o MEF no 2º Ciclo de Conferências da ADSFAN

Fomos convidados pela Associação de Desenvolvimento Social da Freguesia de A-dos-Negros (ADSFAN) para apresentarmos o projecto Este Espaço Que Habito no 2º Ciclo de Conferências promovido nos dias 3 e 4 de Novembro. A 4 de Novembro, Tiago Santos, em representação do MEF, estará com outros projetos nacionais das áreas das artes a debater as potencialidades da utilização de linguagens artísticas para ações potencializadoras do desenvolvimento das áreas do Ser.

Para saber mais…

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II Ciclo de Conferências da ADSFAN

3 e 4 de Novembro
Auditório da Casa da Música, em Óbidos
Rua Direita, 2510 Óbidos

#mef #eeqh #esteespacoquehabito #integrarpelaarte #partisfcg


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Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal , Oficina 1

Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

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Hortas Urbanas, Vale de Chelas, Lisboa. © Luís Rocha

[Programa completo] [Formulário de inscrição]

Oficina 1 

História da Fotografia Documental Universal | Nestas sessões pretende-se enquadrar historicamente a sua importância, tanto em termos nacionais como internacionais. O percurso será feito através das obras dos fotógrafos que, de algum modo, lançaram mão da sua prática tanto em trabalhos individuais (de denúncia, reportagem, viagem, diário), ou em missões colectivas com objectivos pré-definidos (levantamentos arquitectónicos ou paisagísticos, por exemplo).

Debates e Linguagens da Fotografia Documental Portuguesa | Vamos falar do documento fotográfico português, da História e histórias da fotografia documental portuguesa, em forma de apresentação informal e de debate. Essencialmente, daremos a conhecer a História da Fotografia documental feita em Portugal.


Formadores

José Oliveira – História da Fotografia Documental Universal

[nota biográfica]

Alexandre Pomar – Debates e Linguagens da Fotografia Documental Portuguesa

[nota biográfica] [blog]

Horário

13 Jan. a 10 Fev. 2017 | 10 horas

19:30h/21:30h – Sextas-feiras

Valor Oficina 

120€ (novos alunos / não associados)

100€ (sócios MEF)


Contactos

Telemóvel: 96 583 16 20 (Tânia Araújo)

Para esclarecimentos de dúvidas: Enviar Mensagem

Morada

Palácio de Laguares, R. Prof. Sousa da Câmara, 156

1070 – 215 Campolide, Lisboa.  VER MAPA


O MEF esteve em Braga, nos Encontros da Imagem

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Fotografia de grupo realizada no cenário montado na exposição “La Vie en Rose” de Malick Sidibé, Museu da Imagem, Braga. © Isabel Correia

No passado fim de semana, 22 e 23 de Outubro, fomos até Braga. O motivo foram os Encontros da Imagem – festival na área das artes visuais em Portugal e um dos mais antigos da Europa, dedicado este ano à Felicidade. A 26ª edição dos Encontros da Imagem decorre de 20 de Setembro a 5 de Novembro e conta com mais de 200 artistas de vários quadrantes da fotografia, vindos de todo o mundo.

Fomos recebidos por Ângela Ferreira, diretora do festival, a quem agradecemos a disponibilidade em nos proporcionar uma visita guiada a um dos muitos espaços expositivos, assim como à conversa em torno do festival e da sua organização.

Reportagem fotográfica de Tânia Araújo com #huaweip9 

Em 2017, voltamos!

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UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS – Lee Friedlander

“It fascinates me that there is a variety of feeling about what I do. I’m not a premeditative photographer. I see a picture and I make it. If I had a chance, I’d be out shooting all the time. You don’t have to go looking for pictures. The material is generous. You go out and the pictures are staring at you.

Lee Friedlander nasceu em Aberdeen, no estado de Washington, EUA. Corria o ano de 1934. Sempre achei que a “polinização cruzada” entre diferentes disciplinas produz resultados interessantes do ponto de vista criativo. Com Friedlander a fotografia e a sua paixão de sempre pelo Jazz andaram a par (embora ele esclareça, para que não restem dúvidas acerca de qual a primeira, que o Jazz é a sua segunda grande paixão).

E como é que estas paixões se cruzam? Friedlander tinha 5 anos quando entrou no estúdio de fotografia local para levantar retratos do seu pai. Sem saber bem como, deu por si na câmara escura e ficou siderado com o processo de “aparição” das imagens em papel.

