Vietname e Cambodja, uma formação fotográfica

Entre 1 e 17 de Dezembro de 2017, realizamos o workshop de fotografia documental no Vietname e Cambodja. Esta ação de formação tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura do sudeste asiático e será orientado por uma equipa de dois formadores do MEF, que acompanhará os projectos individuais a desenvolver pelos participantes.

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A formação fotográfica incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter de documento. A abordagem fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando os modos de vida da população local.

Diário de viagem documental construído no Vietname em 2016

Para mais detalhes sobre esta ação de formação no Sudeste Asiático:

http://www.mef.pt/mef/workshop-de-fotografia-documental-no-sudeste-asiatico-vietname-e-cambodja


 

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Exposição Imagine Conceptuale em Viana do Castelo

PrintNo próximo dia 14 de Outubro, nos Antigos Paços do Concelho em Viana do Castelo, acontece a primeira mostra pública das imagens produzidas no projecto Imagine Conceptuale. Esta exposição tem o apoio cultural da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

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Imagem visível e interpretação a traço/relevo

O projecto Imagine Conceptuale em Viana do Castelo, foi dinamizado em parceria com a IRIS Inclusiva e contou com o financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian através do programa PARTIS.

#imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #mef


 

Livro Este Espaço Que Habito

Este Espaço Que Habito

Vários autores
Edição:  Movimento de Expressão Fotográfica
5€

Sinopse
Integrar através da fotografia foi o ponto de partida do projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” desenvolvido pelo Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) com jovens em cumprimento de medida tutelar de internamento, em diferentes Centros Educativos do país: Lisboa, Porto, Coimbra e Guarda.
livro é o resultado deste projeto dinamizado nos anos 2014/16, que pretendeu fazer com que os jovens tivessem contacto com a fotografia, com a técnica e como forma de expressão pessoal, ao mesmo tempo que refletissem sobre o espaço que habitavam no momento em que estavam em cumprimento da medida tutelar. Trata-se de um processo totalmente participativo, uma vez que cada um destes jovens construiu a sua própria câmara fotográfica – uma câmara estenopeica (fotografia pinhole), analisou as imagens produzidas e criou um diário final de reflexão sobre o trabalho.

O Projecto Este Espaço Que Habito para 2014/2016 teve como Parceiro Institucional o Ministério da Justiça e obteve Financiamento do Programa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian. O Livro que agora apresentamos contou com o apoio da Gráfica Municipal da Câmara Municipal de Lisboa.

O Livro Este Espaço Que Habito ainda não foi apresentado publicamente, mas já pode ser adquirido através da LojaMEF: http://www.mef.pt/mef/loja-livros-dinamizacao-social  ou presencialmente no espaço do MEF em Campolide a partir do dia 5 de Setembro (ver morada).


 

Curso de Iniciação à Fotografia

O Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

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Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural.

No final do curso de iniciação à fotografia os formandos deverão estar habilitados a:

·  Identificar os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Trabalhar com os princípios básicos da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

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[PROGRAMA COMPLETO]      [MAIS INFORMAÇÕES]


Imagine Conceptuale, percepção táctil das imagens impressas

Entramos numa nova fase do projecto Imagine Conceptuale – após a construção das imagens por parte do participantes no projecto, ensaiamos soluções para a percepção táctil das imagens impressas.

A primeira exposição deste projecto acontece no próximo dia 14 de Outubro nos Antigos Paços do Concelho em Viana do Castelo.

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Estudo para imagem audio-descrita, com descrição accionada ao toque.
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Estudo para imagem inclusiva, impressão cor  e percepção táctil.

Imagine Conceptuale é um projeto integrado no Programa PARTIS, da Fundação Calouste Gulbenkian e em parceria institucional com: Associação de Apoio e Informação a Cegos e Amblíopes, Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, Fundação Raquel e Martin Sain, Íris Inclusiva – Associação de Cegos e Amblíopes, Lar Branco Rodrigues. Parceria cultural com a Acesso Cultura, Barbado Gallery e FUJIFILM Portugal. Apoio Câmara Municipal Viana do Castelo e Eletrosertec.


