Vietname e Camboja, 30 de Novembro a 15 de Dezembro de 2019

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© Luís Rocha

Acompanhamento fotográfico personalizado, durante as sessões de fotografia documental haverá espaço para a leitura de imagens, de modo a optimizar o foco fotográfico para a abordagem do dia seguinte. Durante a visualização individual de imagens as sessões individuais de visualização de imagens em computador têm como objectivo a construção de um olhar mais direcionado para as pretensões de cada participante no workshop.

Mais informações em:  http://www.mef.pt/mef/workshop-de-fotografia-documental-no-vietname-e-camboja/


 

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Apresentação do livro “um olhar sobre o nada”, hoje na exposição “Ver com outros olhos”.

livro

Com os trabalhos realizados no projecto Imagine Conceptuale que decorreu entre 2016 e 2018, será apresentado no dia 27 de Outubro, sábado, pelas 16h, o livro “um olhar sobre o nada“. A apresentação deste livro está integrada na exposição “Ver com outros olhos”.

Livro de capa dura
Formato: 17,0 x 23,0 cm
Nº páginas: 186

Fundação Calouste Gulbenkian, Edifício Sede – Galeria do Piso Inferior
Av. de Berna, 45A , Lisboa


 

Amanhã, conversamos sobre o projeto «Imagine Conceptuale» às 15h na Fundação Calouste Gulbenkian.

Amanhã vamos estar à conversa com Luís Rocha (direção artística), Tânia Araújo (coordenação e produção), Tiago Santos (acompanhamento psicoeducacional) sobre o projecto Imagine Conceptuale que deu origem à exposição “Ver com outros olhos”.

Haverá ainda lugar para o lançamento da publicação “Um Olhar sobre o Nada” que reúne em livro os trabalhos fotográficos realizados no projeto Imagine Conceptuale.

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No projeto Imagine Conceptuale, assumimos desde a sua conceção que uma pessoa cega ou com baixa visão procura «ver» através dos outros sentidos, e que a construção de uma imagem visual é meramente conceptual, sem a constante necessidade de materialização física. Considerando importante a exploração das suas sensações representadas nessa imagem, verificamos que a descrição dessas imagens com elementos provenientes dos outros sentidos possibilitam aos deficientes visuais a oportunidade de «verem» e construírem uma imagem, caminhando assim para uma imagem não visível, mas com conteúdo e com sentido.

No âmbito da exposição Ver com outros olhosacessível a público com deficiência visual disponibilizando imagens tácteis com audiodescrição e guias podotácteis no interior da Galeria.

Sáb, 27 outubro 2018
15:00

Galeria do piso inferior – Edifício Sede, Fundação Calouste Gulbenkian


 

No próximo dia 3 de novembro, pelas 17h, inaugura na Padaria do Povo a exposição “Trago em mim todas as feridas”.

poster_Narrativas2017_PadariaDoPovoEsta exposição é o resultado de um trabalho fotográfico onde as autoras tiveram como inspiração a obra “NUEZ”, um livro feito de poemas (Rui Baião) e de fotografias (Paulo Nozolino) e que é o resultado do trabalho desenvolvido durante o workshop de narrativas fotográficas realizado em 2018.

Uma passagem do Livro do Desassossego serve de fio condutor das obras fotográficas:  “Tanto tenho vivido sem ter vivido! Tanto tenho pensado sem ter pensado! Pesam sobre mim mundos de violências paradas, de aventuras tidas sem movimento. Estou farto do que nunca tive nem terei, tediento de deuses por existir. Trago comigo as feridas de todas as batalhas que evitei… Em mim o que há de primordial é o hábito e o jeito de sonhar.”

 

A Padaria do Povo, Rua Luís Derouet, 20-A, 1250-153 Lisboa.


 

Qual o papel da cultura no combate à pobreza e às desigualdades?

