Em Maio, realizamos no MEF…

3 ações de formação em fotografia!

Fotojornalismo2016

Curso Prático de Fotografia – Fotojornalismo, com José Carlos Carvalho

26, 28, 29 e 31 de Maio de 2016

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Workshop de Fotografia em Festivais de Música, no Belém Art Fest

6 e 7 Maio de 2016

 Documental2016
Curadoria de Exposições e Livro Fotográfico

3 Maio a 4 de Junho 2016


 
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ENCONTRO DE FOTOGRAFIA – ALDEIAS ARTÍSTICAS 2016

À semelhança dos encontros anteriores, este encontro de fotografia será orientado fotograficamente por Tânia Araújo e Luís Rocha do Movimento de Expressão Fotográfica que trazem até às aldeias o projeto “Diários de um quotidiano”, onde se pretende que os participantes no encontro contactem com as populações das aldeias, através do acto fotográfico, de forma a comporem coletivamente um registo dos habitantes destes lugares.

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O Encontro de Fotografia é organizado pelo Projecto Há Festa no Campo em parceria com o MEF – Movimento de Expressão Fotográfica , nas aldeias do Barbaído, Chão da Vã, Juncal do Campo e Freixial do Campo, no fim de semana de 21 e 22 de Maio. Mais informações…


UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Fatemeh Behboudi

Fatemeh Behboudi nasceu em Teerão, Irão. Corria o ano de 1985 e o conflito sangrento com o Iraque (1980-1988) estava ao rubro. Fatemeh iniciou a sua relação com a fotografia em 2005. Fê-lo pela mão do seu pai, que estudou fotografia. Pegou numa câmara e inscreveu-se no Centro de Artes Jahad Daneshgahi (em Teerão). Aí estudou durante dois anos. Neste período descobriu a paixão pela fotografia e usou-a para retratar as feridas abertas à época do seu nascimento. Feridas que ainda hoje sangram.

“Mothers of Patience” é um trabalho tão extraordinário como dilacerante. Na guerra com o Iraque terão perdido a vida cerca de 200.000 soldados Iranianos. À data do final do conflito, 10.000 soldados estavam desaparecidos. Fatemeh, enquanto cresceu, acompanhou frequentemente a família nos funerais públicos dos soldados cujos corpos foram regressando ao país. Esta realidade marcou-a e esteve na génese deste trabalho. Nesses funerais, as multidões e os familiares eram dominados pela tristeza e pela raiva. Mas, às vezes, por uma réstia de esperança. Ela reparou num conjunto de mulheres chorosas que encontrava recorrentemente nestas ocasiões. Foi-se aproximando e acabaria por estabelecer uma relação com elas. Eram mães que ainda alimentavam a esperança de encontrar os filhos que nunca regressaram a casa. E são cerca de 5.000 os soldados ainda desaparecidos. “Mothers of Patience” retrata a vida das mães desses soldados. Mães que esperam. Nalguns casos, há 30 anos.

São mães que, maioritariamente, têm mais de 70 anos. Muitas delas doentes e debilitadas. O tempo que passou a deter-se sobre estas imagens e, confessa, as lágrimas que derramou, fizeram-na pensar na universalidade do fenómeno. De todas as famílias desfeitas pela Guerra e no sofrimento das mães. E de como tem sido assim, em toda a parte e ao longo da história.

Na primeira das imagens da selecção apresentada, a mulher representada é Anbar Jaberi, uma das mães fotografadas para este trabalho. Está junto a uma porta por onde entra um feixe de luz que a ilumina. Ela crê que, deixando a porta aberta, alguém aparecerá, um dia, com notícias do seu filho, Nematollah. Estava, à data da fotografia, desaparecido há 23 anos. Fatemeh refere que este comportamento não é incomum e encontra o mesmo tipo de esperança em todas estas mães. Abrem repetidamente a porta e sentam-se junto a ela.

Fatemeh ultrapassou o maniqueísmo inicial quanto aos lados envolvidos na Guerra e tem a intenção de alargar o seu trabalho a algo que seria, até recentemente, impensável: fotografar as mães dos soldados iraquianos que sofreram o mesmo destino. “Uma mãe é uma mãe”.

Passaram-se tantos anos em que apenas conseguia chorar quando se sentia angustiada. Hoje, devido ao choro repetido, já não consegue ver …

Passaram-se tantos anos em que tem escondido a sua dor atrás de um sorriso, de modo que ninguém perceba a sua aflição e o amor que esconde no seu coração impaciente…

Passaram-se tantos anos em que tem vivido em silêncio para os outros… Mas ninguém sabe que os seus soluços obstruíram a sua garganta e já não é capaz sequer de sussurrar uma canção de embalar …

É uma mãe. Uma mãe que todos os dias espera por uma chamada ou um toque na campainha de alguém que, um dia, talvez possa trazer notícias do seu filho desaparecido

São estas as palavras da própria Fatemeh (numa tradução livre, a partir do inglês, de uma entrevista via tradutor). A linguagem fotográfica, essa, dispensa traduções.

