Entrega de Diplomas das ações de formação do MEF

entregadediplomasAcontece dia 21 de Outubro às 19h no auditório do Caleidoscópio a entrega de diplomas referentes aos anos de 2016/17. Esta entrega está integrada na exposição SODADE, um retrato de São Tomé e Príncipe.

Local: Caleidoscópio, Campo Grande, 1700 Lisboa.


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Vamos aos EI – Encontros da Imagem em Braga

ff11002dd5c3fe2f41579779d3850d8400ccec4b_fullNos dias 14 e 15 de Outubro, vamos aos Encontros da Imagem – EI.

O Festival acontece na cidade de Braga e celebra este ano, trinta anos da sua fundação. Desafiamos para uma viagem ao Norte, com uma subida no sábado (facultativa) à exposição do projecto Imagine Conceptuale, que o MEF inaugura nesse dia pelas 17h. De seguida, rumamos a Braga, onde nos espera diversos encontros com as imagens patentes.

Esta atividade está aberta a quem nos queira acompanhar, sendo que é necessária a inscrição [Fazer INSCRIÇÃO] com detalhes de viagem a organizar após a recepção das inscrições, encontro em Braga previsto para as 10h da manhã.


Exposição de fotografia do projecto Imagine Conceptuale

“Que perceção terá da fotografia uma pessoa cega ou com baixa visão?” Partindo desta interrogação, o projeto Imagine Conceptuale – que agora encontra a sua primeira mostra pública – pretende facilitar o acesso à arte e fomentar a expressão pessoal dentro do universo particular da fotografia.

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Com o objetivo de promover o contacto com a fotografia criada, o MEF trabalhou com o apoio do Robert Allison para desenvolver uma técnica sensível ao toque para possibilitar a áudio-descrição da imagem fotográfica. Assim, trabalhamos para a inclusão da imagem, em que esta fica acessível através de 3 pontos: a imagem visível, a interpretação das texturas que identificam distintas zonas da imagem  e a sua audio-descrição.

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Mais informações em: imagine-conceptuale-exposicao-fotografica

 


 

O MEF NAS CONVERSAS À VOLTA DOS DIREITOS HUMANOS

SobreHumanidades, espaço informal de debate e discussão sobre direitos humanos e áreas relacionadas.

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“A mente intuitiva é um dom sagrado e a mente racional um servo fiel. Criamos uma sociedade que honra o servo e se esqueceu do dom.” Albert Einstein

Quando os Direitos Humanos são postos em causa, quando os factos não influenciam as decisões e as opiniões se tornam factos, é necessário encontrar novas formas de falar de Direitos Humanos. Será a arte, em todas as suas formas (teatro, música, cinemal, literatura, fotografia…) uma forma de trazer mudança e justiça social? Como é que a arte deve abordar os Direitos Humanos?

A arte provoca, traz novas perspectivas, e fornece imagens, sons e sensações. Será a arte parte da solução para a presente crise política?

Para iniciar a discussão, pedimos à Tânia Araújo, do Movimento de Expressão Fotográfica, e a Susana Gaspar, da Amnistia Internacional Portugal e actriz, para nos apresentarem os seus projectos e opiniões sobre o assunto. Contamos com as vossas ideias e contribuições!

PS: as mãos a sair da água em Veneza são uma obra de Lorenzo Quinn, na última Bienalle, para chamar a atenção para as alterações climáticas.


Terça-feira, 10 de Outubro às 19:00 – 21:00

Renovar A Mouraria

Beco do Rosendo, 8 e 10, 1100-460 Lisboa


Sodade – um retrato de São Tomé e Príncipe, exposição fotográfica

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A 21 de Outubro pelas 17h, será apresentado o livro fotográfico Sodade – um retrato de São Tomé e Príncipe, que reflete 13 olhares de uma viagem documental a São Tomé e Príncipe em 2016. Às 18h é inaugurada a exposição fotográfica que conta com 3 imagens de cada autor.

