CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: IMAGEM DO SENTIR

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A fotografia pode ser entendida como uma expressão e esta pode ser captada de diversas maneiras: pelo som, pelo silêncio, pela força, estímulo de sentidos e sentimentos, para que num determinado momento seja percebida e possa mais tarde ser contemplada.

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Preocupações em retratar e expor um quotidiano, feito de imagens percebidas de uma maneira não convencional àqueles que vêem e possibilitar àqueles que não vêem mais um canal de expressão. Este foi o desafio que o MEF – Movimento de Expressão Fotográfica fez ao Centro Helen Keller através deste projecto, com o objectivo de fomentar uma aprendizagem da técnica fotográfica, capaz de ultrapassar diversos obstáculos até então imperceptíveis, numa procura da imagem estética reveladora de todo um universo imagético.

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Este projecto, dinamizado em 2011, foi apoiado pela professora Sara Grande e pelo auxiliar Henrique Menezes da sala de recursos do Centro Helen Keller e dinamizado pelos fotógrafos Luís Rocha e Tânia Araújo do MEF – Movimento de Expressão fotográfica. Participaram neste projecto utentes do gabinete de actividades ocupacionais, alunos do 1º ciclo e alunos da sala de recursos.

A produção de fotografia em relevo e a descrição em Braille das imagens fotográficas teve a colaboração dos técnicos de Apoio Braille do Centro Helen Keller.

Este projecto teve o apoio financeiro da Câmara Municipal de Lisboa.

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“Conta-nos uma história”

O Movimento de Expressão Fotográfica foi desafiado a contar as suas histórias. Até à data, são 17 partilhas, que podem sem consultadas em: CONTA-NOS UMA HISTÓRIA. Interrompemos esta rubrica para um descanso, voltamos brevemente. Obrigado por nos terem acompanhado!


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3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Art Alibi, Mapa das Artes, Arte Capital

 

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Art Alibi, guia de exposições e eventos de arte contemporânea. Alibi chegou à realidade cultural contemporânea portuguesa com o propósito de mapear a produtiva mas dispersa actividade expositiva nacional. O guia – em formatos digital e físico – é um ponto de encontro entre galerias, museus e instituições culturais que queiram dar a conhecer aos públicos nacional e internacional a programação expositiva por si desenvolvida.

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Mapa das Artes, mapa de arte contemporânea da cidade de Lisboa. O MAPA DAS ARTES é o mapa de arte contemporânea da cidade de Lisboa, com edição anual, tiragem de 30 000 exemplares, gratuito, bilingue (português e inglês), e com versão on-line em http://www.mapadasartes.pt. O mapa apresenta os inúmeros espaços de Arte Contemporânea da cidade de Lisboa, que de forma prática e de fácil utilização se tornam mais acessíveis aos diferentes públicos, aproximando uns e outros e contribuindo para uma cada vez maior sensibilização, conhecimento e sentido crítico com e para a Arte Contemporânea.

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Arte Capital, dirige-se ao mundo das artes visuais e da cultura.  A ARTECAPITAL dirige-se ao mundo das artes visuais e da cultura, levando a arte a todos os que tenham interesse ou curiosidade por este universo. Pretende desenvolver e expandir a comunidade dos apreciadores de arte, a qual combina coleccionadores, críticos, galeristas, artistas, museus, curadores e diferentes públicos, das áreas da arquitectura, do design, da educação e até dos negócios.


Movimento de Expressão Fotográficaàs quintas-feiras, sugeriu três actividades de modo a incentivar o acto fotográfico, explorar locais, visitar entidades ligadas à imagem, conhecer fotógrafos ou revisitar alguns autores, entre outras propostas.

Interrompemos hoje o ciclo desta rubrica, que contou com a coordenação de Luís Rocha, para um descanso. Obrigado pela companhia…  Até já!


