Integrar pela Arte, apresentação na ESEC

Hoje vamos estar na ESEC a falar dos projectos Imagine Conceptuale e Este Espaço Que Habito, assim como das viagens documentais que organizamos. A entrada é livre.captura-de-ecra-2016-11-22-as-02-22-13


 

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Um fotógrafo às terças – Miguel Rio Branco

A fotografia humanitária que vai mudar o mundo é um blefe. Ela funciona por um tempo, e não vai atingir muitas pessoas. Além disso, a questão da imagem está absolutamente deturpada. Vivemos em um mundo em que tudo é marketing

Miguel Rio Branco, nasceu em 1946 nas Ilhas Canárias, filho de diplomatas brasileiros. Como tal, teve uma infância nómada, tendo passado por países como os Estados Unidos, Argentina, Suíça ou … Portugal. A diversidade de estímulos a que foi exposto terão contribuído para o seu ecletismo: Miguel é, além de fotógrafo, pintor e realizador. Aliás, as primeiras exposições públicas que realizou foram das suas pinturas – em 1964 (contava apenas 18 anos).

A fotografia surgem 1970. Nesse ano regressa a Nova Iorque (onde já tinha vivido entre 1964 e 1967) e ingressa na School of Visual Arts onde permaneceu apenas um mês (!) antes de ter decidido iniciar as suas explorações por conta própria da cidade com fotografia de rua (começando pela zona onde vivia e com maior ênfase nos bairros de Bowery e East Village).

A exploração fotográfica de Nova Iorque ressoa internamente e fá-lo descobrir pontos de contacto com a sua pintura e com artistas que admira como Goya: “I went into the decaying parts of New York, something I was already depicting in painting, but with my photography I explored the people there, not just the buildings. Although my photographs were black and white, the paintings I did during my early years in New York, employed color in a way that would come into my photographic work later on. I’m not a colorist like Matisse; I’m much darker like Goya – those colors were the colors of those old buildings in New York at that time.”

Em 1980, um fogo nos seus arquivos, em São Paulo, destruiu quase todo este legado. Salvaram-se os negativos que estavam com ele. Mas o melhor ainda estava para vir …

Rio Branco trabalhava como fotógrafo freelancer e director de fotografia de filmes quando se iniciou na fotografia documental e o seu trabalho rapidamente se destacou pelo seu carácter dramático. Fascinado pelos contrastes fortes e a saturação das cores tropicais, fez do Brasil o principal palco das suas explorações fotográficas. A ruina, a marginalidade, a pobreza, a exclusão marcam a sua obra. Em 1985 publicou o trabalho Dulce Sudor Amargo. Neste livro capta as diferentes faces da cidade de Salvador da Baía, desde o seu lado mais sensual e luminoso ao mundo de prostituição e mendicidade. Luz e sombra. Vida e morte. Sempre os contrastes – literal e metaforicamente.

Com um outro livro – Nakta – distancia-se do registo documental para seguir uma via mais experimentalista. Instalações, formatos híbridos nos quais vídeo e fotografia coexistem (bem como imagens extraídas de vídeo), têm vindo a marcar o seu trabalho. E a fotografia surge cada vez menos como imagem isolada: Rio Branco justapõe imagens. Em dípticos, trípticos e polípticos. Estas composições visuais encontram-se entre as mais fascinantes da fotografia do nosso tempo.

Impossível de ser etiquetado e colocado numa gaveta, o universo pictórico de Rio Branco é de uma riqueza inesgotável. Provavelmente o mais extraordinário fotógrafo brasileiro vivo.

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Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. A curadoria foi de João Jarego.


Amigo João.

Agradecemos a tua partilha e participação na rubrica “Um fotógrafo às terças”. A tua dedicação foi de grande importância para a divulgação da fotografia e contribuiu para o conhecimento fotográfico de quem acompanhou semanalmente os “teus fotógrafos”. A tua contribuição superou a nossa expectativa, muito obrigado.