 


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Com curadoria de João Jarego.


 

WORKSHOP DE FOTOGRAFIA EM FESTIVAIS DE MÚSICA

O Movimento de Expressão Fotográfica – MEF em colaboração com a Associação Portuguesa de Festivais de Música – APORFEST, promove um Workshop de Fotografia em Festivais de Música, para a cobertura fotográfica completa da 5ª edição “Belém Art Fest” – 6 e 7 Maio 2016.

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O Workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de espectáculo uma parte prática a realizar ao longo de todo o festival. A parte prática é composta por fotografia dos espectáculos que vão fazer parte do festival e por fotografia de reportagem do ambiente que envolve todo o festival.

Inscrições AQUI.


 

Aconteceu neste passado sábado…

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Sábado de manhã, aconteceu a primeira saída de campo da nova edição do curso de iniciação à fotografia, onde foram colocados em prática os exercícios de técnica fotográfica.

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Ainda no sábado, mas da parte da tarde, o curso de fotografia documental e projeto pessoal, oficina 2, com a partilha do fotógrafo Nélson d´Aires, analisou e iniciou a construção da narrativa final dos trabalhos desenvolvidos ao longo da formação. No dia 30 de Abril, haverá uma mostra pública dos trabalhos, a anunciar brevemente.

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À noite, ainda houve oportunidade para que alguns companheiros de viagem do MEF convivessem na exposição de fotografia do Steve McCurry na Barbado Galery, em Lisboa.

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RETRATO FOTOGRÁFICO COM MÁRIO GALIANO

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Com o fotógrafo convidado Mário Galiano, este módulo do Curso Prático de Fotografia: Fotografia de Retrato, será de prática acompanhada de exercícios de fotografia de retrato. Com base essencialmente em sessões práticas e a partir do conceito de retrato, o aluno terá a hipótese de criar retratos de convidados tendo por base um conceito autoral.


CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: projeto_Lisboa, Bastaria a mesma imagem para eu voltar, Hold Still Keep going

Desde o início da nossa existência, enquanto movimento ligado à fotografia, temos procurado deixar um testemunho das nossas intervenções através da edição de livros. Hoje relembramos 3 desses momentos que ficaram para a posteridade através de uma publicação.


 Livro do projeto_Lisboa 

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A edição do projeto_Lisboa, já AQUI apresentado, foi publicado em diferentes fascículos ao longo de todo o projecto, sendo que no fim do projeto os fascículos foram reunidos num só livro. Com design de Andreia Neves Nunes e impressão da Imprensa Municipal de Lisboa. O livro é constituído pelos cadernos:

  • Fotografia_de_Autor
  • Do_Outro_Lado
  • Fotógrafos_em_Marvila
  • Fotografia_Aérea (a partir de grua)
  • Imagine_Conceptuale III

Livro do workshop de fotografia documental à Índia em 2012

Bastaria a mesma imagem para eu voltar

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Em 2012, o nosso companheiro de viagem Gonçalo Valverde desafiou o MEF a organizar o primeiro workshop de fotografia documental fora de Portugal, desafio que se traduz hoje em 8 workshops já realizados (São Tomé e Príncipe, Marrocos, China, Vietnam e Índia, foram até hoje os destinos eleitos). Desta nossa primeira viagem à Índia, resultou o livro “Bastaria a mesma imagem para eu voltar” que traduz em fotografia o sentimento de 13 olhares sobre aquele país. Com design de Nuno Morais.


Livro da ação de formação

Narrativas fotográficas com laboratório preto e branco

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Com base na interpretação da obra de Robert Frank “Hold Still, Keep going” desafiámos um grupo de 10 fotógrafos a revisitarem esta obra. O resultado foi exposto no antigo espaço dinamizado pelo MEF “Espaço DOCUMENTA” e teve edição no livro “Hold Still, Keep going, revisitado”. Com design de Paulo Reis, edição do Movimento de Expressão Fotográfica.


 

Esta rubrica, que revela uma parte do passado do MEF, tem arquivo semanal na página Conta-nos uma história.


 

Workshop de fotografia documental em Marrocos

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workshop de fotografia documental em Marrocos tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes. Na viagem teremos ainda um guia local que nos levará à descoberta da cultura Marroquina. Inscrições Abertas!


