Nova sessão do projeto Imagine Conceptuale com Leonor Coelho

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Ontem, dia 27 de fevereiro, realizámos uma nova sessão fotográfica no Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos para o projecto Imagine Conceptuale. Leonor Coelho, a autora da imagem, trabalhou em torno do tema: mãos que veem.

https://integrarpelaarte.wordpress.com/imagine-conceptuale-2016-18/


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Mini Maratona [foto]MEF, a vontade de percorrer a cidade à procura de uma imagem

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No sábado 24 de Março de 2018 tem lugar a Mini Maratona [foto]MEF, uma competição pela cidade em busca da melhor interpretação do tema proposto.

Esta atividade gratuita, dirigida a todos os públicos, fomenta à participação de todos os que nutrem paixão pela fotografia. Esta atividade está inserida na Feira do Sótão.  O único requisito é ter uma câmara fotográfica e vontade de percorrer a cidade à procura de uma imagem.

Mais informações em: http://www.mef.pt/mef/regulamento-mini-maratona-foto-mef/


 

3 propostas fotográficas às quintas-feiras: “Silent Book” de Miguel Rio Branco

IMG_20180219_000820Silent Book de Miguel Rio Branco. Como sugere o título, Silent Book não tem qualquer texto; conta a sua “história” através de imagens em narrativa livre, revelando o olhar único do artista para retratar um quotidiano sensual, violento, com alguma angústia latino-americanas. Outrora fotógrafo da Agência Magnum, Miguel Rio Branco não pretende documentar, mas captar a subjetividade do real.


Gonçalves, Sandra Maria Lúcia Pereira (2012) “Miguel Rio Branco: tempo, arte e documento.” Revista :Estúdio. ISSN 1647-6158. Vol. 3, (5): 330-337.

Brasil, fotografia documental. Professora de fotografia na Faculdade de biblioteconomia e comunicação da universidade Federal do Rio Grande do Sul e pesquisadora. Mestrado e doutorado na Faculdade de comunicação (eco) da universidade Federal do rio de Janeiro (uFrJ). Graduação na escola de belas artes (eba) da uFrJ.

 

Miguel Rio Branco: tempo, arte e documento [documento .pdf]


 

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Miguel Rio Branco: Silent Book (capa)
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Miguel Rio Branco: Silent Book
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Miguel Rio Branco: Silent Book
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Miguel Rio Branco: Silent Book

Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a data da sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


 

Feira do Sótão, uma viagem aos tempos do MEF

Para apreciadores de objetos, uns com história, outros com  actualidade utilitária, têm na Feira do Sótão uma excelente alternativa para efetuar compras inesquecíveis e a excelentes preços – acontece no fim de semana de 24 e 25 de Março no Espaço MEF em Campolide.

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Vamos efectuar uma viagem aos tempos do MEF, onde podemos adquirir itens de distintos usos: papel e filme fotográfico (com o prazo de validade expirado), filtros fotográficos (rigorosamente novos), molduras (com e sem imagens), objetos (desde flash eletrónico a espirais para revelação de rolos fotográficos), edições impressas (livros, catálogos e revistas), fotografias (de autores da casa) ou outros que darão a qualquer fotógrafo que nos visite a oportunidade de complementar o seu património fotográfico!

Mais informações em: http://www.mef.pt/mef/feira-do-sotao/


 

São Tomé e Príncipe, Roça Água Izé

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Roça de grande referência histórica, por ser nela onde o percursor da cultura do cacau em S. Tomé e Príncipe, “Barão de Água Izé” em 1822 estabeleceu o sistema produtivo de “dependências” que imperou durante todo o período colonial. Próximo da roça Água Izé encontra-se o sítio de Boca de Inferno, extensão de terra e rochas encravadas no mar, que segundo as lendas o “Barão de Agua Izé” entrava-se pelo mar dentro de cavalo com destino a Portugal.


Em 2018 o Movimento de Expressão Fotográfica promove um novo Workshop de Fotografia Documental a São Tomé e Príncipe.


 

Junta-te a este movimento!, novos sócios MEF

Em 2018 fazemos 18 anos: a fotografar, a desenvolver projectos, a formar, a alimentar a paixão pela fotografia. Dentro do princípio “Junta-te a este movimento!”, convidamos todos aqueles que se identificam com este projeto a juntarem-se a nós fazendo-se sócios do Movimento de Expressão Fotográfica. Para aderir ao MEF como sócio é fácil. Basta preencher o formulário de inscrição (disponível aqui). Com um valor de quota anual de 15 euros.

Fazendo-me sócio do Movimento de Expressão Fotográfica estou a contribuir activamente para uma associação cultural ligada a projetos formativos, solidários e inclusivos.

Como sócio usufruo das seguintes vantagens:

  • Desconto nas ações de formação organizadas pela associação;
  • Descontos na aquisição de produtos ou nas atividades das entidades parceiras da associação;
  • Acesso prioritário a colóquios, exposições, edições,  etc;
  • Utilização dos serviços colocados à disposição dos associados;
  • Informação antecipada sobre as actividades dinamizadas pela associação.

Valor da quota anual de 15 euros,  após confirmação da receção do formulário de inscrição preenchido, ser-lhe-á atribuído um número de sócio que oficializa o  estatuto de associado/a da associação.

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Junta-te a este movimento!

 

3 propostas fotográficas às quintas-feiras: Robert Capa – Morte de um Miliciano

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SPAIN. 1936. Spanish Civil War. 
Robert Capa © International Center of Photography

Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa fotografia : “Morte de um Miliciano“.