Caleidoscópio . Campo Grande, 1700 Lisboa

Mais Informações em: sodade-um-retrato-de-sao-tome-e-principe


Foto de Capa, Country Life” dos Roxy Music

21919529_10157057305227588_919331972_nFoto de Capa #8: Continuando na senda das imagens de capa polémicas e alvo de censura, a de “Country Life” o quarto álbum dos Roxy Music lançado em 1974 dá vazão a esse filão ao mesmo tempo que será a mais icónica de uma série de capas da banda britânica em que o sexo feminino surge glamourizado (e eventualmente objetificado) mas sempre em imagens esteticamente arrojadas. Tal obsessão era um complemento à imagem de galã que o cantor Bryan Ferry vinha construindo e que se manteve durante toda a sua carreira com os Roxy e a solo. Na circunstância, a capa de Country Life, mostrando duas mulheres semi-desnudadas fitando a câmara com um ar vagamente blasé e tendo vegetação noturna como fundo, ganhou forma depois de Ferry ter conhecido as duas ‘modelos’ (alemãs e fãs da banda), durante umas férias no Algarve. A relação com o título do álbum acentua o lado irónico da iconografia dos Roxy Music, ao aludir também a uma revista inglesa com o mesmo título, destinada a um público masculino amante da vida no campo. A capa viria a ser censurada em algumas zonas dos Estados Unidos, onde um plástico opaco foi usado para cobrir o artwork original. Mais tarde a mesma apareceria somente com a imagem da floresta, sem a presença das modelos. Sob a direcção artística do próprio Ferry e de Nick DeVille e apoio do estilista Anthony Price, a foto foi realizada pelo fotógrafo sueco Eric Boman usando uma Leicaflex SL com lente de 28mm. Não foi usado flash sendo a iluminação improvisada com as luzes de um carro alugado pela equipa. De acordo com Boman, Ferry não adorou inicialmente a capa por ser menos estilizada do que as anteriores da banda mas “gradualmente todos se aperceberam que tinha outros atributos, de ambiguidade e “crueza”, que funcionavam a seu favor”.


Foto de Capa, insere-se na nova proposta do MEF de divulgação da fotografia. Com autoria e curadoria de Pedro Nunes.

#fotodecapamef #mef #omefsugere


 

Cadernos do Oriente, apresentação

IMG_1584Na passada quarta-feira, dia 6 de Setembro, a convite da Secção de Fotografia do Banco de Portugal, apresentámos o Livro “Cadernos do Oriente”. Duas horas de partilha fotográfica com a narrativa documental como mote de conversa.

Obrigada a todos os que estiveram presentes neste evento!

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Fotografias de Catarina Correia de Sampaio


 

FOTO DE CAPA, Sticky Fingers dos Rolling Stones

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Foto de Capa #7: O carácter transgressor e polémico de certa música popular e do rock’n roll em particular sempre foi algo não circunscrito à música mas também presente na imagem e no seu poder iconográfico. Dentro das capas de disco que traduzem esse espírito e que por isso mesmo se tornam marcantes, a de “Sticky Fingers” da autoria de Andy Warhol, é uma referência obrigatória. A imagem, a preto e branco, mostrando um grande plano de um modelo masculino, com as calças de ganga justas a acentuarem a forma dos genitais, foi captada por Billy Name , um dos colaboradores de Warhol, usando uma Polaroid. O design da capa é de Craig Braun. O impacto da imagem ganha pela sua ambivalência. Por um lado representa o lado másculo do rock’n roll, que os Stones (a par de outros grupos de hard rock emergentes como os Led Zeppelin) encarnavam (e não por acaso muitos assumiram que era Mick Jagger o modelo fotografado). Por outro, e de uma forma mais subversiva, há um conteúdo homoerótico latente, a criar uma ligação inusitada dos Stones ao underground nova-iorquino do qual fazia parte Warhol e o estúdio de arte por si criado, a Factory. De acordo com Braun, a capa de Fingers demonstrava (intencionalmente ou não) que os Stones mantinham a sua aura de banda ultrajante mas que, ao surgir após um período negro que culminou com o assassinato de um afro-americano num concerto em Altamont, movia os Stones da sua aura satânica para um território mais pacífico como o do sexo e da luxúria.

Factos adicionais:

– A edição original da capa apresentava um fecho verdadeiro que ao abrir-se mostrava uma imagem de, alegadamente, um outro modelo em cuecas na capa interior. Contudo esta versão foi rapidamente abandonada em edições subsequentes porque a abertura do fecho danificava o vinil.