Imagine Conceptuale

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© Luís Rocha | Movimento de Expressão Fotográfica

O projecto Imagine Conceptuale começa com uma interrogação: “que percepção terá da fotografia uma pessoa que não vê, ou que vê muito pouco?” O Movimento de Expressão Fotográfica, decidiu levar esta questão a pessoas portadoras de deficiências visuais extremas. O entusiasmo de poder “aumentar o real” até um ponto em que se torna perceptível, até para um amblíope em alto grau, aliou-se ao aliciante “conceptual” de produzir um objecto artístico cuja comunicação com o público se desse exactamente através do sentido que o autor menos domina: a visão. A possibilidade de produzir imagens que, ainda que não tenham nascido de uma conceptualização puramente visual, são visualmente significantes para quem as olha, constrói um quotidiano cheio de novas descobertas: podemos fotografar o que ouvimos, o que sentimos, até o que imaginamos. É possível acompanhar este projeto, AQUI (página oficial do projeto) e AQUI (página facebook).


3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Braga, Argentina, Mértola

Hoje sugerimos 3 eventos ligados à fotografia, em forma de bienal e de festival.

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Bienal Argentina de Fotografia Documental

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Bienal Maurício Vargas de Fotografia


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


Movimento e Imagem, Sessão VII

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© Luís Rocha | Movimento de Expressão Fotográfica

Sessão VII

Margarida Medeiros partilhou as suas ideias sobre “Fotografia e Memória”, no passado dia 5 de Abril. O desejo constante de tentar agarrar momentos, de perpetuá-los no tempo é uma necessidade histórica, tanto a uma escala macro como micro. A máquina fotográfica veio auxiliar-nos no combate ao esquecimento, funcionando como uma prótese de memória, ou não fossemos deuses protésicos como dizia Freud. Enquanto a ”História cita o mundo a fotografia constrói” diz a Margarida Medeiros, a propósito da relação entre estas duas áreas, no poder de ambas recortarem realidades e de as perpetuarem no tempo. A fixação de objetos por parte da fotografia está associada a um impulso arquivístico, refere a professora. A fotografia mostra o que é visível, transporta evidência e memória assim como o arquivo, arché (o princípio), decide o que se vê, ao incluir e excluir. A técnica fotográfica usada é também uma forma de congelar tempos diferentes, remetendo -nos para diversos tipos de memórias. Por exemplo, uma longa exposição ou um instante permitem que respiremos outro tempo. Uma melancolia, um tempo que não acaba na primeira ou um instante imperdível e irrecuperável, como é o caso da segunda. Porém, há uma instabilidade e ambiguidade na fotografia, oscilando entre arte, documento e evidência bem como uma permutabilidade da mesma ao longo do tempo, assim como a nossa memória.

A sessão decorreu no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa no dia 5/04/2016. A próxima sessão do Movimento e Imagem está marcada para o dia 19 deste mês, uma conversa fotográfica com David Santos, curador geral da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, que nos vem falar sobre “A Fotografia enquanto Evento”.


El silêncio de las cosas, Josef Sudek, revisitado

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O Movimento de Expressão Fotográfica promove a exposição de fotografia El silêncio de las cosas, Josef Sudek, revisitado” de 12 de Maio a 11 de Junho de 2016 na Biblioteca Camões, em Lisboa.

Ana Rodolfo, Agnieszka Olesiewicz, Cristina Coutinho, Cláudia Pio, Luís Rocha, Paulo Reis, Rita Pedrosa e Tânia Araújo, são os autores, com imagens construídas a partir da análise da obra “El silêncio de las cosas” do fotógrafo Josef Sudek.


VIAGENSMEF: A IMAGEM NO NORTE

Exposição Do Outro Lado. de Paulo Pimenta. Espaço MIRA
Exposição Do Outro Lado. de Paulo Pimenta. Espaço MIRA

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Fábrica da Leica (Vila Nova de Famalicão)
Fábrica da Leica (Vila Nova de Famalicão)

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Exposição “40 anos, 40 fotografias, 40 fotógrafos”, Centro Português de Fotografia
Exposição “40 anos, 40 fotografias, 40 fotógrafos”, Centro Português de Fotografia
Exposição "The Sonnabend Collection. Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1
Exposição “The Sonnabend Collection. Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1
Exposição de Wolfgang Tillmans, “no Limiar da Visibilidade”, Fundação de Serralves
Exposição de Wolfgang Tillmans, “no Limiar da Visibilidade”, Fundação de Serralves

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O Movimento de Expressão Fotográfica realizou nos dias 2, 3 e 4 de Abril uma viagem ao Norte, com a visita às exposições de Wolfgang Tillmans, “no Limiar da Visibilidade”, e The Sonnabend Collection. Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1, patentes na Fundação de Serralves (Porto). No sábado, tivemos o privilégio de contar com a presença do fotógrafo e amigo Paulo Pimenta numa visita guiada à sua exposição Do Outro Lado, exposta no Espaço MIRA. No Domingo e na Segunda-feira,  visita ao Centro Português de Fotografia (apenas com uma exposição aberta ao público, devido às obras no edifício) e à Fábrica da Leica, a quem agradecemos a fantástica visita que nos proporcionaram.