 

Foto de Capa, Wish You Were Here dos Pink Floyd

20930556_10156954045827588_339401372_oFoto de Capa #6: no decurso da década de 1970 o colectivo de design Hipgnosis – http://www.hipgnosiscovers.com/ – tornou-se sinónimo de capas de disco arrojadas e enigmáticas muito por conta da sua colaboração no artwork de bandas rock conceituadas, com particular destaque para os Pink Floyd. De entre as várias capas icónicas que a Hipgnosis realizou para o grupo britânico, a de Wish You Were Here será não apenas uma das mais carismáticas mas porventura a mais representativa do uso da fotografia para captar o espírito e a temática de um álbum. Elaborado como um disco conceptual sobre as manipulações da indústria musical e o seu alegado contributo para o colapso mental do primeiro líder e compositor da banda, Syd Barrett, WYWH inspirou o director artístico Storm Thorgerson a pensar num conjunto de imagens que representassem simbolicamente esse conceito. A imagem de capa apresentando dois indivíduos de fato a apertarem a mão, um deles com o fato e cabelo a arder, evoca essa ideia de falsidade, alienação e de vazio emocional presente nesse gesto tão comum e tão presente em relações de trabalho. Pelo menos duas canções do disco, “Welcome to the Machine” e “Have a Cigar” abordam de forma bastante explícita a hipocrisia da indústria discográfica (representada pelos dois indivíduos) e a relação de manipulação e exploração desta para com os artistas. A expressão “getting burned” era aliás frequentemente usada no meio musical quando os artistas não recebiam os direitos de autor devidos. De uma forma mais genérica, Thorgerson afirmaria que a imagem era inspirada pela ideia de que as pessoas tendem a ocultar os seus sentimentos verdadeiros pelo receio de “serem queimadas”. A fotografia foi tirada pelo seu colaborador Aubrey “Po” Powell, junto aos estúdios da Warner Bros em Los Angeles, com recurso a dois duplos. O fogo na imagem é real e o duplo em causa, não obstante usar um fato à prova de fogo e um capuz escondido sob uma peruca, teve de se haver com uma súbita mudança de direcção do vento que lhe causou queimaduras no bigode e sobrancelhas. A Hipgnosis cessaria funções em 1983 deixando atrás de si um dos mais reconhecidos e carismáticos portfolios na direcção artística de álbuns da música popular.


Foto de Capa, insere-se na nova proposta do MEF de divulgação da fotografia. Com autoria e curadoria de Pedro Nunes.

#fotodecapamef #mef #omefsugere


Curso de Iniciação à Fotografia, nova edição

Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

Iniciacao2016

Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural.

No final do curso de iniciação à fotografia os formandos deverão estar habilitados a:

·  Identificar os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Trabalhar com os princípios básicos da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

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[PROGRAMA COMPLETO]        [INSCRIÇÃO]

 

Carga horária

50 Horas

Horário

Aulas Teóricas – 19h30m/21h30m

Aulas Laboratórios – 19h30m/22h30m

Datas de formação

9 de Outubro a 27 de Novembro de 2017 e de 8 de Janeiro a 19 de Fevereiro de 2018

NOTA: esta ação de formação interrompe durante o mês de Dezembro, recomeçando em Janeiro de 2018.

Dia de Formação

Segunda-feira

Valor da formação

160€

Incluídos

Material didáctico. Material químico de laboratório.

A adquirir

Papel fotográfico de P&B. Rolo fotográfico a preto e branco.

Formadores

Luís Rocha (Teoria e Lab. Digital) [nota biográfica]
Tânia Araújo (Lab. Preto e Branco) [nota biográfica]

Pré-requisitos

Aconselha-se o formando a ter máquina fotográfica manual própria, no entanto o MEF possui material fotográfico que pode disponibilizar nas saídas fotográficas.

Para frequentar o módulo de laboratório digital é necessário o formando possuir computador portátil com o programa  RawTherapee instalado.


