cortiça na proteção e decoração dos seus pequenos espaços. A sua rusticidade e austeridade são indissociáveis da vegetação envolvente, numa integração total com a natureza, até ao ponto de incorporar na construção enormes fragas de granito. (in: Parques de Sintra)

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Para fotografar, sugerimos…

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© Luís Rocha

Mina de São Domingos no Alentejo, localiza-se na freguesia de Corte do Pinto, concelho de Mértola, distrito de Beja, em Portugal. A mina e a respectiva aldeia correspondem a um antigo couto mineiro. Possuíam ligação ao porto fluvio-marítimo do Pomarão, no rio Guadiana, por meio de um caminho-de-ferro de via reduzida, com cerca de 15 km de extensão, a Linha São Domingos – Pomarão. (in: wikipédia) Ver também: Centro de Estudos da Mina de São Domingos


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

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FOTOGRAFIA DOCUMENTAL E PROJECTO PESSOAL

© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.
© Luís Rocha, Mercado da Ribeira, Lisboa 1994.

O curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

O percurso formativo está dividido em três grandes blocos, em regime de “oficinas”, que serão três espaços de trabalho específicos e completos. Cada oficina fornece ao participante a totalidade das competências propostas em cada um dos temas. Os alunos podem frequentar as três oficinas na totalidade (completando o curso) ou alguma oficina de forma autónoma, de acordo com o seu interesse.

Vamos trabalhar a fotografia documental através do conhecimento da sua história, da análise visual e no debate subjacente à construção da narrativa de projetos fotográficos contemporâneos. Incidimos a nossa atenção na elaboração de projetos documentais, convidando fotógrafos que trabalham na área da imagem documental a discutirem os temas da sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica, e a analisarem os trabalhos fotográficos produzidos pelos participantes.

Finalizamos a ação de formação com a criação de suportes de divulgação dos projetos, com especial foco na construção do livro fotográfico e do projeto expositivo.

Pretende-se que o aluno fique munido de ferramentas visuais e interpretativas para a construção de um discurso documental próprio.

Coordenação : Luís Rocha

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[Programa completo]   [Formulário de inscrição]

Oficina 1 

História da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se enquadrar historicamente a sua importância, tanto em termos nacionais como internacionais. O percurso será feito através das obras dos fotógrafos que, de algum modo, lançaram mão da sua prática tanto em trabalhos individuais (de denúncia, reportagem, viagem, diário), ou em missões colectivas com objectivos pré-definidos (levantamentos arquitectónicos ou paisagísticos, por exemplo). Ler mais…

Debates e Linguagens da Fotografia Documental

Nestas sessões pretende-se expandir a exposição anterior articulando a linguagem da narrativa na fotografia documental com as questões por ela suscitadas na contemporaneidade. Ler mais…

Formador

José Oliveira

[nota biográfica]

Horário

8 Jan. a 5 Fev. 2016 | 10 horas

19:30h/21:30h – Sextas-feiras

Valor Oficina 

100€