#‎encontradonanetmef‬

Publicamos os três últimos ‪#‎encontradonanetmef‬ antes de um período de descanso.
Encontrado na Net. #15 – Com mais de 10.000 participações, o National Geographic já escolheu os vencedores do seu concurso de fotografias de viagem. AQUI podem ver as melhores fotografias de viagem de 2016.
Encontrado na Net. #16 – @The Atlas of Beauty é um projecto de Mihaela Noroc, uma fotógrafa que viaja pelo mundo para captar a beleza natural das pessoas, mostrando a diversidade dos traços e das culturas, através de retratos de mulheres de todo o mundo.
Encontrado na Net. #17 – O budismo Zen defende o desapego material, e Tatsuya Toyoda, Fumio Sasaki e Saeko Kusibiki levaram isso ao extremo vivendo com apenas 150 objectos. Estas podem não ser as imagens mais ricas que já viram, mas são das mais minimalistas.

 


Publicámos durante 17 quartas-feiras, na página do facebook do MEF a rubrica: Encontrado na Net, divulgamos o que nos desperta a atenção, curiosidades, assuntos diversos, etc. Esta rubrica acontece através da pesquisa de Tânia Rodrigues. Até já!


O projeto Imagine Conceptuale visitou o Museu do Surrealismo

Ontem estivemos no Museu da Fundação Cupertino de Miranda, Centro de Estudos do Surrealismo com o projeto Imagine Conceptuale que se encontra de momento a ser dinamizado em Viana do Castelo com a parceria da Iris Inclusiva.

A visita foi orientada por Joana Rosa de Sousa dos Serviços Educativos do Museu Fundação Cupertino de Miranda, a quem agradecemos toda a disponibilidade no acesso ao Museu e no acompanhamento durante a visita.

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Iniciámos com uma breve explicação do que é o “Surrealismo”.

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Estudámos as obras da artista Isabel Meyrelles, a quem agradecemos a disponibilidade na cedência das peças para serem tacteadas.

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Terminámos com a construção de outras obras, produzidas a partir dos conhecimentos adquiridos durante a visita.

Agradecimento à Fundação Cupertino de Miranda por todo o apoio prestado.

Imagine Conceptuale, um projeto MEF integrado no PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian.


‪#‎mef‬ ‪#‎partisfcg‬ ‪#‎imagineconceptuale‬ ‪#‎integrarpelaarte‬

Fotografias de Luís Rocha/MEF


UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS – Alex Webb

“Photograph because you love doing it, because you absolutely have to do it, because the chief reward is going to be the process of doing it. Other rewards – recognition, financial remuneration – come to so few and are so fleeting…Take photography on as a passion, not a career.”

Alex Webb nasceu em São Francisco, EUA, no ano de 1952. O seu interesse pela fotografia nasceu enquanto estudante de liceu. Em 1972 frequentou o Workshop Apeiron de fotografia (em Millerton, Nova Iorque) onde conheceu Bruce Davidson e Charles Harbutt (fotógrafos da agência Magnum). Estuda História e Literatura na Universidade de Harvard e, paralelamente, fotografia no Carpenter Center for the Visual Arts (integrado na mesma universidade). Começa a trabalhar como fotojornalista em 1974 e apenas dois anos depois torna-se membro associado da Agência Magnum.

Webb é um dos fotógrafos de rua mais extraordinários do nosso tempo. A sua fotografia é marcada por cores fortes, jogos de luz e sombra e pela complexidade das suas imagens que se situam na fronteira entre a ordem e o caos: como se a adição de mais um elemento – qualquer ele que fosse – quebrasse a elegância e inteligibilidade da fotografia.

Este “flirt” com o caos é o elemento que me fascina mais na sua obra: “It’s not just that that and that exists. It’s that that, that, that, and that all exist in the same frame. I’m always looking for something more. You take in too much; perhaps it becomes total chaos. I’m always playing along that line: adding something more, yet keeping it sort of chaos.”

As suas imagens, além de complexas e têm uma inusitada profundidade. As imagens são compostas por elementos que se situam em diferentes camadas e que são, propositadamente, mantidas em foco. Isto está nos antípodas do isolamento do “objecto” que encontramos tão (excessivamente, diria) vulgarmente na fotografia. Curiosamente esse efeito é um resultado do olhar da câmara (lentes com grande abertura e, consequentemente, pouca profundidade de campo) e que contrasta com o que vemos com os nossos próprios olhos. A fotografia de Webb, pela familiaridade que tem com o nosso olhar (profundidade de campo e utilização de distâncias focais intermédias) convida-nos para o seu seio e é esta, na minha opinião, uma das suas grandes forças. Fácil? Diria que não: é muito mais fácil conseguirem-se imagens com impacto se se recorrer a distâncias focais extremas. E contudo, é exactamente nessa proximidade com a nossa percepção que Webb se move. “Hats off” …

Reforçando a ideia que tantas vezes aqui temos passado, Webb faz, também ele, o elogio do erro: “Luck – or perhaps serendipity – plays a big role… But you never know what is going to happen. And what is most exciting is when the utterly unexpected happens, and you manage to be there at the right place at the right time – and push the shutter at the right moment. Most of the time it doesn’t work out that way. This kind of photography is 99.9% about failure.”