Contactos

Telemóvel: 96 583 16 20 (Tânia Araújo)

Para esclarecimentos de dúvidas: Enviar Mensagem

Morada

Palácio de Laguares, R. Prof. Sousa da Câmara, 156

1070 – 215 Campolide, Lisboa.  VER MAPA


Cadernos do Oriente, disponível na LojaMEF

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É possível adquirir o livro Cadernos do Oriente na LojaMEF

http://www.mef.pt/mef/loja-livros-fotografia-documental


Cadernos do Oriente

Vários autores
Edição: Movimento de Expressão Fotográfica
10€

Sinopse Em Cadernos do Oriente a história de uma viagem é contada através de imagens. Com os olhos fixados nas distintas formas de um outro quotidiano, olhando o movimento, olhando o conto de um dia ou de uma vida, vivenciamos o prazer de sermos bem recebidos. As vidas observadas são imensas, quisemos registar, através do silêncio que a imagem permite, a descoberta do género de viajantes que somos. Cadernos do Oriente, entre a China e o Vietname, passando por Hong Kong e Macau é o relato de uma viagem de 13 fotógrafos.


Ficha técnica

Título: Cadernos do Oriente

ISBN:​ ​978-989-99831-0-6

Formato: 148 × 210 (vertical)

Ano: 2017

Tiragem: 200 exemplares

Páginas: 98


Este Espaço Que Habito no Centro Português de Fotografia

Até ao próximo dia 17 de Setembro apresentamos no Centro Português de Fotografia, Porto, o trabalho fotográfico desenvolvido nos Centros Educativos com o projeto Este Espaço que Habito.

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A exposição integrada nas Comemorações do Dia Internacional dos Museus resultou do projeto “Integrar pela Arte/Este Espaço Que Habito” que o Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) desenvolveu entre 2014 e 2016 em parceria com o Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil e com o financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, integrado no programa PARTIS – Práticas Artísticas para Inclusão Social. Foi realizado em 6 Centros Educativos do país e contou com a participação de 172 jovens em cumprimento de medida tutelar de internamento. O projeto “Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito” é financiado pelo programa PARTIS – Práticas Artísticas para Inclusão Social da Fundação Calouste Gulbenkian.

Centro Português de Fotografia
Antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto
Largo Amor de Perdição
Porto


Curso de Iniciação à Fotografia

O Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

Iniciacao2016

Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural.

No final do curso de iniciação à fotografia os formandos deverão estar habilitados a:

·  Identificar os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Trabalhar com os princípios básicos da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.

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[PROGRAMA COMPLETO]        [INSCRIÇÃO]

Carga horária

50 Horas

Horário

Aulas Teóricas – 19h30m/21h30m

Aulas Laboratórios – 19h30m/22h30m

Datas de formação

10 de Outubro a 28 de Novembro de 2017 e de 2 de Janeiro a 10 de Fevereiro de 2018

NOTA: esta ação de formação interrompe durante o mês de Dezembro, recomeçando em Janeiro de 2018.

Dia de Formação

Terça-feira

Valor da formação

160€

Incluídos

Material didáctico. Material químico de laboratório.

A adquirir

Papel fotográfico de P&B. Rolo fotográfico a preto e branco.

Formadores

Luís Rocha (Teoria e Lab. Digital) [nota biográfica]
Tânia Araújo (Lab. Preto e Branco) [nota biográfica]

Pré-requisitos

Aconselha-se o formando a ter máquina fotográfica manual própria, no entanto o MEF possui material fotográfico que pode disponibilizar nas saídas fotográficas.

Para frequentar o módulo de laboratório digital é necessário o formando possuir computador portátil com o programa  RawTherapee instalado.


Contactos

Telemóvel: 96 583 16 20 (Tânia Araújo)

Para esclarecimentos de dúvidas: Enviar Mensagem

Morada

Palácio de Laguares, R. Prof. Sousa da Câmara, 156

1070 – 215 Campolide, Lisboa.  VER MAPA


O IMAGINE CONCEPTUALE TERMINOU A INTERVENÇÃO EM VIANA DO CASTELO

PrintEncerramos o projecto Imagine Conceptuale em Viana do Castelo, realizado em colaboração com uma das entidades parceiras do projeto: Iris Inclusiva. Foram 3174 km de deslocações, 28 dias de atividade no terreno, 11 participantes, 36 imagens selecionadas para a concretização dos trabalhos finais, 4 localidades – Viana do Castelo, Valença, Ponte de Lima e Ponte da Barca, uma visita ao museu de Serralves no Porto, dois técnicos do MEF, seis técnicos da IRIS, 12 familiares dos participantes que contribuíram e acompanharam o projecto.