Grande Abraço,

Luís Rocha

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Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco

Anunciamos uma nova ação de formação para o primeiro semestre de 2017, conjugando assim 3 áreas formativas distintas: o Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal, com incidência na fotografia documental e numa interpretação pessoal da realidade observada; o Curso de Fotografia Aplicada, ligado a um lado mais técnico da fotografia com especial foco no trabalho com luz e na edição digital e esta nova formação Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco, onde será procurado um lado mais autoral, mais pessoal, com o objectivo de construção de narrativas visuais.

Baseado em trabalho de laboratório a preto e branco e na tomada de imagens em processo película, desafiaremos os participantes à construção de um projeto autoral fundamentado na interpretação da obra referida e que possibilitará um percurso performativo na linguagem fotográfica, desde da tomada de imagem até à impressão final.

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Nesta ação de formação, propomos a análise da obra “NUEZ”, um livro feito de poemas (Rui Baião) e de fotografias (Paulo Nozolino), dentro de dois discursos cúmplices, que se cruzam entre si. Podemos entender, durante o percurso de leitura deste livro, que os autores trilham um caminho na dura realidade do presente, com um discurso visual que deambula entre imagens construídas na sombra e na solidão e nas palavras, que refletem uma paisagem decadente. Não se pretende que o trabalho desenvolvido seja uma réplica da obra em questão, mas sim de uma re-interpretação dos conceitos presentes na obra, em que esta surge como mote inicial de trabalho.

Curso de Fotografia Aplicada

Em 2017, lançamos uma nova ação de formação, Curso de Fotografia Aplicada, que tem como objectivo sedimentar conhecimentos e despertar questões relativas à fotografia.

Durante o curso o aluno é convidado a experimentar duas áreas da fotografia, a luz e a edição digital, permitindo assim um melhor conhecimento das técnicas fotográficas para uma apreensão das estéticas inerentes às mesmas.

As disciplinas incluídas no Curso de Fotografia Aplicada são: Iluminação em Estúdio e em Exterior; Tratamento Digital da Imagem desde a captura digital à impressão.

Mais informações e Inscrições em: Curso de Fotografia Aplicada

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Apresentação de Projetos Autorais – El Silêncio de Las Cosas, Josef Sudek, Revisitado; Narrativas e Tariq.

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7ª FEIRA DO LIVRO DE FOTOGRAFIA DE LISBOA 25, 26 e 27 de novembro de 2016

Sábado, dia 26 de novembro às 12h30 na sala de Leitura do Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, haverá a partilha de 3 projetos do MEF, entre outras apresentações. Rui Esteves apresenta “Narrativas” a partir da obra Extraños de Juan Manuel Castro Prieto, Rita Pedrosa apresenta “El silêncio de las cosas, Josef Sudek, revisitado” com base na obra homónima de Josef Sudek e Inês Albuquerque apresenta “TARIQ”, viagem documental em Marrocos em Setembro de 2015.

Mais informações em: https://www.facebook.com/LisbonPhotobookFair


Fotografia Documental e Projecto Pessoal

O curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

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Grupo Excursionista “Vai-Tu”, Lisboa. © Luís Rocha, 2015.

O percurso formativo está dividido em três grandes blocos, em regime de “oficinas”, que serão três espaços de trabalho específicos e completos. Cada oficina fornece ao participante a totalidade das competências propostas em cada um dos temas. Os alunos podem frequentar as três oficinas na totalidade (completando o curso) ou alguma das oficinas de forma autónoma, de acordo com o seu interesse.

Vamos trabalhar a fotografia documental através do conhecimento da sua história, da análise visual e no debate subjacente à construção da narrativa de projetos fotográficos contemporâneos. Incidimos a nossa atenção na elaboração de projetos documentais, convidando fotógrafos que trabalham na área da imagem documental a discutirem os temas da sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica, e a analisarem os trabalhos fotográficos produzidos pelos participantes.

Finalizamos a ação de formação com a criação de suportes de divulgação dos projetos, com especial foco na construção de um livro fotográfico individual e do projeto expositivo colectivo.

Pretende-se que o aluno fique munido de ferramentas visuais e interpretativas para a construção de um discurso documental próprio.