E, citando-o de novo, não há melhor forma de captar a essência das ruas que caminhando: “I only know how to approach a place by walking. For what does a street photographer do but walk and watch and wait and talk, and then watch and wait some more, trying to remain confident that the unexpected, the unknown, or the secret heart of the known awaits just around the corner.”

Por último, um conselho precioso sobre a necessidade de nos reinventarmos sempre que sentimos que o nosso modelo se esgotou. Ou ainda não encontrámos a nossa “voz”. Naturalmente, tudo isto pressupõe um sentido apurado de autocrítica e a disponibilidade para recomeçar: “In 1975, I reached a kind of dead end in my photography. I had been photographing in black and white, then my chosen medium, taking pictures of the American social landscape in New England and around New York – desolate parking lots inhabited by elusive human figures, lost-looking children strapped in car seats, ad dogs slouching by the street. The photographs were a little alienated, sometimes ironic, occasionally amusing, perhaps a bit surreal, and emotionally detached. Somehow I sensed that the work wasn’t taking me anywhere new. I seemed to be exploring territory that other photographers- such as Lee Friedlander and Charles Harbutt – had already discovered.”

MEXICO. Nuevo Laredo, Tamaulipas. 1996.
MEXICO. Nuevo Laredo, Tamaulipas. 1996.

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CUBA. Havana. 2000. Children playing in a playground.
CUBA. Havana. 2000. Children playing in a playground.
HAITI. Port-au-Prince. 1987. A memorial for victims of army violence.
HAITI. Port-au-Prince. 1987. A memorial for victims of army violence.
MEXICO. Ciudad Madero. 1983.
MEXICO. Ciudad Madero. 1983.
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1981.
HAITI. Cite Soleil. 1986.
HAITI. Cite Soleil. 1986.
MEXICO. Tijuana. 1999.
MEXICO. Tijuana. 1999.
Pinones.  1990.
Pinones. 1990.
GERMANY. Munich. 1991.
GERMANY. Munich. 1991.
TURKEY. Istanbul. 2001. View from a barbershop near Taksim Square.
TURKEY. Istanbul. 2001. View from a barbershop near Taksim Square.
HAITI. Etroits, La Gonave. 1986.
HAITI. Etroits, La Gonave. 1986.

“Um fotógrafo às terças”

O Movimento de Expressão Fotográfica desafiou João Jarego, que assumiu a curadoria, para dinamizar a rubrica: “Um fotógrafo às terças”. Até à data, são 53 fotógrafos publicados, que podem sem consultados em: http://www.mef.pt/mef/um-fotografo-as-tercas/. Interrompemos esta rubrica para um descanso, voltamos brevemente. Obrigado por nos terem acompanhado!


Curso de Iniciação à Fotografia, nova edição em Setembro

De 21 de Setembro a 15 de Fevereiro de 2017, o Movimento de Expressão Fotográfica dinamiza um novo curso de iniciação à fotografia.

No final do curso os formandos deverão estar habilitados a:

·  Compreender os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Fotografar com conhecimento da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

 

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Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada “estilo fotográfico”: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural. Mais informações e Inscrições…


Junta-te a este movimento!

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Em 2016 o Movimento de Expressão Fotográfica – MEF faz 16 anos: a fotografar, a desenvolver projectos, a formar, a alimentar a paixão pela fotografia.

Dentro do princípio “Junta-te a este movimento!”, convidamos todos aqueles que se identificam com este projeto a juntarem-se a nós fazendo-se sócios do Movimento de Expressão Fotográfica. Para aderir ao MEF como sócio é fácil. Basta preencher o formulário de inscrição (disponível aqui). Com um valor de quota anual de 15 euros.


