“BURUNTUMA – algum dia serás GRANDE …

Inserida na vertente da fotografia documental que o MEF tem procurado dinamizar nas suas atividades, iniciamos hoje uma nova rubrica – a publicação de um pequeno ensaio fotográfico,  imagens e textos do livro “BURUNTUMA – algum dia serás GRANDE …” com autoria de Jorge Ferreira, sócio do MEF.


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Retrato de jovem Fula © Jorge Ferreira

BURUNTUMA – algum dia serás GRANDE …” é um livro de fotografia, uma reportagem fotográfica sobre um pelotão misto (20 militares guinéus e igual número de metropolitanos pertencentes ao ESQ. CAV. 252) que durante 11 meses (1961/62) esteve destacado naquela povoação fronteiriça.

Jorge Ferreira, através das suas imagens com mais de 50 anos, pretendeu testemunhar a actividade militar desenvolvida naquela Região – “Chão Fula” – e traçar um retrato das gentes que o habitava .


 

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Capa do Livro

“BURUNTUMA – algum dia serás GRANDE …” será publicado às terças-feiras.


 

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Este Espaço Que Habito no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, inaugura a 11 de Fevereiro.

A partir do próximo dia 11 de Fevereiro apresentamos em Lisboa o trabalho fotográfico desenvolvido nos Centros Educativos com o projeto Este Espaço que Habito. A exposição será composta por estruturas metálicas com imagens à transparência em forma de caixas de luz, que pretendem identificar o trabalho desenvolvido com o processo estenopeico (pinhole). Estará também em projecção, em sala independente da exposição, o documentário realizado durante o projecto e que mostra o processo de trabalho.


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Exposição “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” 

Produção: Movimento de Expressão Fotográfica

Imagens: Jovens dos Centros Educativos

Coprodução da exposição: Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico

Documentário “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito”

Realização: Movimento de Expressão Fotográfica

Imagem: Luís Rocha

Produção e montagem: Tânia Araújo

Participação: dos diretores – Rogério Canhões, Ângela Portugal, António Viana e dos técnicos – Maria Moreira, Isabel Ferreira, Paula Teixeira e Eduardo Garrido.

Música: jovens do centro educativo Padre António Oliveira

Financiamento: programa PARTIS – Práticas Artísticas para Inclusão Social da Fundação Calouste Gulbenkian.

Parceria Institucional: Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil


Local: Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico

Morada: Rua da Palma,  246, 1100 – 394 Lisboa

Horário: de segunda a sábado das 10h00 às 19h00

Datas de exposição: 11 de Fevereiro a 25 de Março 2017

Inauguração: 11 de Fevereiro pelas 17h00


O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) desafiou os jovens em cumprimento de medida tutelar de internamento nos Centros Educativos a captarem imagens do espaço onde se encontram e da cidade que os acolhe.

Este desafio lançado no âmbito do projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” dividiu-se, essencialmente, em quatro partes: na construção de câmaras pinhole por cada um dos jovens, na escolha dos locais a fotografar, na revelação e escolha das imagens captadas e na construção de um diário onde os jovens foram registando o processo criativo e aquilo que foram sentindo e aprendendo ao longo do projeto.

O MEF levou este projeto a 180 jovens dos Centros Educativos das cidades de Lisboa, Coimbra, Guarda e Porto, por onde esta exposição foi passando ao longo dos últimos meses.

Objetivos do projeto

O MEF, numa perspetiva de continuidade de projetos anteriores de Integração pela Arte, pretende com o projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” trabalhar com os jovens questões como a motivação, o desenvolvimento das capacidades de observação e reflexão das expressões artísticas, mas também o desenvolvimento e descoberta pessoal, a promoção da auto-estima e confiança, bem como a capacidade de partilha e cooperação.

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 #mef #eeqh#esteespacoquehabito #integrarpelaarte #partisfcg


A exposição “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” vai estar patente no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, em Lisboa, de 11 de Fevereiro a 25 de Março 2017.


Este Espaço Que Habito no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico

A partir do próximo dia 11 de Fevereiro apresentamos em Lisboa o trabalho fotográfico desenvolvido nos Centros Educativos com o projeto Este Espaço que Habito. A exposição será composta por estruturas metálicas com imagens à transparência em forma de caixas de luz, que pretendem identificar o trabalho desenvolvido com o processo estenopeico (pinhole). Estará também em projecção, em sala independente da exposição, o documentário realizado durante o projecto e que mostra o processo de trabalho.


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Exposição “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” 
Produção: Movimento de Expressão Fotográfica
Imagens: Jovens dos Centros Educativos
Coprodução da exposição: Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico

Documentário “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito”
Realização: Movimento de Expressão Fotográfica
Imagem: Luís Rocha
Produção e montagem: Tânia Araújo
Participação: dos diretores – Rogério Canhões, Ângela Portugal, António Viana e dos técnicos – Maria Moreira, Isabel Ferreira, Paula Teixeira e Eduardo Garrido.
Música: jovens do centro educativo Padre António Oliveira

Financiamento: programa PARTIS – Práticas Artísticas para Inclusão Social da Fundação Calouste Gulbenkian.

Parceria Institucional: Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil


Local: Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Morada: Rua da Palma,  246, 1100 – 394 Lisboa
Horário: de segunda a sábado das 10h00 às 19h00
Datas de exposição: 11 de Fevereiro a 25 de Março 2017
Inauguração: 11 de Fevereiro pelas 17h00


O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) desafiou os jovens em cumprimento de medida tutelar de internamento nos Centros Educativos a captarem imagens do espaço onde se encontram e da cidade que os acolhe.