Coordenação : Luís Rocha

Formadores:

José Oliveira – História da Fotografia Documental Universal e Alexandre Pomar – Debates e Linguagens da Fotografia Documental Portuguesa são os convidados para a 1ª Oficina que nos trazem um pouco da história da imagem, universal e Portuguesa.

Na 2ª Oficina, teremos um leque alargado de fotógrafos que trabalham diversos temas: Luís Rocha – Acompanhamento dos projetos. Nelson d´Aires – Análise e crítica das narrativas visuais construídas, leitura dos trabalhos fotográficos produzidos. Ângelo Lucas | Somos como nos Representamos? João Mariano | Planificação de um Projeto fotográfico. Clara Azevedo | Documento fotográfico enquanto registo de Memória. Céu Guarda | Território fotográfico como documento da sociedade e das emoções. Luísa Ferreira | a sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica. Tânia Araújo | A fotografia documental como ferramenta de Inclusão.

A finalizar o curso, temos na 3ª Oficina a construção de uma exposição e de um livro fotográfico com a participação de Bruno Castro – Livro Fotográfico. Atelier Ilhas Studio – Construção de Fotolivro e Cláudia Camacho – Curadoria de Exposições.

Mais informações e inscrições AQUI


Imagens e Debates, primeira sessão.

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Rui Pedro Esteves durante a apresentação do trabalho produzido em Cuba.

Decorreu no passado dia 12 de Novembro, a primeira sessão da proposta Imagens e Debates, onde pretendemos proporcionar aos sócios a oportunidade de discutirem, em comunidade MEF, as imagens que produzem. As apresentações foram de Rui Pedro Esteves, Ana Rita Fernandes, Rita Castro e Catarina C. Sampaio com Moderação de Luís Rocha. As próximas sessão do  Imagens e Debates serão em 2017.


EXPOSIÇÃO DE MAQUETAS/DUMMIES da 7ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa

Estamos presentes  na  7ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa, promovida pela equipa  OS NOVOS SUSPEITOS, com diversas publicações. Apresentamos hoje o projecto editorial, que será ainda publicado este ano, “Narrativas”, de Ana Rodolfo, Catarina C. Sampaio, Nica Paixão, Nuno Correia, Pedro Martins, Rui Pedro Esteves. Trabalhos produzidos durante o  workshop “Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco” com orientação de Luís Rocha e Tânia Araújo.

14991355_1493778157305130_6914193764308288987_o“NARRATIVAS” Novembro 2016. Vários Autores – Edição MEF.


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Este livro “Narrativas” nasce da vontade de dar continuidade a um Workshop lançado pelo Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) com a duração de 4 meses, que tinha como objectivo a utilização de película fotográfica e a prática laboratorial em preto e branco apoiada numa interpretação e reflexão pessoal sobre a obra “Extraños” do fotógrafo Juan Manuel Castro Prieto (1958). Tomando esta obra como ponto de partida, pretendia-se não só proporcionar conhecimentos de técnicas de impressão em laboratório mas, essencialmente, pensar a imagem fotográfica como forma de expressão pessoal no contexto de um trabalho autoral em que a partilha, a crítica, e a edição de imagem foram partes integrantes. Com a extensão do trabalho agora em forma de livro, coloca-se em contexto as diferentes narrativas pessoais. Pretende-se fechar o ciclo que começou com uma ideia comum mas que o percurso, a experiência e a personalidade de cada um moldou e assimilou à sua maneira. (os autores)

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25 | 26 | 27 de Novembro de 2016
Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma 246, 1100-394 Lisboa – Portugal


Encontrado na Net. #21

Às quartas-feiras, com pesquisa de Tânia Rodrigues, divulgamos na página do facebook do MEF a rubrica: #‎encontradonanetmef‬.

E se vos tirassem uma fotografia na rua há 20 ou 30 anos atrás e a repetissem hoje, as diferenças seriam muitas? Foi o que o fotógrafo de rua Chris Porsz fez. Descubram as semelhanças e as mudanças.