Mais tarde, quando frequentava o liceu, trabalhou numa loja de fotografia como assistente do fotógrafo local. Stan Spiegel – um DJ e fotógrafo freelancer – foi também alguém de quem recebeu umas “dicas” fotográficas. Com 16 anos conseguiu adquirir o seu próprio ampliador e sonhar em estabelecer-se como freelancer. O tal Stan Spiegel deu um “empurrão” ao passar a Friedlander alguns dos pedidos menos ortodoxos que recebia. Ambos gostavam de Jazz e podemos adivinhar que não terão sido raras as conversas entre Friedlander e o seu “mentor” sobre as suas duas paixões. Friedlander passou a ser presença frequente nas lojas de discos locais e sintonizava os programas de Jazz que passavam na rádio.

Sobre a sua constant procura da música com o seu amigo, “Anytime we could smell music, we were there. I had a friend who knew about an afterhours club, where the musicians would go and jam after they’d played. The place didn’t have a liquor license; I guess that’s how we got in. once there was a black group with an albino bass player, called the Cecil Young Quartet. It was quite modern for those times, in fact, very modern.”

E recorda o impacto profundo da primeira vez que ouviu Charlie Parker e Nat King Cole em Seattle: “I was dumbfounded. I somehow knew exactly where he was coming from. He made me understand that anything was possible.”

Quando se estabeleceu como fotógrafo a tempo inteiro, viria a começar por fotografar músicos de Jazz e a serem da sua autoria muitas capas de discos da Atlantic records.

Para os fotografar, deslocava-se como frequência à sua própria casa para assegurar que se sentiam tão confortáveis quanto possível. Interessava-lhe captar a essência dos músicos e não apenas a acção das suas actuações.

Numa sessão com o Miles Davis, o “master of cool” estava, paradoxalmente, bastante nervoso. Interrogado por Friedlander acerca da origem dessa tensão, Miles confessou-lhe que estava ansioso com o aspecto com que viria a surgir nessas imagens. Hoje, com o imediatismo da fotografia no domínio digital, a questão nem se colocaria … mas os tempos eram outros e Friedlander teve a ideia de ir buscar um espelho para que Miles se pudesse observar. Funcionou! Isto é um bom exemplo do que deve ser a procura na prática do retrato. Evitar as poses fabricadas, baixar as defesas do fotografado, capta-lo como é. Para lá da superfície. Como disse

Joel Dorn, produtor da Atlantic: “Lee’s pictures show who these people were when they weren’t being who they were.

Friedlander não se ficou pelo Jazz. Tem uma carreira longa (6 décadas) e eclética. Como curiosidade, são da sua autoria os nus da Madonna (a preto e branco e captados no final dos anos 70 quando ela ainda era uma desconhecida aspirante a artista.

Mas deixo-vos com mais uma deliciosa “subversão” de Friedlander: a quebra do tabu de que a sombra ou reflexo do fotógrafo deverá estar sempre ausente da fotografia.

Friedlander ignorou-o. Mais, publicou um livro dedicado ao tema: “Lee Friedlander: Self Portraits”.

Sobre esta obra, Peter Galassi comentou (de forma que me parece absolutamente acertada) o seguinte:

Friedlander, though, in a manner that was fast becoming a hallmark of his work, went after the idea like a dog for a bone, encouraging his surrogate self to behave like a character with a mindlessness of his own. His shadow became the protagonist of mini dramas of the street; or sometimes it was just the dopey bystander, or the nosy jerk who can’t resist poking his head into things.

Friedlander’s reflection, too, offered a wealth of opportunities for comic self-deprecation. Many of these picture are like in-jokes at a photographer’s convention, send-ups of the trials and tribulations of the trade.”


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Curadoria de João Jarego.


Máquinas com história, Nikon F2as

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Imagem e texto de © Vintage Dream Cameras

Nikon F2as

A Nikon F2as foi a última máquina totalmente mecânica lançada pela Nikon. Foi o modelo mais avançado e robusto da era totalmente manual. A sua sucessora, a Nikon F3, já tem o disparo electrónico. Considerada por muitos como a melhor máquina alguma vez produzida pela Nikon. Introduzida em 1977, a Nikon F2as destacava-se dos outros corpos F2, pelo seu photomic dp-12, que em vez da típica agulha usava leds para indicar a medição. Para condições de pouca luz este sistema era de melhor leitura, além disso contava com TTL com ponderação ao centro. A Nikon F2as é um sistema modular que dá para mudar prismas (photomic), ecrãs de foco entre outros acessórios.

