3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Athens, Lagoa, Paraty

Athens Photo Festival, Encontros de Fotografia de Lagoa, Festival Paraty em Foco: 3 eventos para apreciar fotografia.


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Athens Photo Festival 

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Encontros de Fotografia de Lagoa

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Festival Paraty em Foco


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

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Tariq, na Galeria Arte Graça até dia 10 Julho de 2016

AtividadesMEF_10A 23 de Junho às 19h, inaugurou “Tariq, exposição de fotografia documental”. Esta exposição é a visão de um grupo de viajantes que partilhou o Workshop de Fotografia Documental dinamizado pelo Movimento de Expressão Fotográfica em Setembro de 2015 naquele país. São 15 autores que testemunham uma  jornada inesquecível através de 30 imagens fotográficas.

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Os autores presentes nesta exposição são: Ana Cristina Costa, Catarina Samões, Cristina Meneses, Dora Pinto, Elisabete Santos, Elsa Machado Fernandes, Hélder Gomes, Helena Sequeira, Inês Albuquerque, Isabel Correia, Luís Rocha, Manuel Raposo, Tânia Araújo, Tânia Inácio e Teresa Paiva Branco.

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De 23 Junho a 10 Julho de 2016

Galeria Arte Graça
Junta de Freguesia de São Vicente
Rua da Graça 27-29, Lisboa
Horário: 18h-21h

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UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Fan Ho

Fan Ho morreu no passado dia 19 de Junho. Tinha 84 anos. Nascido em 1931 em Xangai, iniciou-se na fotografia aos 14 anos com uma Rolleiflex oferecida pelo pai. Em 1949 a família desloca-se para Hong Kong e começa a percorrer as ruas e becos da cidade na companhia da sua Rollei. As imagens que captou nas duas décadas seguintes pertencem à iconografia da cidade.

Teatrais. Meditativas. Há nas imagens de Ho um dramatismo notável que resulta da sua mestria na utilização do jogo entre luz e sombra. Uma mestria inata. Ho foi um autodidata. E, com candura, procurou “despoduramente” a beleza e a perfeição. O “despudor” é utilizado aqui de forma provocatória, uma vez que os caminhos da arte há muito se divorciaram da noção clássica do belo. A verdade é que o jovem Ho começou a fotografar assim livre de formatações ou preconceitos. E sem demasiadas camadas de intelectualidade. E essa candura e frescura são notáveis e um bálsamo para o olhar.

Sobre a sua própria fotografia: “I liked to concentrate and simplify the world in black and white, it was more suitable to my nature. I could express my emotions more freely, they were more fully under my control, [and the results were] surreal and semi-abstract. I liked this distance: not too close, not too far away…

Ho viria ainda a ter uma carreira no cinema, através da produtora Shaw Brothers. Primeiro como autor, depois como realizador (papel que assumiu em cerca de 20 filmes). Mas são as suas fotografias o principal legado que nos deixa.

Todas as imagens abaixo foram captadas por Fan Ho em Hong Kong nas décadas de 1950 e 1960.

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Courtesy of Modernbook Gallery
Courtesy of Modernbook Gallery

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Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Com curadoria de João Jarego.


Fotógrafo Fábio Cunha no MEF

Neste passado domingo, o fotógrafo Fábio Cunha, que há dias foi premiado com o melhor dummy de livro fotográfico no DOCField (Festival de Fotografia Documental de Barcelona) esteve no MEF para uma sessão especial integrada no Curso de Fotografia Documental e Projeto Pessoal, Oficina 3 (a sessão também foi aberta aos sócios do MEF). Falou-se sobre o processo de construção de um projecto e de um livro. Agradecemos ao Fábio a partilha da sua fotografia.

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Neste dia também finalizámos o Curso de Fotografia Documental e Projeto Pessoal com a apresentação dos “ensaios” de livro fotográfico idealizados como trabalho final da oficina.

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Ensaio para livro, “What Cames After” de Isabel Correia

 

Pedifoto Este Espaço Que Habito

No passado Sábado, o MEF realizou o seu 3º PEDIFOTO Este Espaço Que Habito.

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Um agradecimento a todos os participantes do PEDIFOTO Este Espaço Que Habito, por terem proporcionado um extraordinário dia fotográfico. Agradecimentos especiais à Biblioteca Camões, à Baliza café bar, ao Thales Soares, à Sara Camarinha e ao Bruno Abreu pelo apoio a esta atividade.

Imagens de Luís Rocha

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Pedifoto Este Espaço Que Habito é uma atividade integrada no projeto Este Espaço Que Habito – Integrar pela Arte. Este projeto contou com o financiamento do programa: PARTIS – práticas artísticas para a inclusão social da Fundação Calouste Gulbenkian e tem como parceiro institucional o Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil.


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Workshop de Fotografia em Festivais de Música, Paredes de Coura (17-20 agosto).