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#1 Dog And Tina (1985 And 2015)
O restante trabalho em:

UM FOTÓGRAFO ÀS TERÇAS – Constantine Manos

“Try not to take pictures which simply show what something looks like. By the way you put the elements of an image together in a frame show us something we have never seen before and will never see again.

Constantine Manos, filho de emigrantes gregos – como o seu nome deixa adivinhar, nasceu no estado da Carolina do Sul, Estados Unidos, no ano de 1934. Começou a fotografar com 13 anos – idade com que ingressou no clube de fotografia da escola que frequentava. Licenciou-se na Universidade da Carolina do Sul (em 1955) com um major em literatura inglesa. Fez o serviço militar, após o qual se mudou para Nova Iorque. Trabalhou para a Orquestra Sinfónica de Boston e diversas publicações.

No período compreendido em 1961 e 1965 regressa às suas origens e vive na Grécia, dedicando-se a fotografar o seu povo, os seus costumes e a sua paisagem.

Regressa aos Estados Unidos. Abraça a cor e é aqui que encontra o seu “elemento”. Fotografa a cultura e modo de vida americanos e fa-lo com cores vívidas. As imagens do seu volume “America Color” foram captadas na sua totalidade em Kodachrome 64; no seu “segundo take”, “America Color 2” já coabitam imagens captadas em filme e suporte digital. Tem-se mantido fiel à Leica e a summicron 28 tem sido a sua lente de eleição.

A fotografia de Manos enquadra-se claramente na categoria de fotografia de rua. Esta é, porém, uma expressão que não aprecia: prefere chamar-lhe “photography in the public domain”. Manos não se interessa por imagens que não incluam a figura humana. E dá uma maravilhosa explicação para tal: “Shooting people is more beautiful, because it is more difficult.”

A dificuldade é ainda maior por Manos ser tímido e não gostar de dar nas vistas quando fotografa. Para mais, fotografar com uma lente de 28 mm implica proximidade … Manos partilha três conselhos para se aproximar sem se fazer notar: “Don’t move abruptly, a hunter doesn’t jerk around and is smooth when hunting.”, “Don’t make eye contact with your subjects (and they won’t notice you).” e “Pretend like you’re photographing something behind somebody.”

Inevitavelmente, surgem situações nas quais é “apanhado”. Nessas, se alguém lhe pergunta o que está a fazer, responde “I’m just a photographer having a nice time.”

Um aspecto notável na fotografia de Manos é sua complexidade. Uma complexidade que nunca deixa de ter “leitura” e não se torna confusa. Este “flirt” com os limites do caos fascina-me. E é uma complexidade que se desobra em duas dimensões.

Temos, por um lado, uma complexidade “física”. Esta manifesta-se na profusão de elementos que compõem a imagem. Pessoas, objectos, animais, coisas. Cores. Formas. Planos.

Por outro, complexidade “emocional”. Há um elemento de mistério, de intriga no que se passa. Para tal contribui a escolha judiciosa por parte de Manos do que é mostrado. Mas, não menos importante, do que fica por mostrar. São imagens que questionam. Quem é aquela gente? Qual a relação entre as pessoas que surgem na imagem? O que sentem? O que fazem aí?

Este elemento de mistério é reforçado por outro dos princípios de Manos: “Never take a picture of anyone looking at the camera, or else the photo is destroyed.” Não concordo com Manos, mas percebo-o. Creio ser algo que faz sentido na sua visão fotográfica do mundo, mas que não pode ser generalizado como princípio absoluto. Porém, na senda do aprofundamento do “mistério”, esta é uma estratégia eficaz e que contribui para a referida complexidade emocional das imagens de Manos.

Um dos olhares fotográficos mais frescos e inspirados do nosso tempo.

manos_01Crete. Chania. 1967. Man reading newspaper. "A Greek Portfolio" p.87manos_03USA. New York City. 2004. Times Square.manos_05manos_06manos_07USA. Fort Lauderdale, Florida.  2000.USA. Daytona Beach, Florida. 1999.manos_10manos_11USA. New York City. 2005. Times Square.


