3 ações de formação: FATAL, Marrocos e Projecto

Fatal2016_web

O Movimento de Expressão Fotográfica em colaboração com a Reitoria da Universidade de Lisboa, promove um Workshop de Fotografia de Teatro, para a cobertura fotográfica completa do FATAL – 17º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.

Documental2016

Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

Marrocos2016_web

workshop de fotografia documental em Marrocos tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes.


 

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Conta-nos uma história: projeto_Lisboa

A partir de hoje, publicamos às sextas-feiras uma nova rubrica: Conta-nos uma história, onde revelamos uma parte do histórico MEF.

Recordemos uma parte do nosso percurso, iniciando a viagem em 2005, com o projeto_Lisboa.


LogoPLx_screen[1]1Entre 2005 e 2007, realizámos o projeto_Lisboa, uma estratégia concertada de produção dos projectos do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e da Oficina de Fotografia do Departamento de Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa.

Englobou diversos sub-projectos, direcionados a diferentes públicos-alvo, possibilitando pela sua reunião um confluir de olhares e pontos de vista sobre Lisboa:

  • Do_Outro_Lado
  • Fotógrafos_em_Marvila
  • Fotografia Aérea (a partir de grua)
  • Fotografia “à la minuta”
  • Máquina Fotográfica de Grande Formato + Fotografia Solar
  • Imagine Conceptuale III

A base de trabalho do projecto_Lisboa foi realizada por uma vintena de fotógrafos (do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e também convidados), sócios do MEF e alunos dos Cursos Avançados, a trabalhar temas diversos ligados à cidade de Lisboa, que resultaram, também eles numa confluência de olhares, naturalmente dispersos quer pelo grau de conhecimento dos participantes sobre fotografia, quer pelas várias interpretações possíveis de e sobre uma cidade, quer pelas opções estéticas ou meios técnicos usados (estes da total e livre responsabilidade dos autores).

  • Ana Pinto, Lisboa reinventa-se
  • Andreia Neves Nunes, «tu sonhas-me, e eu a ti…»
  • Bárbara Marques, Luzes e Sombras de Lisboa 
  • João Delfino, Feira Popular
  • José Carlos Martins, Ainda sem nome
  • Leno Ruiz e Xènia Ferrer, call me from… zona de ninguém
  • Luís Rocha, Enquanto fotógrafo sempre quis ser um contador de histórias
  • Manuel Luís Cochofel, A Nova Lisboa
  • Milene Trindade, No caminho para o sono
  • Nuno Chaves, ectoplasmas urbanos
  • Oleg Pegasoff, Cidade e pessoas
  • Patrícia Tiago, Outra Manhã
  • Paulo Almeida, «a busca de calipso»
  • Pedro Amaral, Es(passo) Fugaz
  • Pedro Reis, Portugalidade – um olhar remoto
  • Rodolfo Barros, Outsider
  • Rui Dias Monteiro, Manifesto
  • Sandra Pinto Silva, Lisboa – Sinais de Vida
  • Sandra Sá, olhar a rua a olhar
  • Tânia Araújo, Paisagens do corpo
  • Tiago Brás, Guardiões
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Vista da exposição do projeto_Lisboa na Estufa Fria

 

A título de curiosidade, uma das atividades do projeto que mais atraiu as atenções na altura, foram as projeções de imagens nas fachadas dos prédios no Bairro da Bica.

Projecto_Lisboa-WEB

Lameira, João, Projecto_Lisboa apresentado no bairro da Bica, in Público – Local, Edição de Lisboa, 2005-VI-14

O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) aproveitou os santos populares para lançar o Projecto_Lisboa , com uma projecção de fotografias numa fachada de um edifício da Bica. Segundo Luís Rocha, um dos organizadores, pretende-se assim “divulgar a fotografia, levá-la à rua, à população”. O Projecto_Lisboa visa a promoção do trabalho dos associados e alunos do MEF, bem como de convidados. Em vista, está uma exposição no próximo ano e a publicação de um livro, a lançar em fascículos. A experiência da Bica será repetida no mesmo local e outras praças da cidade. O MEF tem também uma componente de acção social. Com o apoio da autarquia, orienta trabalhos com moradores dos bairros mais desfavorecidos e com deficientes visuais. Uma das próximas iniciativas será a cedência de máquinas aos habitantes da Marvila para que estes fotografem o seu dia-a-dia.