Este desafio lançado no âmbito do projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” dividiu-se, essencialmente, em quatro partes: na construção de câmaras pinhole por cada um dos jovens, na escolha dos locais a fotografar, na revelação e escolha das imagens captadas e na construção de um diário onde os jovens foram registando o processo criativo e aquilo que foram sentindo e aprendendo ao longo do projeto.

O MEF levou este projeto a 180 jovens dos Centros Educativos das cidades de Lisboa, Coimbra, Guarda e Porto, por onde esta exposição foi passando ao longo dos últimos meses.

Objetivos do projeto
O MEF, numa perspetiva de continuidade de projetos anteriores de Integração pela Arte, pretende com o projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” trabalhar com os jovens questões como a motivação, o desenvolvimento das capacidades de observação e reflexão das expressões artísticas, mas também o desenvolvimento e descoberta pessoal, a promoção da auto-estima e confiança, bem como a capacidade de partilha e cooperação.

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 #mef #eeqh#esteespacoquehabito #integrarpelaarte #partisfcg


A exposição “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” vai estar patente no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, em Lisboa, de 11 de Fevereiro a 25 de Março 2017.


O MEF na Índia, 2016, workshop de fotografia documental e reportagem social.

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Para ver o vídeo, clicar na imagem.

Em Dezembro de 2016, O MEF organizou um workshop de fotografia documental e de reportagem social na Índia inserido numa proposta de aprendizagem em torno da imagem. O vídeo apresenta as “group photos” que foram realizadas ao longo da viagem e que marcam os vários momentos do percurso.


 

A fotografia documental, processos de trabalho.

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No decorrer da Oficina 2, do Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal, direcionamos a formação à elaboração de projetos documentais com o convite a fotógrafos, que trabalham na área da imagem documental, a discutirem os temas da sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica, e a analisarem os trabalhos fotográficos produzidos pelos participantes.  Inscrições abertas!


Curso de Iniciação à Fotografia

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural.

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No final do curso de iniciação à fotografia os formandos deverão estar habilitados a:

·  Identificar os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Trabalhar com os princípios básicos da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

Mais informações em: Curso de Iniciação à Fotografia, edição de quarta-feira; edição de segunda-feira.


 

A exposição do projecto Este Espaço Que Habito em Lisboa

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Agora em Lisboa, damos novamente a conhecer ao público as imagens que os jovens captaram nas várias cidades por onde o projeto passou. A exposição “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” vai estar patente no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, de 11 de Fevereiro a 25 de Março 2017. Mais informações em: EEQH em Lisboa.


Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal

O Curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal tem por objectivo dotar os alunos de competências específicas para o desenvolvimento da “sua” fotografia no campo documental, bem como prepará-los e acompanhá-los no desenvolvimento de um projecto próprio.

Inscrições abertas para a Oficina 2

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Na Oficina 1, já estamos a trabalhar a fotografia documental através do conhecimento da sua história, da análise visual e no debate subjacente à construção da narrativa de projetos fotográficos contemporâneos.

Na Oficina 2, incidimos a nossa atenção à elaboração de projetos documentais, convidando fotógrafos que trabalham na área da imagem documental a discutirem os temas da sociedade contemporânea a partir de uma interpretação fotográfica, e a analisarem os trabalhos fotográficos produzidos pelos participantes.

Finalizamos a ação de formação com a criação de suportes de divulgação dos projetos, com especial foco na construção de um livro fotográfico individual e de um projeto expositivo colectivo, concluindo a Oficina 3 com dois produtos fotográficos: livro e exposição.


Curso de Iniciação à Fotografia às segundas-feiras

O Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

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Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural. Mais informações e Inscrições AQUI.

Curso de Iniciação à Fotografia às quartas-feiras

O Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

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Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural. Mais informações e Inscrições AQUI.


Documentário Este Espaço Que Habito no “Isto é PARTIS” da FCG.

É com grande prazer que anunciamos a estreia da versão final do documentário realizado em torno do projeto Este Espaço Que Habito.
A apresentação está marcada para dia 14 de janeiro, às 15 horas, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian.

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Integrado no evento Isto é PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian, apresentamos na Fundação Calouste Gulbenkian (Edifício Sede – Auditório 3) o documentário que retrata o projeto “Este Espaço Que Habito”, que usou a fotografia como ferramenta de expressão para jovens a cumprirem medidas tutelares de internamento em seis Centros Educativos, entre 2014 e 2015.
Para trabalhar o autoconhecimento e as competências sociais a partir da fotografia, estes jovens começaram por construir as suas próprias câmaras escuras estenopeicas, também conhecidas por câmaras pinhole, escolheram os locais a fotografar a partir das quatro cidades onde o projeto esteve a ser desenvolvido, revelaram, editaram e finalmente refletiram sobre o trabalho desenvolvido.


Ficha Artística e Técnica

Realização: Movimento de Expressão Fotográfica

Imagem:Luís Rocha

Produção e montagem: Tânia Araújo

Participação: dos diretores – Rogério Canhões, Ângela Portugal, António Viana e dos técnicos – Maria Moreira, Isabel Ferreira, Paula Teixeira e Eduardo Garrido.

Música: jovens do centro educativo Padre António Oliveira

Apoio do Programa PARTIS / Fundação Calouste Gulbenkian

A apresentação do documentário será seguida de debate sobre a utilização da arte enquanto ferramenta de inclusão social.