A Nikon F2as era o que frequentemente se chama de máquina de guerra, uma máquina extremamente robusta, de óptima construção e fiável. A sua concorrência? A Canon F1, com as mesmas características em termos de qualidade de construção. Sabemos da história de uma pessoa que levava a sua Nikon F2as dentro da mochila enquanto ia de bicicleta, o mau desta história é que se esqueceu da mala aberta, tendo a máquina caído em andamento e andado aos trambolhões no alcatrão. Resultado? Algumas pequenas mossas mas totalmente funcional.

Como é andar com a Nikon F2as na rua?

Comecemos pelos aspectos menos positivos:

Lembram-se de termos falado da robustez e qualidade de construção no principio do artigo? Estas características têm um preço, o peso. E também sendo uma máquina grande é uma máquina que dá nas vistas e para transportá-la não podemos colocá-la no bolso como a Contax T2 ou a Olympus mju.

Talvez não seja a máquina mais indicada para uma pessoa com mãos pequenas.

Aspectos positivos:

É uma delícia utilizar esta máquina, tem um viewfinder luminoso e de fácil leitura. Comandos de abertura e velocidade colocados de forma ergonómica. Sendo uma máquina mais pesada também tem a vantagem em fotografar em velocidades mais baixas com mais estabilidade, para não falar do charme que a máquina transborda. Foi a máquina que mais nos custou vender no Vintage Dream Cameras, adorávamos fotografar com ela e chegámos a ponderar várias vezes se a vendíamos ou não.


Nota: esta rubrica não pretende ser um compêndio exaustivo da história das câmaras fotográficas, pretende apenas ser o reflexo da paixão que os autores sentem por alguns dos equipamentos com que se têm cruzado ao longo da sua aventura fotográfica.

#mef #omefsugere #maquinascomhistoria


 

Fotografia Documental e Projecto Pessoal, nova edição

Em Janeiro de 2017, iniciamos uma nova edição do curso FOTOGRAFIA DOCUMENTAL E PROJECTO PESSOAL. Esta ação de formação tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

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Grupo Excursionista “Vai-Tu”, Lisboa. © Luís Rocha, 2015.

O percurso formativo está dividido em três grandes blocos, em regime de “oficinas” [HISTÓRIA, DEBATES E LINGUAGENS DA FOTOGRAFIA DOCUMENTALTERRITÓRIO E IDENTIDADE, PROCESSOS DE TRABALHOCURADORIA DE EXPOSIÇÕES E LIVRO FOTOGRÁFICO] que serão três espaços de trabalho específicos e completos. Cada oficina fornece ao participante a totalidade das competências propostas em cada um dos temas. Os alunos podem frequentar as três oficinas na totalidade (completando o curso) ou alguma das oficinas de forma autónoma, de acordo com o seu interesse.

José Oliveira – História da Fotografia Documental Universal e Alexandre Pomar – Debates e Linguagens da Fotografia Documental Portuguesa são os convidados para a 1ª Oficina que nos trazem um pouco da história da imagem, universal e Portuguesa.

Na 2ª Oficina, teremos um leque alargado de fotógrafos que trabalham diversos temas: Luís Rocha – Acompanhamento dos projetos. Nelson d´Aires – Análise e crítica das narrativas visuais construídas, leitura dos trabalhos fotográficos produzidos. Ângelo Lucas | Somos como nos Representamos? João Mariano | Planificação de um Projeto fotográfico. Clara Azevedo | Documento fotográfico enquanto registo de Memória. Céu Guarda | Território fotográfico como documento da sociedade e das emoções. Luísa Ferreira | a sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica. Tânia Araújo | A fotografia documental como ferramenta de Inclusão

A finalizar o curso, temos na 3ª Oficina a construção de uma exposição e de um livro fotográfico com a participação de Bruno Castro – Livro Fotográfico. Atelier Ilhas Studio – Construção de Fotolivro e Cláudia Camacho – Curadoria de Exposições.