– A identidade do modelo fotografado nunca foi assumida embora haja a certeza de que se tratava de um modelo da Factory, provavelmente Joe Dallesandro.

– O disco foi censurado em Espanha durante o regime de Franco pelo facto de o conteúdo da capa ser considerado ofensivo para a Igreja Católica.


Foto de Capa, insere-se na nova proposta do MEF de divulgação da fotografia. Com autoria e curadoria de Pedro Nunes.

#fotodecapamef #mef #omefsugere


 

Curso de Iniciação à Fotografia

O Curso de Iniciação à Fotografia pretende dar a conhecer a fotografia enquanto forma diferente de interpretar a realidade. Tirando partido das câmaras fotográficas, os participantes utilizarão a fotografia como meio de exploração do seu próprio quotidiano, fotografando mediante directrizes estéticas apreendidas no curso.

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Este curso é constituído por uma parte teórica, em que é dada os princípios básicos da fotografia. Serão realizados três trabalhos práticos em que se aborda a vertente da fotografia digital e da fotografia convencional (com laboratório químico de preto e branco).

[PROGRAMA COMPLETO]        [INSCRIÇÃO]     [MAIS INFORMAÇÕES]

Conteúdo programático (resumo)

Os vários tipos de máquinas fotográficas e a sua adequação a cada estilo fotográfico: compactas, SLR /DSLR, câmaras de visor directo (telemétricas), Mirrorless. Objectivas: autofocus e foco manual, luminosidade, distâncias focais. Corpo da máquina: obturador, diafragma, profundidade de campo, congelamento, arrastamento. Fotometria: ISO, controlo da exposição. Acessórios: Flash, filtros. Composição: enquadramento, regras de composição, visualização de trabalhos fotográficos autorais, análise dos exercícios realizados durante a ação de formação. Iluminação: Luz de enchimento, luz lateral e frontal. Luz reflectida e luz direta. Medição de luz: Reflectida e incidente. Temperatura de cor e balanço de brancos. Exercícios práticos com análise e crítica, 3 saídas fotográficas em ambiente urbano e rural.

No final do curso de iniciação à fotografia os formandos deverão estar habilitados a:

·  Identificar os princípios básicos da técnica fotográfica;

·  Trabalhar com os princípios básicos da estética fotográfica;

·  Utilizar a câmara fotográfica em modo manual.


Marrocos 2017, obrigado!

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Imagem de Luís Rocha, Mazik, Imlil, Marrocos, 2017

Termos a possibilidade de voltar ao mesmo lugar, é ter o privilégio de tirar dúvidas daquilo que numa primeira oportunidade não conseguimos apreciar. Voltar onde fomos felizes, é ter a certeza que a felicidade não foi uma sorte ou mero acaso, mas sim uma relação positiva do que procurámos e recebemos. Organizar uma viagem com diferentes pessoas é querer passar essa experiência de felicidade que encontrámos, mas o mais rico de viajar para o mesmo lugar com novos grupos é ter a riqueza de aprender com todos os que te acompanham e com o que cada um tem para nos ensinar. Queremos agradecer a todos os acreditam nas viagens do MEF, por nos fazerem crescer enquanto associação fotográfica.

šukran!

Texto de Tânia Araújo


 

Livro “Cadernos do Oriente”, apresentação a 6 de Setembro

Em Cadernos do Oriente a história de uma viagem é contada através de imagens. Com os olhos fixados nas distintas formas de um outro quotidiano, olhando o movimento, olhando o conto de um dia ou de uma vida, vivenciamos o prazer de sermos bem recebidos. As vidas observadas são imensas, quisemos registar, através do silêncio que a imagem permite, a descoberta do género de viajantes que somos. Cadernos do Oriente, entre a China e o Vietname, passando por Hong Kong e Macau é o relato de uma viagem de 13 fotógrafos.

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Esta quarta-feira, dia 6 de Setembro entre as 18h30m e as 20h, vai ser apresentado o Livro “Cadernos do Oriente”. Não é necessário marcar, é só aparecer no Banco de Portugal, na Avenida Almirante Reis nº71. Contamos com a vossa presença!