O MEF – Movimento de Expressão Fotográfica em colaboração com a APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música, promove mais um Workshop de Fotografia em Festivais de Música, desta vez para a cobertura fotográfica completa da edição de 2016 do festival Vodafone Paredes de Coura (17-20 agosto). Mais informações e Inscrições…

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CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: MITO

O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF), em 2009, numa parceria com o MITO, preparou uma equipa de fotógrafos, resultante de um workshop de fotografia de teatro. A vertente prática do curso foi a cobertura fotográfica da Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, onde vinte alunos e dois formadores fizeram a reportagem de todos os espectáculos, ambiente, montagem e eventos paralelos do MITO.

Ver página desta atividade AQUI.

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3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Marrocos, PHE16, Fondation Henri Cartier-Bresson

Sugerimos 3 atividades: uma exposição sobre Marrocos, o Festival de Fotografia em Espanha e uma visita à Fondation Henri Cartier-Bresson.

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Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

Exposição do projeto Este Espaço Que Habito no PORTO

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Até ao próximo dia 28 de Junho é possível visitar a Exposição do projeto Este Espaço Que Habito.

Entre 2014 e 2016, o Movimento de Expressão Fotográfica voltou a realizar o projecto Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito, novamente junto dos Centros Educativos em parceria com o Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil e com o financiamento do PARTIS – apoio a projetos sociais destinados à integração social através das práticas artísticas, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Mais informações sobre o projeto…


Fotografia Documental em Marrocos, Setembro de 2016

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O workshop de fotografia documental em Marrocos tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes. Na viagem teremos ainda um guia local que nos levará à descoberta da cultura Marroquina.

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O workshop consiste na realização de um trabalho documental a ser realizado em cidades e aldeias de Marrocos. O workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista. A exploração fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local.


Programa Completo  |  Inscrição


Datas do Workshop e da viagem

1º Encontro para organizar detalhes de viagem: Agosto 2015

Datas de viagem: de 10 a 18 de Setembro de 2016

  • Partida de Lisboa a 10 de Setembro
  • Regresso a Lisboa a 18 de Setembro
  • Total de 9 dias em Marrocos

Datas das aulas teóricasantes da viagem: 1 e 6 de Setembro 2016

Datas das aulas teóricas e práticas Marrocos: no decorrer do programa da viagem – ver itinerário da viagem.

Datas das aulas teóricas Campolide depois da viagem: Outubro 2016


Equipa

Luís Rocha [Formação; Acompanhamento no terreno];

[nota biográfica]

Gonçalo Valverde [Produção em Portugal]

[nota biográfica]

Tânia Araújo [Formação e Produção em Marrocos]

[nota biográfica]

Hafido Radouini [Guia local]

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O workshop inclui um acompanhamento personalizado com cada um dos participantes, formação teórica e prática, edição e discussão de imagens.

O workshop tem o custo individual de 480€ (quatrocentos e oitenta euros).


Contactos

Telemóvel: 96 583 16 20 (Tânia Araújo)

Para esclarecimentos de dúvidas: Enviar Mensagem

Morada

Palácio de Laguares, R. Prof. Sousa da Câmara, 156

1070 – 215 Campolide, Lisboa.  VER MAPA


 

Pedifoto Este Espaço Que Habito, 25 de Junho

Como forma de divulgação do projeto Integrar pela Arte, e procurando proporcionar um dia de convívio entre os que possuem o interesse comum da fotografia, promovemos a atividade fotográfica: Pedifoto Este Espaço Que Habito, realizado em parceria com Bibliotecas de Lisboa – Biblioteca Camões. Mais Informações…

Inscrições Abertas!

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UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Antony Cairns

Antony Cairns nasceu em 1980 na zona oriental de Londres. Começou a fotografar com quinze anos. Desde o início da sua relação com a fotografia que o processo fotográfico o fascinou. A sala escura, os químicos utilizados no processo de revelação. Esse fascínio mantém-se e é, como as suas imagens deixam adivinhar, um explorador activo da diversidade e dos limites do processo físico da criação da imagem fotográfica. O seu processo é integralmente analógico e recorre a técnicas antiquadas. É a imperfeição idiossincrática e distintiva de cada uma dessas técnicas que o atrai.

Nas suas próprias palavras: “I have never felt ready to move on from chemical-based photography. I still have lots of methods and techniques that I have yet to try out in the darkroom before I take the step into digital experimentation.”

A sua propensão pelas técnicas antigas convive com uma outra faceta: é um apaixonado pela ficção científica (em particular do trabalho de autores como William Gibson, Philip K. Dick e J.G Ballard). A “resistência” ao progresso tecnológico e o fascínio pela ficção científica são, à primeira vista, contraditórios. Porém, o que o atrai nestes autores relaciona-se muito mais com os ambientes e estética que evocam do que a tecnologia: “I often try and think of the descriptive language they use in their sci-fi novels when I am taking photographs on the streets.

