3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Arte Photographica, Pomar, The Eye

Hoje sugerimos a visita a 3 locais que falam de imagem, de leitura demorada e atenta.

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Arte Photographica

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Alexandre Pomar

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The Eye of Photography


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


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Ciclo Movimento e Imagem em Abril

O “Movimento e Imagem”, ciclo de conversas sobre Fotografia, muda-se para o Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico. A iniciativa do Movimento de Expressão Fotográfica apresenta a sua programação para o mês de Abril, agora em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa.

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O fotógrafo Mário Galiano no MEF

Mário Galiano, é o fotógrafo convidado do Curso Prático de FotografiaFotografia de Retrato. Este módulo é composto, além de uma parte teórica sobre o trabalho fotográfico do fotógrafo, de sessões práticas em estúdio, com exercícios de fotografia de retrato.

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UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Daido Moriyama

Daido Moriyama nasceu em Osaka, Japão, no ano de 1938. É o terceiro dos fotógrafos da “geração perdida” de japoneses que escolho para esta rubrica. Foram, todos eles, nascidos antes do início da segunda grande guerra e que cresceram numa nação humilhada, derrotada e devastada.

Em 1961, Moriyama deslocou-se para Tóquio onde viria a ser assistente de Eikoh Hosoe (outro imenso fotógrafo). É um dos representantes mais emblemáticos do estilo “are-bure-boke” que busca intencionalmente a “imperfeição” e se caracteriza pelo grão, arrastamento e desfoque da imagem.

Fiel ao seu registo, o equipamento não tem para Moriyama a importância que muitos fotógrafos lhe atribuem. Araki, um dos mais famosos (infames?) fotógrafos japoneses, refere-se, no documentário datado de 2001, “Near Equal”, à forma como Moriyama “escravizava” a câmara (e não o contrário):

The photographer had been a slave of the camera for a long time. Good camera, good lens, Leica, etc. These were the masters of a photographer. But in a way, Daido Moriyama is a photographer who started to make the camera his own slave. Photography is not about the camera (…) Of course we need the camera. If you want to write a romantic love letter, we need some tool to write it with. But anything– a pencil or a ball pen is fine. It is like this in photography, and he is a pioneer for that.”

Moriyama utilizou câmaras Ricoh compactas durante a maioria da sua carreira. Fotografou principalmente a preto e branco e apenas começou a utilizar câmaras digitais recentemente.

A utilização de compactas liberta-o da preocupação de regular os settings da câmara. Utiliza-a, assumidamente, como “point-and-shoot” o que o deixa livre para se concentrar no que se passa à sua volta e não com a câmara, que resume a um papel meramente funcional. Acresce, segundo o próprio, o facto de ser muito mais discreta, silenciosa e menos “ameaçadora” que uma reflex.

Como alguém disse acerca de Moriyama, “I think he basically never bought his own camera. He basically borrowed a camera from someone. And it somehow becomes his own camera, or he got one from someone.” Na versão dele, “I got it as a gift, but when I used it, it was unexpectedly good. Any camera is fine. It is only the means of taking a photo.”

Eis um dos fotógrafos mais marcantes das últimas décadas e que se limitou a utilizar a primeira câmara que teve a oportunidade de por as mãos em cima.

E a sua persistência. O desejo de fotografar que continua vivo, como o expressa nesta entrevista em 2012 (tinha, na altura, 73 anos):

My friends or critics are often surprised and ask me why I never got bored walking around for over 50 years. But I never get bored. I often hear it is said that people, even photographers, do their best work when they are in their 20’s and 30’s. I’m 73 now. But I could never see the city with an old man’s eyes, or as if I understood everything.

Everyone has desires. The quality and the volume of those desires change with age. But that desire is always serious and real. Photography is an expression of those desires. So that way of thinking or speaking is nonsense to me. Completely meaningless. That’s how it is.”

E como é que ele vê o mundo? “I have always felt that the world is an erotic place. As I walk through it my senses are reaching out. And I am drawn to all sorts of things. For me cities are enormous bodies of people’s desires. And as I search for my own desires within them, I slice into time, seeing the moment. That’s the kind of camera work I like.”

E sobre as possibilidades da fotografia de rua, “Every city, no matter how it looks is a work of art. Fifty years have lapsed and with the thousands of photographs I have taken, I still find photography amazing. There are still millions of things and people that are worthy to be shot.

Ouvindo o “idoso” Moriyama, ressoam as palavras de Steve Jobs: “Stay hungry, stay foolish“.