Imagens de © Luís Rocha


UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Daisuke Yokota

Daisuke Yokota nasceu em Saitama, Japão, no ano de 1983. É um nome em rápida ascensão na fotografia e um dos fotógrafos mais fascinantes e audaciosos do nosso tempo.

Leiamos o que Daisuke refere numa entrevista em 2012, acerca do seu trabalho Back Yard: “(…)first I used a compact digital camera, and printed the image out. Then I photographed that image with a 6×7 film camera, using color film, even though the image is later black and white. I developed it at home, in a way so that imperfections or noise will appear—I make the water extra warm, or don’t agitate the film. Even before that, I let some light hit the film; I’m developing in my bathroom, so it’s not even a real darkroom, which helps, but I’ll hold a lighter up to the film, or whatever is around. I’m always experimenting—the goal is to not do it the same way twice. So then, to produce more and more variations in the final image, I re-photographed the image about ten times.”

Daisuke chegou a esta abordagem por influência da música. Sim, da música. Inspirou-se nos Aphex Twin (e outros agrupamentos de música electrónica) que aplicam eco, reverberação e “delay” no processamento do som. O seu pensamento foi o de criar um equivalente fotográfico da aplicação dessas técnicas numa outra disciplina (a música). E também refere o cinema. Com David Lynch à cabeça, pelas suas ambiências e pela forma como joga com a percepção. E como é que estas influências se transpõem para a fotografia? “If you look at music or film, there is time there. In other words, the work has a clear beginning and end, and in between, you shut out your daily life—you throw yourself into the work. There’s no element of duration to your experience of a photograph; it’s closer to an object. I felt that this was an extremely weak point of photography. So, I’m aware that photography can’t function in the same way as films or music, but I wonder whether it isn’t possible to create a way for photographs to carry time within them. When you’re going to sleep, you think about the stuff that happened to you that day, right? You might see some images, but they’re completely distant from what really happened—they’re hazy. You’re trying to recall something, and photography can also recall things in this way. Of course my photographs do function as some sort of record, but there’s no agreement between the photograph and my own recollection of what happened. The impression is completely different. I think using these effects of delay, reverb, and echo (in photographic terms, developing the film “badly” and so on) might be a way to alter the sensation of time in a visual way.”

Mas, encontrou Daisuke uma “fórmula”? Não. Há nele um desejo ávido de experimentação. De desafiar os limites da fotografia. O resultado é sempre plasticamente aventureiro e, tecnicamente, os meios utilizados para o atingirem não o são menos. Calor, fogo ou corrosão por ácido são apenas alguns dos recursos “alternativos” que convoca para a sua fotografia.

A sua permanente exprimentação levam-no a editar numerosos livros em edições limitadas e com recurso a materiais, também eles, pouco convencionais. Frequentemente, em festivais de fotografia, cria livros em sessões públicas – o equivalente a arte performativa transposta para a fotografia. Daisuke “estica” assim os limites da tradição japonesa de composição de livros fotográficos e performance que remonta à experimentação visceral ligada à revista “Provoke” e que foi tão marcada pelo Daido Moriyama Conceptualmente, também podemos estabelecer pontes com o movimento arstístico Mono-ha, que explorava o contraste entre materiais de origem natural e processados industrialmente.

Daisuke Yokota. Fotógrafo ou artista que se exprime por meios fotográficos? Definitivamente, ambas as coisas.

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Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Com curadoria de João Jarego.


 

Hoje, Movimento e Imagem com Margarida Medeiros

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Conversas fotográficas em abril

Hoje, dia 5, no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, acontece o ciclo de conversas sobre fotografia, promovido pelo MEF.
Nesta primeira conversa em casa nova, Margarida Medeiros irá partilhar a sua visão sobre o tema “Fotografia e Memória”.

Na sala de leitura, pelas 19h30!

Sobre a convidada Margarida Medeiros:

Professora na Universidade Nova de Lisboa, tem dedicado a sua carreira ao estudo da Fotografia. Editou até hoje numerosos ensaios sobre Fotografia e Imagem em obras colectivas, catálogos e revistas, e no ano de 2000 publicou a título individual o livro “Fotografia e Narcisismo — o auto-retrato contemporâneo”, produto final da investigação que levou a cabo para a tese de Mestrado.