 

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Hoje, dia 23 debate-se Mais cultura, melhor economia –  o papel da cultura no combate à pobreza e às desigualdades, a partir das 18h30m no Largo Café Estúdio, com: Marta Silva – Projeto LARGO Residências;  Pedro Antunes – LOGFRAME (Avaliador do PARTIS); Luís Rocha – Movimento de Expressão Fotográfica; Marco Domingues – “Há Festa no Campo” (Ecogerminar); Moderador: António Brito Guterres – Dinâmica ISCTE; – Encerramento: Representante do Ministério da Cultura.

Largo Residências. Largo do Intendente, 19 – 1100-158 Lisboa.


 

À conversa… Sobre o projeto «Imagine Conceptual». Sáb, 27 outubro às 15h.

Este sábado, vamos estar à conversa com Luís Rocha (direção artística), Tânia Araújo (coordenação e produção), Tiago Santos (acompanhamento psicoeducacional) sobre o projecto Imagine Conceptuale que deu origem à exposição “Ver com outros olhos”.

Haverá ainda lugar para o lançamento da publicação “Um Olhar sobre o Nada” que reúne em livro os trabalhos fotográficos realizados no projeto Imagine Conceptuale.

ExpoFCG

No projeto Imagine Conceptuale, assumimos desde a sua conceção que uma pessoa cega ou com baixa visão procura «ver» através dos outros sentidos, e que a construção de uma imagem visual é meramente conceptual, sem a constante necessidade de materialização física. Considerando importante a exploração das suas sensações representadas nessa imagem, verificamos que a descrição dessas imagens com elementos provenientes dos outros sentidos possibilitam aos deficientes visuais a oportunidade de «verem» e construírem uma imagem, caminhando assim para uma imagem não visível, mas com conteúdo e com sentido.

No âmbito da exposição Ver com outros olhosacessível a público com deficiência visual disponibilizando imagens tácteis com audiodescrição e guias podotácteis no interior da Galeria.

Sáb, 27 outubro 2018
15:00

Galeria do piso inferior – Edifício Sede, Fundação Calouste Gulbenkian


 

Na exposição “Ver com outros olhos” cada fotografia é acompanhada por uma descrição do autor sobre o conceito em que trabalhou.

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Medos e sonhos

Uma janela. Alguém, com uma cabeça de abóbora azul, a tentar entrar pela janela. Quando era pequeno tinha medo de ir à casa de banho à noite. Quando saía da cama e ia à casa de banho, via a janela e imaginava esta personagem.
Esta fotografia tem a ver com um medo que tinha na infância e que agora quero retratar.


Exposição Ver com outros olhos

Fundação Calouste Gulbenkian, Galeria Piso Inferior, Edifício Sede. Lisboa.


 

Workshop de fotografia documental em Marrocos – 14 a 22 de Setembro, 2019.

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© Luís Rocha, Ait Benhaddou, Marrocos, 2015. Esta imagem foi conseguida no kasbah Ait Benhaddou, um complexo edificado de argila e pedra, localizado no caminho das antigas rotas de caravanas entre o Saara e Marrakesh. Está construído à beira do rio Ounila, e possui pequenas moradias no seu interior, onde algumas pessoas ainda residem dentro das casas. Foi numa destas casas que tivemos a oportunidade de entrar, pagámos um preço pela visita proporcionada pela nossa anfitriã, mas cujo valor não me recordo. Julgo que pagámos 1€ por pessoa. Durante a visita, reparei nesta escada, fiquei interessado no facto de ter as duas temperaturas de cor bastante vincadas. Elegi este local como o cenário, apenas necessitava de ter uma presença humana. Passado uns 30 minutos de espera, a senhora que nos guiava pela casa subiu as escadas, esperei o momento em que se encontra recortada sobre a parede clara, contrastando com o azul da djelaba conferindo profundidade e movimento à imagem.

O workshop tem como objectivo a realização de um projecto fotográfico sobre a cultura Marroquina e será orientado por uma equipa de dois formadores do MEF, que acompanharão os projectos individuais a desenvolver pelos participantes.