Apetece-me ainda citar Moriyama quanto à cor versus preto e branco:

The reason why I think black and white photography is erotic is completely due to my body’s instinctive response. Monochrome has stronger elements of abstraction or symbolism. This is perhaps an element of taking you to another place. Black and white has that physical effect on me. That’s just the way I respond to things.”

De facto, percepcionando nós o mundo a cores, o preto e branco estabelece uma ruptura com a visão mais “literal” da cor. Facilmente temos uma linguagem mais simbólica. Abstracta.

E continua: “One distinction I can make—I’ve written about this in my essays: black-and-white photography has an erotic edge for me, in a broad sense. Color doesn’t have that same erotic charge. It doesn’t have so much to do with what is being photographed; in any black-and-white image there is some variety of eroticism. If I am out wandering and I see photographs hung on the walls of a restaurant, say, if they are black and white, I get a rush! It’s really a visceral response. I haven’t yet seen a color photograph that has given me shivers. That is the difference between the two.”

Porém, agora que fotografa digitalmente, tem vindo a descobrir as possibilidades que se abrem com a cor: “My interest in color is increasing. Sometimes when I see one of my black-and-white photographs, I think to myself: “That’s a Daido Moriyama image.” Whereas color work seems wholly different to me—still, there is something good about it. So what interests me is seeing my own work differently: the new, vague feeling of accepting the color work as my own. That is where I am now. At that vague, flickering stage.”

Daido Moriyama. Com ele pensámos a irrelevância (?) do equipamento, a importância de manter vida a curiosidade e a capacidade de nos deslumbrarmos e ainda a dicotomia cor/preto e branco. Já não é pouco …


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Com curadoria de João Jarego.


 

Pedifoto Este Espaço Que Habito a 25 de Junho

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Movimento de Expressão Fotográfica ao longo do seu percurso tem procurado intervir através de atividades ligadas à fotografia, pretendendo estimular o gosto e interesse pela imagem fotográfica e pela dinamização social através da arte. Assim, como divulgação do seu projeto Integrar pela Arte, e procurando proporcionar um dia de convívio entre os que possuem o interesse comum da fotografia, promove o Pedifoto Este Espaço Que Habito [Mais Informações e Inscrições] em parceria com Bibliotecas de Lisboa – Biblioteca Camões.


Workshop de fotografia documental em Marrocos

workshop de fotografia documental em Marrocos tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes. Na viagem teremos ainda um guia local que nos levará à descoberta da cultura Marroquina.

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O workshop consiste na realização de um trabalho documental a ser realizado em cidades e aldeias de Marrocos. O workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista.

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A exploração fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local. Mais Informações e Inscrições AQUI.

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Revista TEMA, submissão de ensaio/projecto

Revista TEMA: O OUTRO LADO. Todo o espaço tem a sua antítese. Seja num território delimitado pelo muro, ou num continente pleno de fronteiras, todo o olhar tem a visão do outro. Por dentro de uma outra realidade. Nas margens de um mesmo oceano. Ao número 5, a TEMA acolhe ensaios fotográficos documentais que explorem a ideia de “outro” não como diverso mas como o que se opõe ao olhar fotográfico. Ou o determina. Ou o não vê. A curiosidade que se abate revela as imagens que o analisam. Do lado de lá. Do Outro Lado. Mais Informações AQUI.

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Acesso às anteriores edições da TEMA e à Página do Facebook


3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Lisboa Capital do Nada, A Sangue Frio, Nuez

As 3 propostas fotográficas desta semana.

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Para ler, sugerimos:

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Em 2001, a Associação Cultural Extra]muros[, tinha como objectivo criar, debater e intervir no espaço público através do evento Lisboa Capital do Nada. Mais informações sobre este projeto em crónica TSF e crónica Jornal Público. Livro esgotado no editor.

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Para ler e escutar, sugerimos:

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Capa dura 17×21,5cm
Fotografia. CD Música.

In Cold Blood – A Sangue Frio de Paulo Furtado e de Pedro Medeiros. Um álbum que ilustra a tensão e atmosfera sexual que transpira do blues hipnótico deste homem-orquestra. Ler mais sobre este álbum AQUI.