CONTA-NOS UMA HISTÓRIA: Memória e Histórias de Vida

O Projecto “Atelier de Fotografia – Memória e Histórias de Vida” – um olhar pelo passado e pelo presente [VER VIDEO], nasceu a partir de uma parceria entre a residência e centro de dia Quinta das Flores, pertencente à Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, a Oficina de fotografia do Departamento de Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa e o Movimento de Expressão Fotográfica. A imagem é uma forma da representação da realidade passada. Através da imagem fotográfica ficam guardados momentos, lembranças, imagens que não queremos perder, que queremos guardar não só na memória mas por forma a termos um rápido acesso a essa memória que passou.

imagem MHV - Quinta das Flores

Exemplo dos trabalhos: local da antiga padaria do Sr. Armando. Rua do Vale Formoso de Cima. Fotografia de Agostinho Bastos.
Alunos participantes no projecto:
Agostinho Bastos, Graciete Fontes, Joaquina de Jesus, Teresa Coelho, Vitória silva.


Recentemente, o Movimento de Expressão Fotográfica foi desafiado a revelar um pouco do seu passado, que assumiu na rubrica: “Conta-nos uma história”.

Foram contadas 15 histórias, de um percurso que não se esgota AQUI.

Hoje interrompemos o ciclo desta rubrica para um descanso, voltamos brevemente com a partilha de outras conversas. Obrigado pela companhia…  Até já!


3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Surrealismo, Neo-Realismo, Fotografiska

Captura de ecrã 2016-07-12, às 23.12.23Museu do Surrealismo. O Museu da Fundação Cupertino de Miranda é uma Instituição Cultural ao serviço da comunidade e tem por missão a divulgação da Arte Moderna e Contemporânea, especialmente do Surrealismo. Tem como principais objectivos o estudo, a documentação, conservação e divulgação do seu acervo. Com uma importante colecção composta essencialmente por obras de artistas portugueses, reforça um património cada vez mais representativo do Surrealismo português, enriquecendo continuamente a colecção e permitindo tornar visíveis as obras do seu acervo através de uma sucessão de exposições.

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Pela sua importância no programa inaugural do Museu do Neo-Realismo, Batalha pelomnr-logotipo Conteúdo – movimento neorrealista português ocupa a totalidade dos pisos 2 e 3 do novo edifício, estando a sua centralidade museológica necessariamente relacionada com a apresentação do movimento neorrealista português nas suas diversas áreas de intervenção disciplinar: literatura, artes plásticas, música, teatro e cinema.

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Captura de ecrã 2016-07-12, às 23.31.28Um dos museus a visitar em Estocolmo é o Fotografiska, Museu da Fotografia, que foi inaugurado em 2010 e é lugar de visita obrigatória para os amantes da arte de fotografar. Neste Museu, além de exposições de renomeados fotógrafos internacionais, existe espaço para fotógrafos amadores apresentarem os seus trabalhos.

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Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


curso de iniciação à fotografia, setembro 2016

Iniciacao2016

De 21 de Setembro a 15 de Fevereiro de 2017, o Movimento de Expressão Fotográfica dinamiza um novo curso de iniciação à fotografia.
 

No final do curso os formandos deverão estar habilitados a:

·  Compreender os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Fotografar com conhecimento da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

 

Mais informações e inscrições em: Curso de Iniciação à Fotografia, setembro 2016


UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS: Matt Stuart

“Invisibility would be my superpower if I could choose one… Every now and then when you are doing street photography, you can come into something, you come out… and they didn’t realise you were there… it feels like a very meditative sense of being.”

Matt Stuart nasceu em Londres no ano de 1974. Define-se a si próprio como alguém que se tem interessado obsessivamente por diferentes temas em série. Aconteceu, em primeiro lugar com o skate entre 1986 e 1994 (que descobriu no filme “Regresso ao Futuro”), seguido do Kung-fu. O seu pai apercebeu-se rapidamente que o filho não estaria à altura de ser o sucessor do Bruce Lee e foi o “culpado” por Matt ter descoberto a fotografia ao lhe ter emprestado livros de nomes como Robert Frank e Cartier-Bresson. Na fotografia iniciou-se como assistente de Marcus Lyon, posição na qual permaneceria durante 3 anos, estabelecendo-se posteriormente por conta própria (no ano 2000). A fotografia é, pois, a sua obsessão mais longa (e, a avaliar pelo seu trabalho, ninguém terá pressa que esta desvaneça).