Os fotógrafos desta rubrica, estão disponíveis, após a sua publicação, em: Um fotógrafo às terças, com acesso ao arquivo por  nome de autor. Curadoria de João Jarego.

#umfotografoastercas


 

Apontamentos do projecto Imagine Conceptuale

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João Gonçalves a fotografar o Castelo de Almourol. Agradecimentos à Junta de Freguesia de Tancos e à Junta de Freguesia da Praia do Ribatejo pelo apoio logístico.

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José Oliveira com Tânia Araújo a fotografar as memórias ligadas à sua atividade profissional.

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Andreia Monteiro no Museu do Mar Rei D. Carlos em Cascais, a quem agradecemos todo o apoio na execução desta sessão fotográfica.
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Aliu Baio na Boca do Inferno (Cascais) durante a sessão fotográfica.

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Elisa Gaboleiro no Palácio da Cidadela de Cascais. Agradecemos à Presidência da República, a Bruno Ribeiro (e restante equipa do Museu da Presidência da República) e a Cláudia Pio pelo contributo para a realização desta sessão fotográfica.
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Maria de Fátima, com alguns dos elementos da Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais,  recorda os seus tempos de escola. Agradecimento ao Centro Social da Quinta da Boavista.

 

o MEF no II Ciclo de Conferências da ADSFAN

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© Liliana Salvador

Foi com o maior gosto que estivemos presentes no “II Ciclo de Conferências” organizado pela Associação de Desenvolvimento Social da Freguesia de A-dos-Negros. Na imagem, Tiago Santos, apresenta o projecto Este Espaço Que Habito, um projeto MEF integrado no PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian.


 

Mês da Fotografia 2016, O Ensino da Fotografia em Portugal

13724112_506766552867805_3020428413060227424_oFomos convidados pela Divisão de Programação Cultural da Câmara Municipal a estar presentes na iniciativa inserida no Mês da Fotografia  do Barreiro 2016: “O Ensino da Fotografia em Portugal”,  que acontece a 27 novembro, domingo entre as16h00 e as 19h00 com Entrada livre, no Auditório Municipal Augusto Cabrita. José Oliveira, formador e membro da direção, estará a representar o MEF neste debate VER PROGRAMA.

O ENSINO DA FOTOGRAFIA EM PORTUGAL

Moderação: Arlindo Pinto

Atualmente, com a grande expansão da fotografia em Portugal, são inúmeras as instituições que apostam na sua formação, cada uma com uma abordagem própria. Desta forma, foram convidadas várias escolas a participarem numa conversa informal sobre o tema.
Para o evento estarão representadas diversas escolas de fotografia portuguesas: Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (António Lopes), Movimento de Expressão Fotográfica  (José Oliveira), Ateliê de Lisboa (Bruno Sequeira), Ar.co (José Soudo), Cenjor – Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (Flávio Andrade), Universidade IADE (Nuno Saldanha), Instituto Politécnico de Tomar (Valter Ventura), Instituto Português de Fotografia (Mário Sarmento) e Universidade Lusófona (Orlando Franco).


Fotografia Documental e Projecto Pessoal

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Grupo Excursionista “Vai-Tu”, Lisboa. © Luís Rocha, 2015.

Inscrições abertas para o Curso de Fotografia Documental e Projeto Pessoal. Três Oficinas que serão espaços de trabalho específicos e completos para desenvolvimento de trabalho documental.

Inscrições e informações: http://www.mef.pt/mef/fotografia-documental-e-projecto-pessoal/


 

O PROJECTO IMAGINE CONCEPTUALE NO MUSEU COLEÇÃO BERARDO

Em parceria com o Museu Coleção Berardo, o MEF, através  do projecto IMAGINE CONCEPTUALE, desafiou o Serviço Educativo do Museu para que sejam explorados caminhos que têm como objectivo o de facilitar o acesso à obra de arte por pessoas com deficiência visual.

Agradecemos ao serviço educativo do Museu Coleção Berardo por ser parceiro neste desafio.14908298_1355112947832292_8928019681047536737_n

#mef #imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #museuberardo