Londres é o espaço privilegiado para as suas explorações fotográficas (conta também com incursões noutras metrópoles como Nova Iorque e Los Angeles).

London is a modern metropolis that wants grow and grow, which means that it is always changing.” Apesar dessa alteração contínua, “London is my city, so all the images I make speak to my own personal connection with this megalopolis.”

Mais do que a referida ligação com Londres, creio, pesa uma concepção estética que utiliza a teia urbana da cidade como matéria prima. As suas imagens fortemente solarizadas dir-se-iam resgatadas num futuro distópico de ruinas de uma metrópole destruída pela radiação.

As imagens nascem como filme de 35 mm parcialmente revelado, posteriormente solarizado e que volta a ser revelado por mais cinco minutos. Provas de contacto são feitas em folhas de alumínio. Isto simplificando um processo que pode ser mais complexo e conhecer diferentes variantes. Mas o ponto essencial é: as imagens passam por diversas fases de manipulação. O resultado deste processo, propositadamente complexo, é o do aparecimento de imperfeições sob a forma de impressões digitais, gotas ou esguichos. Isto é, cada produto final encerra em si o registo dos “acidentes de percurso” ocorridos no decurso da criação da imagem. Esta “camada” correspondente ao processo assenta, por sua vez, sobre a imagem captada em filme. E estas são-no deambulando pela cidade ao ritmo que a caracteriza (estações de metro, comboio e outros transportes públicos são, frequentemente, o palco das suas imagens). Dito de outra forma: temos duas camadas de experimentação e imprevisibilidade nas criações de Antony. Fotografia duplamente “imperfeita”. Fotografia duplamente, na minha opinião, interessante.

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“Tariq, exposição de fotografia documental”

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A 23 de Junho às 19h, inaugura “Tariq, exposição de fotografia documental”. Esta exposição é a visão de um grupo de viajantes que partilhou o Workshop de Fotografa Documental em Marrocos, dinamizado pelo Movimento de Expressão Fotográfica, em Setembro de 2015, naquele país.
São 15 autores que testemunham uma jornada inesquecível através de 30 imagens fotográficas.
Os autores presentes nesta exposição: Ana Cristina Costa, Catarina Samões, Cristina Meneses, Dora Pinto, Elisabete Santos, Elsa Machado Fernandes, Hélder Gomes, Helena Sequeira, Inês Albuquerque, Isabel Correia, Luís Rocha, Manuel Raposo, Tânia Araújo, Tânia Inácio e Teresa Paiva Branco.

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Pormenor de impressão do livro “Tariq”

Para além da exposição, o workshop de fotografia documental em Marrocos deu também origem a um livro que poderá ser adquirido no dia da inauguração.

Galeria Arte Graça
Junta de Freguesia de São Vicente
Rua da Graça 27-29, Lisboa
Horário: 18h-21h


São Tomé e Príncipe, 15 dias de workshop de fotografia documental

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15 dias separam estas duas fotos de grupo, foram duas semanas de partilha, de risos e sorrisos, de conversas com a população local, de fotografias, de muitas fotografias, de recordações, de emoções, de aventuras pela selva, de praia, de caminhadas, de amizade, de companheirismo, de experiências gastronómicas, de passeios de barco, de entrega. Agradecemos a todos os participantes pelo espírito com que encararam este workshop de fotografia documental em São Tomé e Príncipe.

Tchaué, Levezinhos!

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CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: Periferias

Designou-se de Periferias o então projecto do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica, organizado conjuntamente com a Câmara Municipal de Lisboa. Ver Imagens da exposição (

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O MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e Oficina da Fotografia / C.M.L. anunciam a Inauguração da Exposição Colectiva do Projecto Periferias, a realizar no dia 18 de Junho às 21 horas, no Campo Grande, nº185.

Cerca de 20 autores apresentam vários trabalhos na área da imagem referentes ao tema Periferias, cuja exposição estará patente até ao dia 4 de Julho e será acompanhada da edição de um catálogo.

Nem dentro nem fora: na periferia. À margem. Quase isso, mas nem tanto. Na fronteira. Na berma. Definindo-se não por si mesmo mas pela proximidade ao outro. Próximo, por oposição ao distante, mas distante, diferente, na relação com o próximo. Ambíguo. Marginal.
Mas nada é apenas central. Neste Universo em que tudo se relaciona com tudo, poderá residir nas periferias o nó da comunicação?
Este é o tema explorado nestes trabalhos, congregando diversos projectos na area da imagem, numa lógica expositiva conjunta que permita revelar semelhanças e aperceber padrões, lançando as bases de uma reflexão estrutural sobre as nossas acções e públicos, sobre a própria forma de definir, pensar e fazer intervenção social.
Poderá a Imagem, com o seu imenso potencial enquanto representação material de ideias, levar-nos a um distanciamento do tema e ajudar-nos a olhar para ele de outra forma, descobrindo novas dimensões e novas posturas? (in: ARTECAPITAL)