O workshop consiste na realização de um trabalho documental a ser realizado em cidades e aldeias de Marrocos. O workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista. A exploração fotográfica aponta diretamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local.

Mais informações em: www.mef.pt/mef/workshop-de-fotografia-documental-em-marrocos


 

Hoje às 15h, conversamos sobre o acesso à arte por pessoas com deficiência visual.

 

Captura de ecrã 2018-09-26, às 01.23.06BILHETES | Entrada gratuita
LOCAL | Sala 1 – Edifício Sede, Fundação Calouste Gulbenkian
SAIBA MAIS | http://bit.ly/2N3BYAG

Quando falamos do acesso à arte por pessoas com deficiência visual, o que significa não ver? Nesta conversa, os oradores convidados Maria Vlachou e José Oliveira procuram construir uma ideia sobre a fotografia feita por pessoas cegas e com baixa visão e sobre o acesso das pessoas com deficiência visual às obras de arte, museus e espaços culturais.
Esta conversa acontece no âmbito da exposição “Ver com outros olhos”.

Entrada gratuita. Fundação Calouste Gulbenkian. Av.de Berna,45, 1067-001 Lisboa.


Amanhã às 15h, à conversa… sobre deficiência visual

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BILHETES | Entrada gratuita
LOCAL | Sala 1 – Edifício Sede, Fundação Calouste Gulbenkian
SAIBA MAIS | http://bit.ly/2N3BYAG

Quando falamos do acesso à arte por pessoas com deficiência visual, o que significa não ver? Nesta conversa, os oradores convidados Maria Vlachou e José Oliveira procuram construir uma ideia sobre a fotografia feita por pessoas cegas e com baixa visão e sobre o acesso das pessoas com deficiência visual às obras de arte, museus e espaços culturais.
Esta conversa acontece no âmbito da exposição “Ver com outros olhos”.

Entrada gratuita. Fundação Calouste Gulbenkian. Av.de Berna,45, 1067-001 Lisboa.


Hoje é Dia Mundial da Visão.

Captura de ecrã 2018-10-11, às 12.25.44

Quando lhe perguntaram o que queria fotografar, José Sobreira não pensava noutra coisa senão numa imagem que falasse dos filhos. Perdeu-os para o cancro, o rapaz aos 34 anos, a rapariga aos 28. José ficou cego três meses depois. Foi o trauma, disseram os médicos. José Sobreira é um dos participantes do projecto Imagine Conceptuale do Movimento de Expressão Fotográfica (MEF), que nos últimos três anos trabalhou com 63 pessoas com deficiência visual, entre cegueira congénita, adquirida ou baixa visão. “A ideia era levar a produção artística, o contacto com a arte e a aprendizagem sobre alguns movimentos estéticos relevantes a um grupo de pessoas com maior dificuldade no acesso às imagens”, explica Luís Rocha, um dos fundadores do MEF. Nem todos os participantes traduziram nas suas imagens as influências dos movimentos artísticos a que foram expostos, sobretudo os mais velhos. Mas no horizonte esteve sempre algo que faz já parte da identidade do MEF: “Facilitar o acesso destas pessoas às artes visuais e fomentar as suas formas de expressão pessoal e artística, em particular por meio da fotografia. O objectivo maior era a inclusão.”

Artigo em: https://www.publico.pt/2018/10/11/fotogaleria/a-visao-do-mundo-de-quem-nao-ve-390578

Pode um cego fotografar?

Captura de ecrã 2018-10-09, às 15.54.17
A exposição Ver com outros olhos mostra na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, trabalhos fotográficos que têm como autores pessoas com deficiência visual. Por detrás de cada um deles, um testemunho.

Artigo sobre a exposição “Ver com outros olhos” na edição online do jornal DN. https://www.dn.pt/adiantamento/interior/pode-um-cego-fotografar-9953120.html

Jornal DN
Mariana Pereira