Programa completo e inscrições em: http://www.mef.pt/mef/fotografia-documental-e-projecto-pessoal/


O projecto Imagine Conceptuale no Museu Coleção Berardo

No passado dia 17 de Outubro, realizámos a visita temática “Para além da Imagem”, no Museu Coleção Berardo, com alguns dos participantes no projecto Imagine Conceptuale, e com o apoio da APEDV – Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, com o objectivo de construir uma plataforma que permita uma maior acessibilidade das pessoas com deficiência visual às obras de arte visuais.

Nesta visita convidámos os participantes a trabalhar em dois movimentos artísticos, o Surrealismo e o Expressionismo Abstrato, onde foram desafiados a realizar exercícios de registo gráfico e de expressão artística.

Agradecemos ao serviço educativo do Museu Coleção Berardo por ser parceiro neste desafio.

#mef #imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #museuberardo 

Fotografia de Luís Rocha / MEF


UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS – Josef Koudelka

 

“Não tenho a pretensão de ser um intelectual ou filósofo. Limito-me a olhar.”

Josef Koudelka nasceu na República Checa corria o ano de 1938. As suas primeiras fotografias, enquanto muito jovem, foram captadas com uma pequena máquina de baquelite.

Licenciou-se em engenharia aeronáutica na Universidade Técnica de Praga (obteve o grau em 1961). Nesse mesmo ano foram também pela primeira vez expostos trabalhos fotográficos da sua autoria.

Durante alguns anos (até 1967) acumulou a prática de engenharia com a fotografia. Nesta fase trabalhou com essencialmente com publicações ligadas ao Teatro. Como nota pessoal, sempre senti que existe um carácter fortemente teatral na fotografia de Koudelka … o que não é claro para mim é se foi isso que o levou ao teatro ou se foi a exposição ao teatro que moldou o seu olhar.

Em 1968 regressou à República Checa apenas dois dias antes da invasão pelas tropas soviéticas. As suas (extraordinárias) fotografias da invasão foram publicadas sob pseudónimo (com receio de represálias sobre si e a sua família). Curiosamente, foram captadas sem o intuito de vir a ser publicadas. Koudelka fotografou como se fossem (apenas) para si. “I’d just gotten back from Romania, where for months I was photographing Gypsies, and my friend called me and said, “The Russians are here.” I picked up the camera, went out on the street, and I photographed just for myself. I’d never photographed events before. These pictures weren’t meant to be published. Finally they were published one year later, which is interesting, because they weren’t news anymore.”

Estas mesmas fotografias (ainda anónimas) receberam a medalha de ouro Robert Capa no ano seguinte. Torna-se um exilado político em 1970 e junta-se pouco depois à agência Magnum. O resto é história.

E é uma história de liberdade. Tem sido um nómada, fotografando apenas o que lhe interessa e em diferentes geografias onde se demora o tempo que for preciso. Nunca procurou o luxo ou o conforto. Há múltiplos relatos de ter dormido no chão com os ciganos quando fotografou essas comunidades. Ou de ter dependido de colegas da Magnum para ter acesso a película e a meios para a poder revelar.

Sem família, casa ou rendimento fixo, tem como luxo ser dono do seu tempo. Como referiu numa entrevista:

Laura Hubber: You’re famous for not taking assignments. How do you choose your subjects?

Koudelka: I know what I want to do and I do it. And I’ve created conditions so I can do it—I’ve been doing it for 45 years. People who do assignments are being paid and they are supposed to do something. I want to keep the freedom not to do anything, the freedom to change everything.”

Koudelka é também assumidamente uma pessoa intuitiva. Em todos os aspectos da sua vida e, naturalmente, fotografia incluída. Questionado sobre como escolhe os seus temas: “I’m an intuitive person. You know, people ask all the time why I photographed gypsies. I’ve never known. I’m not particularly interested to know.”

Empatia. Koudelka disse que nunca conheceu uma má pessoa. E elabora: “Have a look at the Russian soldiers [nas minhas fotografias da invasão de Praga]. Okay, they were invaders. But at the same time, they were guys like me. They were maybe five years younger. As much as it might sound strange, I didn’t feel any hatred toward them. I knew they didn’t want to be there. They behaved a certain way because their officers ordered them to. I become friendly with some of them. In a normal situation, I’d have invited these guys to have a drink with me.”

Ou, noutra circunstância, em Israel: “Once I was in East Jerusalem with a photographer friend who went with me. We were planning to eat sandwiches under the trees. Suddenly, soldiers ran over with guns. One of them hit and broke my camera. But when I looked in his face, he had the same fear as the Russian soldiers in ‘68. I’m sure if I’d had the opportunity to talk to this guy, he would never have done that.”