Jornal PÚBLICO. O Miliciano Morto de Robert Capa volta a ser um soldado desconhecido.  Documentário estreado ontem em Espanha contesta a identificação feita por historiador do combatente republicano captado no instante da sua morte no primeiro ano da Guerra Civil. Ler Mais…


O documentário La Sombra del Iceberg, realizado por Hugo Doménech y Raúl M. Riebenbauer, demonstra através da apresentação de documentos e de vários testemunhos que a identidade deste soldado não era afinal uma certeza.

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Clicar para aceder ao documentário “La Sombra del Iceberg”

EL PAÍS. El soldado, el fotógrafo y la muerte. El 5 de septiembre de 1936, un mes y medio después de que comenzara la Guerra Civil, un miliciano anarquista de 25 años, algo bravucón, murió en un cerrillo cordobés de un balazo disparado por un francotirador marroquí. A muy pocos metros, metido en una trinchera, un fotógrafo húngaro de 23 años que nació con un dedo meñique de más, simpático, mujeriego y valiente, disparaba su cámara en el mismo segundo, apuntando al mismo soldado. Ler Mais…


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a data da sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.


Foto de Capa, “London Calling” dos The Clash

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Foto de Capa #14: uma das imagens de capa mais icónicas de sempre é sem dúvida a de “London Calling” (1979) da banda punk britânica The Clash. Da autoria da fotógrafa Pennie Smith, sob direcção artística do designer gráfico Ray Lowry, capta, a preto e branco, o momento em que o baixista Paul Simonon destrói o seu baixo durante um concerto da banda em Nova Iorque. Inicialmente rejeitada pela fotógrafa por estar ligeiramente tremida, a imagem seria escolhida para a capa por Lowry e pelo líder da banda Joe Strummer com o argumento de que essa imperfeição técnica lhe conferia autenticidade e espontaneidade. A imagem em si é um símbolo da rebeldia do punk rock, movimento musical e subcultural que subverteu as convenções do rock e punha em causa a sociedade britânica de finais dos anos 70. Contudo, parte do seu impacto também advém de a capa de Calling ser graficamente um pastiche da capa do álbum de estreia de Elvis Presley de 1956. Ao reproduzir a tipografia daquela capa (e que seria posteriormente repetida inúmeras vezes em capas de álbuns), a capa de Calling estabelece uma relação entre o movimento punk e a eclosão do rock’n roll (e entre os The Clash e Elvis) de uma forma ambivalente. Por um lado, pode ser encarada como uma homenagem ao rei do rock’n roll, devidamente contextualizada pela noção de que o punk representava, do ponto de vista musical, um regresso à energia primária do rock’n roll antes de ser cooptado por movimentos artísticos que lhe retiraram espontaneidade. Por outro pode ser vista como uma ironia ao impor uma imagem de agressividade e caos onde antes havia uma bem mais inócua de Elvis cantando e tocando guitarra (mas que em 1956 era igualmente transgressora). Em qualquer dos casos, esse diálogo com a capa de Elvis, e a apropriação criativa e recontextualizada do seu design gráfico, reforça o impacto da imagem e contribui decisivamente para a sua permanência na memória colectiva. Mais de vinte anos depois do lançamento do disco, a revista Q elege-a como a melhor imagem de rock’n roll de sempre com a assunção de que “captura o último momento do rock’n roll, o da perda total de controle”. Entre os vários reconhecimentos que a capa teve refira-se que a mesma seria reproduzida em 2010 numa série de selos postais emitidos pelo Royal Mail.


Foto de Capa, insere-se na nova proposta do MEF de divulgação da fotografia. Com autoria e curadoria de Pedro Nunes.

#fotodecapamef #mef #omefsugere


 

Imagine Conceptuale

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Fotografia de Luís Rocha / MEF

Uma pessoa cega ou com baixa visão procura formar um conceito de imagem a partir dos outros sentidos, como consideramos importante explorar as diversas sensações representadas em imagem, procuramos a descrição dessas imagens com elementos provenientes dos sentidos e encontrados nos movimentos artísticos –  surrealismo, expressionismo, impressionismo. Pretendemos com o projeto “Imagine Conceptuale” proporcionar à pessoa com deficiência visual a oportunidade de ver e construir uma imagem, caminhando assim para o objectivo de democratizar a arte.


Um projeto integrado no Programa PARTIS, da Fundação Calouste Gulbenkian e em parceria com: Associação de Apoio e Informação a Cegos e Amblíopes, Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, Fundação Raquel e Martin Sain, Íris Inclusiva, Lar Branco Rodrigues.


Em 2018 o Movimento de Expressão Fotográfica promove um novo Workshop de Fotografia Documental a São Tomé e Príncipe.

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© Luís Rocha. Roça Ribeira Peixe, São Tomé e Príncipe, 2006.

Esta viagem, que acontece de 26 de Maio a 9 de Junho de 2018, tem como desafio fotográfico o de documentar o quotidiano das roças que são parte integrante da paisagem deste país e ícone cultural e identitário do povo são-tomense [iremos visitar as roças: Santa Catarina, Diogo Vaz, Água Izé, S. João de Angolares, Abade, Sundy, Agostinho Neto, entre outras] onde algumas delas ainda conservam as suas explorações de café e de cacau. O Workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista. A exploração fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local.

Mais informações e inscrições em:

www.mef.pt/mef/workshop-de-fotografia-documental-sao-tome-e-principe


 

3 propostas fotográficas às quintas-feiras: Niépce, Talbot e Bayard

 

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William Henry Fox Talbot, The Open Door
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Hippolyte Bayard em Autorretrato de um Homem Afogado
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“Point de Vue du Gras” de Joseph Nicéphore Niépce

Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a data da sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.