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Para ler,

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sugerimos: “Nuez” de Paulo Nozolino e de Rui Baião. Alexandre Pomar escreve no Jornal Expresso sobre esta obra: “começa por ser uma produção editorial de rara qualidade, envolvendo também a cumplicidade do editor Paulo da Costa Domingos e a excelência de uma casa impressora, a Guide – Artes Gráficas. O próprio Nozolino se ocupou do «layout», em colaboração com o também fotógrafo Stéphane Duroy, companheiro de um «projecto» sobre Mulhouse, na Alsácia, e vizinho de exposição quando no ano passado mostrou na Maison Européene de la Photographie, em Paris, uma retrospectiva do seu trabalho…”. (Ler Mais…)


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: Imagine Conceptuale

Em 2016 realizamos novamente um projeto de fotografia dentro da deficiência visual, o Imagine Conceptuale, integrado no PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian. Revelamos hoje uma parte do nosso processo de trabalho realizado entre os anos de 2003 e 2006.


“Que percepção terá da fotografia uma pessoa que não vê, ou que vê muito pouco?

O fotógrafo Luís Rocha decidiu interpelar sobre o assunto a Associação Promotora de Emprego para Deficientes Visuais (APEDV), e o resultado foram dois cursos para pessoas com deficiências visuais extremas, que tiveram início na Oficina de Fotografia entre Maio e Julho de 2003.

O entusiasmo de poder “aumentar o real” até um ponto em que se torna perceptível – mesmo para um amblíope em alto grau – aliou-se ao aliciante “conceptual” de produzir um objecto artístico cuja comunicação com o público se desse exactamente através do sentido que o seu autor menos domina – a visão. O resultado foi um empenho fortíssimo, uma atenção desmesurada e um quotidiano cheio de novas descobertas: podemos fotografar o que ouvimos, o que sentimos, até o que imaginamos (a partir das descrições que nos fazem do real)! Podemos produzir imagens que, ainda que não tenham nascido de uma conceptualização puramente visual, são visualmente significantes para quem as olha, e transmitem através do olhar aquilo que pode ser a sua ausência.”


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A convite da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira o MEF expôs pela primeira vez o projecto Imagine Conceptuale em 2003.

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Em Janeiro de 2004 a exposição teve lugar no Arquivo Fotográfico de Lisboa.

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As imagens são expostas em papel fotográfico e em papel relevo que permite ser tacteado, a imagem em relevo é acompanhada por descrição áudio.


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“Outros Olhares” na Cidade do Rock. Pessoas com deficiências visuais, sem-abrigo e jovens da freguesia de Marvila fizeram o registo fotográfico do festival Rock in Rio – Lisboa. Em Maio de 2004 o projecto Imagine Conceptuale esteve no Rock in Rio Lisboa.

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Dez Olhares sobre a Cegueira. No ano de 2004 O BANDO levava à cena o “Ensaio sobre a cegueira”, excelente oportunidade para estes novos fotógrafos exercitarem a sua arte… Apesar de um cenário de difícil compreensão táctil, os alunos assistiram e fotografaram um ensaio da peça, baseando-se sobretudo na audição, e alguns também nas cores fortes que conseguiam percepcionar. Os fotógrafos deram pontualmente algumas descrições – sobretudo visuais – da acção, para possibilitar a conceptualização da imagem. Desta experiência resultou o trabalho fotográfico “Dez Olhares sobre a Cegueira”, no verão de 2004.



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No ano de 2006 o Imagine Conceptuale  integra-se no projecto global do MEF-Movimento de Expressão Fotográfica – DAS/CML. Nesse âmbito, os alunos revisitaram as suas memórias visuais (do tempo em que viam bem) para a criação de conceitos imagéticos sobre as suas imagens.


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Jerónimo Lavado, Imagem realizada no CEM

No ano de 2006, em parceria com o CEM – Centro em Movimento, o conceito do projecto passou a conter não só a vertente da imagem como também o da procura da expressão do corpo, da pesquisa interior, de uma introspecção em que os alunos procuraram as suas histórias.


Esta rubrica, que revela uma parte do passado do MEF, tem arquivo semanal na página Conta-nos uma história.


CURADORIA DE EXPOSIÇÕES E LIVRO FOTOGRÁFICO

Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

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A Curadoria de Exposições com Cláudia Camacho – Nestas sessões pretendemos abordar o papel do comissário/curador como “ideólogo” e o seu lugar na gestão cultural, bem como o trabalho na organização de exposições.

O Livro Fotográfico com Bruno Castro – As sessões dedicadas a Livro fotográfico farão um breve enquadramento histórico do mesmo, dos primeiros livros às publicações de hoje. Discutir-se-á a Fotografia em papel e o conceito de “livro”, abordando também o lugar do “leitor fotográfico” e a sua visão.