Matt tem uma carreira bem sucedida na fotografia comercial e publicitária. A fotografia de rua é uma paixão que o acompanha desde o início e tem como marca de água um finíssimo sentido de humor expresso nos momentos e enquadramentos burlescos que fixa. É uma interpretação bem-disposta do “momento decisivo” e que celebra as infindáveis possibilidades que a vida urbana oferece à fotografia. E a candura que lhe está associada.

Sobre o mundo da fotografia comercial: “The dream assignment is actually to not do street photography. Generally those assignments have conditions attached. They must be ‘aspirational’- and it starts to condition your way of thinking. You are not as free as you should be. But the dream assignment would be, working in a museum- photographing people in a gallery. Same way in the streets—no discussion, take what you see,.

And there is another way I work, I do advertising, corporate work. So people will phone me up and say we need an advert that it looks like it is a captured moment, but we need the lady to be wearing a red jumper, the car to be green- and the dinosaur to be fluorescent pink. So you can’t obviously stumble upon those things. So you get the lights, the camera the action—and that’s what I do for work. Advertising, is totally different from street photography, which is no models, dinosaurs, no jumpers—oh sometimes you can get dinosaurs, but very rarely.”

Sobre a fotografia de rua: “I think we are living in a world where everything is photo shopped or fake- and the fact thatstreet photography is a trend for people to document what is going on in their lives and what is in their street, museum, or park—and showing these very insightful peaceful moments that actually existed, happened. I think it is fantastic- more relevant than ever.

No que toca ao equipamento, tem sido fiel à Leica desde os primeiros tempos. Na fotografia de rua recorre a uma Leica MP com uma Summilux de 35 mm (f1.4).

Esta entrevista com Matt Stuart são 5 minutos muito bem empregues a ouvir em discurso directo um dos fotógrafos de rua mais fascinantes do nosso tempo.


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Com curadoria de João Jarego.


 

Em Setembro voltamos a Marrocos

Em Setembro voltamos a Marrocos, inseridos no workshop de fotografia documental que tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes. Na viagem teremos ainda um guia local que nos levará à descoberta da cultura Marroquina.

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© Luís Rocha, Marrocos 2015.

MeknesEl JadidaSafiEssaouiraMarrakeshImlil e Asni são alguns dos locais que iremos visitar fotograficamente.

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© Luís Rocha, Marrocos 2015

Mais informações e Inscrições AQUI


Fotografar em Marrocos com o MEF

workshop de fotografia documental em Marrocos tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do Movimento de Expressão Fotográfica, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes. Na viagem teremos ainda um guia local que nos levará à descoberta da cultura Marroquina.

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Fotografias de Luís Rocha, Marrocos 2015.

O workshop consiste na realização de um trabalho documental a ser realizado em cidades e aldeias de Marrocos. O workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista. A exploração fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local.

Programa Completo  |  Inscrição


Conta-nos uma história: Este Espaço Que Habito, 2013

A fotografia alargou-lhes a “área geográfica do pensamento”

3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: PhotoIreland, NAU, ART PHOTO

Hoje divulgamos outros 3 festivais, onde a fotografia é a uma presença em comum.

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Captura de ecrã 2016-07-12, às 16.16.09PhotoIreland Festival

Festival Internacional da Irlanda de Fotografia e Cultura Imagem. 

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Festival de Cinema e Artes de Expressão Ibérica

O festival urge, através de interesses comuns a estudantes e profissionais cujo o interesse se centra no cinema, fotografia, teatro e audiovisuais em geral, de forma a investir em arte de qualidade.

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FESTIVAL DE FOTOGRAFIA EMERGENTE DE BARCELONA 2016

“Con el formato fresco de una feria especializada te proponemos participar en un evento que acercará al público general las piezas de fotógrafos emergentes. Feria abierta a galerías, gestores y comisarios para comercializar sus obras y dar a conocer sus creadores en este ámbito.”

[nota: este festival aconteceu em Maio deste ano, no entanto, divulgamos o mesmo para que figure em futuras agendas.]


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.