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Iniciámos o trabalho com a apresentação das correntes artísticas, trabalhámos a Arte Conceptual, Performance e PopArt com os participantes mais novos, enquanto que com os adultos as correntes artísticas abordadas foram o Impressionismo, Surrealismo e Expressionismo.

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Luís Rocha em conversa com alguns dos participantes durante a apresentação das correntes artísticas. 
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Leitura da imagem “A Persistência da Memória” de Salvador Dali. 

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No segundo ponto do projecto, trabalhámos junto dos participantes a ideia de concretização da imagem.

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Escolha da imagem para a ideia da D.ª Ana. 
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Bruno debate a ideia com a Tânia Araújo. 

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Na terceira fase, realizámos as sessões fotográficas de acordo com as ideias debatidas.

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O Paulo contou com a ajuda do filho para a concretização da imagem. 
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A Natália desenha as figurantes principais, que serão parte integrante da sua obra final. 
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O Sr. Arriscado durante a montagem da imagem.
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A Marta prepara o cenário do que virá a ser uma cama. 
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Para a imagem do Fábio, improvisámos uma sala de cinema.  
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A Maria construiu a sua imagem com base nos produtos do seu prato favorito.
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Pormenor de uma das sessões fotográficas. 
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Este ano lançámos o desafio a alguns dos irmãos dos participantes do ano passado a produzirem uma imagem para o projecto. A Carolina, irmã do Fábio, construiu a sua concepção de uma flor.

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Algumas das imagens foram interpretadas e posteriormente impressas a traço.

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As imagens realizadas foram selecionadas e entregues aos participantes.

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No fim do projecto, as entrevistas permitiram o registo do testemunho.

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Durante o projecto realizámos uma visita ao Museu de Serralves com os jovens participantes.

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Como atividade complementar ao projecto, dinamizámos um Curso de Iniciação à Fotografia que contou com 8 participantes. Foi com enorme prazer que realizámos esta ação de formação. Obrigado pela vossa partilha.

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Queremos agradecer aos participantes no projecto e a todos os seus familiares que nos receberam, acreditaram e apoiaram desde o início o Imagine Conceptuale, sem o seu apoio, não teria sido possível.

Agradecimento a toda a equipa da Iris Inclusiva a forma extraordinária que sempre nos recebem, ao Museu de Serralves a disponibilidade e partilha e à Câmara Municipal Viana do Castelo todo o apoio logístico prestado.

Um projeto integrado no Programa PARTIS, da Fundação Calouste Gulbenkian e em parceria institucional com: Associação de Apoio e Informação a Cegos e Amblíopes, Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, Fundação Raquel e Martin Sain, Íris Inclusiva – Associação de Cegos e Amblíopes, Lar Branco Rodrigues. Parceria cultural com a Acesso Cultura, Barbado Gallery e FUJIFILM Portugal. Apoio Câmara Municipal Viana do Castelo.

A 14 de Outubro acontece a exposição deste projecto nos Antigos Paços do Concelho em Viana do Castelo.

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#‎mef‬ ‪#‎partisfcg‬ ‪#‎ImagineConceptuale‬ ‪#‎integrarpelaarte‬

Fotografias de Luís Rocha e Tânia Araújo/MEF


 

Imagem Conceptuale, análise das imagens realizadas

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Dois momentos de partilha, o Paulo e a Carla tomam contacto com as imagens finais que fizeram durante o projecto.

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Imagine Conceptuale, um projecto Integrar pela Arte em parceria com a IRIS Inclusiva e com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian através do programa PARTIS.

#imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #mef


 

Imagine Conceptuale, 4 momentos de reportagem

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Esta semana finalizamos o projecto Imagine Conceptuale, realizado em terras de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Caminha, Ponte da Barca e Valença. Nas imagens de Luís Rocha, quatro apontamentos de reportagem das sessões fotográficas.

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Imagine Conceptuale, um projecto Integrar pela Arte em parceria com a IRIS Inclusiva e com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian através do programa PARTIS.

#imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #mef


 

O PROJECTO ESTE ESPAÇO QUE HABITO NO CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA

Até ao próximo dia 17 de Setembro, apresentamos no Centro Português de Fotografia, Porto, o trabalho fotográfico desenvolvido nos Centros Educativos com o projeto Este Espaço que Habito.

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Centro Português de Fotografia
Antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto
Largo Amor de Perdição
Porto