Informações e Inscrições AQUI


Workshop de Fotografia em Festivais de Música

O Movimento de Expressão Fotográfica – MEF em colaboração com a Associação Portuguesa de Festivais de Música – APORFEST, promove um Workshop de Fotografia em Festivais de Música, para a cobertura fotográfica completa da 5ª edição “Belém Art Fest” – 6 e 7 Maio 2016.

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O Workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de espectáculo uma parte prática a realizar ao longo de todo o festival. A parte prática é composta por fotografia dos espectáculos que vão fazer parte do festival e por fotografia de reportagem do ambiente que envolve todo o festival. Inscrições AQUI.


Edições MEF na Livraria Barata

A partir de hoje, estão disponíveis na Livraria Barata em Lisboa, 3 edições do Movimento de Expressão Fotográfica:

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Livro fotografia, viagem documental, Índia 2015

+5:30
Vários autores
Edição: Movimento de Expressão Fotográfica
15€

Sinopse
+5h30 horas, é a diferença horária entre Portugal e a Índia. Distância que se sente para além da latitude. Da experiência de uma viagem à Índia com o Movimento de Expressão Fotográfica nasceu este livro de grupo, onde cada um mostra a Índia que viu e que vos quer dar a ver.


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Livro fotografia, viagem documental, Marrocos 2015

KTABNA, “O NOSSO LIVRO”
Vários autores
Edição: Movimento de Expressão Fotográfica
15€

Sinopse
Ktabna, “o nosso livro”, é o apontamento gráfico de uma viagem a Marrocos, desvendada entre provérbios árabes que ilustram uma cultura e imagens que contam histórias. É o livro das pessoas que foram fotografadas. Pessoas que, na sua simplicidade e simpatia, nos abriram a porta das suas casas, dos seus locais de trabalho, das suas vidas, e que desta forma nos permitiram construir este olhar. É também o livro de quem se revê nestes locais, e daqueles que ficam com vontade de conhecer ou recordar Marrocos. É o testemunho de um grupo que, no decorrer desta viagem, se tornou uma família.


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Revista fotografia documental, Portugal 2015

REVISTA TEMA (n. 4)
Vários autores
Editado por Movimento de Expressão Fotográfica
€9.50

Sinopse
TEMA é uma revista dedicada à Fotografia Documental, editada pelo Movimento de Expressão Fotográfica. Surge como um projecto editorial no campo fotográfico, aberto a autores portugueses ou de outras nacionalidades, cujo trabalho aborde temas de índole documental. O número 4, bilingue e impresso em papel, é publicado sobre o tema “Recomeçar” e apresenta ensaios fotográficos inéditos sobre os refugiados sírios na Turquia, a revolução de 25 de Abril 1974 em Portugal ou o quotidiano dos imigrantes na Grécia, entre outros. Para além das imagens, a revista apresenta cinco secções, dedicadas a um Fotógrafo, ao Processo de trabalho de outro, a um Livro fotográfico, ao projecto documental na Rede (Instagram) e a história de uma Imagem marcante. São 128 páginas de histórias com imagens e as pessoas que as imaginam.


Livraria Barata
Av. de Roma, 11A
1049-047 Lisboa
Telefone: 218 428 350


 

Workshop de Fotografia de Teatro – FATAL

O Movimento de Expressão Fotográfica em colaboração com a Reitoria da Universidade de Lisboa, promove um Workshop de Fotografia de Teatro, para a cobertura fotográfica completa do FATAL – 17º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.

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O Workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de cena e por uma parte prática a realizar ao longo de todo o festival. A parte prática é composta por fotografia dos espectáculos que vão fazer parte do festival e por fotografia de reportagem do ambiente que envolve todo o festival. Inscrições AQUI.


 

Retrato Fotográfico com Mário Galiano

Captura de ecrã 2016-03-17, às 18.21.20Com o fotógrafo convidado Mário Galiano, este módulo do Curso Prático de Fotografia: Fotografia de Retrato, será de prática acompanhada de exercícios de fotografia de retrato. Com base essencialmente em sessões práticas e a partir do conceito de retrato, o aluno terá a hipótese de criar retratos de convidados tendo por base um conceito autoral.


Nelson d´Aires no Curso de Fotografia Documental e Projeto Pessoal

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Estivemos hoje no Curso de Fotografia Documental e Projeto Pessoal a analisar os projetos fotográficos desenvolvidos pelos alunos. Processo de trabalho dinamizado por Luís Rocha e Nélson d´Aires na construção das Narrativas Visuais Documentais, a apresentar no dia 30 de Abril.

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Fotografias de © Luís Rocha