A fotografia de Koudelka é fascinante. O homem não é menos.


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor.


Integrar pela Arte

Integrar pela ArteUm dos nossos territórios de trabalho situa-se na área da dinamização social, que procura promover a oferta de formação em fotografia a públicos cujo acesso a oportunidades educacionais ligadas à expressão artística possa estar comprometido, como é o caso de pessoas portadoras de deficiências visuais, motoras ou mentais ou pessoas social e/ou economicamente carenciadas.

Para atingirmos o nosso objectivo de inclusão pelas práticas artísticas, desenvolvemos o projecto Integrar pela Arte, que desde o início trabalhou em três vertentes: MEMÓRIA, IDENTIDADE e TERRITÓRIO – culminando nos dois projectos que dinamizamos actualmente:  ESTE ESPAÇO QUE HABITO e IMAGINE CONCEPTUALE. Assim, através destas iniciativas, pretendemos que todos os cidadãos disponham das mesmas oportunidades na utilização da fotografia democratizando o seu acesso e potenciando o seu valor como ferramenta criativa.


Este Espaço Que Habito, 4 locais de exposição.

Durante o ano de 2016, apresentámos o projecto Este Espaço Que Habito em quatro locais.

Na Galeria de Arte do Paço da Cultura do Município da Guarda, na Casa das Artes no Porto, na Maria Pia Galeria em Lisboa e na Sala da Cidade, em Coimbra. Em 2017, a exposição será apresentada no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico.

 #mef #eeqh#esteespacoquehabito #integrarpelaarte #partisfcg 

 


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Workshop de Fotografia em Festivais de Música, Misty Fest 2016

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O Movimento de Expressão Fotográfica – MEF em colaboração com a Associação Portuguesa de Festivais de Música – APORFEST, promove um novo Workshop de Fotografia em Festivais de Música, para a cobertura fotográfica do festival Misty Fest 2016, nos seus concertos em Lisboa. Esta será a 3ªvez consecutiva que este momento acontece no festival (veja as imagens dos alunos nas edições anteriores – aqui  e  aqui).

O workshop é composto por: uma componente teórica de fotografia de espectáculo e uma parte prática a realizar ao longo de todo o festival. A parte prática é composta por fotografia dos espectáculos que vão fazer parte do festival.

Programa completo e Inscrições em: http://www.mef.pt/mef/workshop-de-fotografia-em-festivais-de-musica-misty-fest/


Este Espaço Que Habito em Coimbra

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Pormenor da exposição, ao todo estão expostas 17 imagens em 11 estruturas que pretendem simular uma câmara estenopeica.

Exposição Este Espaço Que Habito, inaugura amanhã às 16h. Sala da Cidade, Coimbra.

 

Entre 2014 e 2016, o Movimento de Expressão Fotográfica voltou a realizar o projecto Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito, nos Centros Educativos em parceria com o Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil e com o financiamento do PARTIS – apoio a projetos sociais destinados à integração social através das práticas artísticas, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Ler mais…

#mef #esteespacoquehabito #partisfcg#integrarpelaarte #huaweip9


 

3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Golegã, Reino Unido, Avintes.

Continuamos a divulgar 3 atividades à quinta-feira,  sendo a imagem a base das nossas propostas.


captura-de-ecra-2016-10-06-as-15-50-53Decorre de 9 a 15 de outubro de 2016, a 5.ª Semana da Fotografia da Golegã organizada pelo Instituto Politécnico de Tomar através do seu mestrado em Fotografia e pelo Centro de Estudos em Fotografia da Golegã.


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Format – Festival de fotografia contemporânea no Reino Unido que ocorre na cidade de Derby, na Inglaterra. Tem edição bianual e expõe trabalhos de novos talentos da fotografia mundial.


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Existe há três anos consecutivos, o iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes! O iNstantes já não é só um festival fotográfico. Na sua programação encontramos para além das exposições fotográficas, também concertos de música e apresentações de livros. Pela primeira vez, a Junta de Freguesia de Avintes assumiu ser a entidade organizadora, ficando Pereira Lopes com a responsabilidade da Direção do Festival.


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.

#mef #omefsugere #3propostasfotograficasaquintafeira