Arquivo da categoria: Imagine Conceptuale

Apontamentos do projecto Imagine Conceptuale

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João Gonçalves a fotografar o Castelo de Almourol. Agradecimentos à Junta de Freguesia de Tancos e à Junta de Freguesia da Praia do Ribatejo pelo apoio logístico.

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José Oliveira com Tânia Araújo a fotografar as memórias ligadas à sua atividade profissional.

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Andreia Monteiro no Museu do Mar Rei D. Carlos em Cascais, a quem agradecemos todo o apoio na execução desta sessão fotográfica.
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Aliu Baio na Boca do Inferno (Cascais) durante a sessão fotográfica.

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Elisa Gaboleiro no Palácio da Cidadela de Cascais. Agradecemos à Presidência da República, a Bruno Ribeiro (e restante equipa do Museu da Presidência da República) e a Cláudia Pio pelo contributo para a realização desta sessão fotográfica.
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Maria de Fátima, com alguns dos elementos da Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais,  recorda os seus tempos de escola. Agradecimento ao Centro Social da Quinta da Boavista.

 

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O PROJECTO IMAGINE CONCEPTUALE NO MUSEU COLEÇÃO BERARDO

Em parceria com o Museu Coleção Berardo, o MEF, através  do projecto IMAGINE CONCEPTUALE, desafiou o Serviço Educativo do Museu para que sejam explorados caminhos que têm como objectivo o de facilitar o acesso à obra de arte por pessoas com deficiência visual.

Agradecemos ao serviço educativo do Museu Coleção Berardo por ser parceiro neste desafio.14908298_1355112947832292_8928019681047536737_n

#mef #imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #museuberardo


 

O projecto Imagine Conceptuale no Museu Coleção Berardo

No passado dia 17 de Outubro, realizámos a visita temática “Para além da Imagem”, no Museu Coleção Berardo, com alguns dos participantes no projecto Imagine Conceptuale, e com o apoio da APEDV – Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, com o objectivo de construir uma plataforma que permita uma maior acessibilidade das pessoas com deficiência visual às obras de arte visuais.

Nesta visita convidámos os participantes a trabalhar em dois movimentos artísticos, o Surrealismo e o Expressionismo Abstrato, onde foram desafiados a realizar exercícios de registo gráfico e de expressão artística.

Agradecemos ao serviço educativo do Museu Coleção Berardo por ser parceiro neste desafio.

#mef #imagineconceptuale #partisfcg #integrarpelaarte #museuberardo 

Fotografia de Luís Rocha / MEF


Imagine Conceptuale, 5 momentos de reportagem.

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Partilhamos 5 momentos fotográficos da terceira fase do projeto Imagine Conceptuale, realizados com os participantes da entidades parceiras do projeto: Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, Fundação Raquel e Martin Sain e Lar Branco Rodrigues.

Agradecemos ao teatro A Barraca e aos atores: Adérito Lopes, Carolina Parreira, João Maria Pinto, Ruben  Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas (elenco de “1936, o Ano da morte de Ricardo Reis”). Agradecimentos à produtora Paula Coelho, ao bailarino Filipe Baracho e ao técnico de luz Paulo Vargues pela colaboração.


 

3 atividades pelo MEF

Até ao próximo dia 30 de Setembro apresentamos na Maria Pia Galeria uma parte do trabalho fotográfico desenvolvido nos Centros Educativos com o projeto Este Espaço que Habito._Poster-EEQH_MOSTRA_LISBOA2016_net


Também como divulgação do projeto Este Espaço Que Habito, e procurando proporcionar um dia de convívio entre os que possuem o interesse comum da fotografia, promovemos o Pedifoto Este Espaço Que Habito em parceria com a Casa das Artes do Porto. O pedifoto é realizado em câmara estenopeica (pinhole) construída pelos próprios participantes e serão fornecidos 20 temas que o participante deverá interpretar e fotografar, em rolo fotográfico 35mm cor, ao longo de um dia de actividade.

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E como fazemos este ano 16 anos, temos na festa dos 16 Anos MEF, várias atividades para celebrar a ocasião a 8 de Outubro. De manhã temos uma atividade fotográfica relacionada com o projeto Imagine Conceptuale no Jardim da Estrela. Durante a tarde, na Padaria do Povo em Campo de Ourique, iremos ter a estreia do documentário sobre o projeto Este Espaço Que Habito, teremos um quiz fotográfico, a exibição de um vídeo no âmbito dos 16 anos da associação e a entrega de diplomas e cartões de sócio. Para finalizar, um jantar seguido de convívio.

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Fundação Raquel e Martin Sain, início dos trabalhos.

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© Tânia Araújo / MEF

Iniciámos a construção das imagens na Fundação Raquel e Martin Sain do projeto Imagine Conceptuale. Nas imagens, Luís Rocha à conversa com alguns dos participantes no projecto.

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© Tânia Araújo / MEF

 

O Imagine Conceptuale visitou o Aliança Undergound Museum

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Nesta passada quarta-feira, o Imagine Conceptuale, deslocou-se ao Aliança Undergound Museum das caves Aliança Vinhos de Portugal, com dois participantes do projecto entre outros amigos. Solicitados para a possibilidade de providenciarem uma visita mais inclusiva, a direção do Museu respondeu afirmativamente, identificando as peças que possibilitariam a parte táctil e com uma descrição mais pormenorizada de algumas das obras.

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Agradecemos à equipa do Aliança Underground Museum toda a disponibilidade demonstrada.


 

O Imagine Conceptuale na Revista GERADOR n. 9

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© Luís Rocha / MEF
“Qualquer pessoa cega ou normovisual tem o direito de dizer “imagino-me assim”. E imaginar é ter imagens”.
 
O projeto Imagine Conceptuale é notícia na AGENDA PARCEIROS da Revista GERADOR, número #9, Julho a Setembro 2016.
 

O projecto Imagine Conceptuale chega ao Minho

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O projecto Imagine Conceptuale chega ao Minho, mais propriamente a Viana do Castelo, a casa de uma das entidades parceiras do projeto: Iris Inclusiva – Associação de Cegos e Amblíopes. Neste momento estamos na fase de construção da ideia fotográfica com a introdução das correntes artísticas. Na imagem, José Oliveira a trabalhar com os jovens participantes a corrente artística Expressionismo, através do quadro “O Grito” de Munch.

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Fotografia de Luís Rocha/MEF


Encontro “Arte na Inclusão Social”

O MEF é uma das entidades convidadas a participar no encontro “Arte na Inclusão Social” com o projeto Imagine Conceptuale. nesta próxima 4ª feira, dia 20 de Abril, das 15h00 às 18h00, no CIUL – Centro de Informação Urbana. Ler mais…

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MEF 2016

A participação neste encontro surge do convite  da Associação Os Filhos de Lumière a outras entidades que desenvolvem igualmente projectos de inclusão social através da arte, o que tem permitido um diálogo extremamente rico e interessante entre os participantes das várias áreas artísticas (música, cinema, teatro e fotografia) .


DESERTO – Al Berto «O Livro dos Regressos». Lisboa: Frenesi, 1989.

Quando ceguei decidi ser fotógrafo.

O que me levou a tomar esta decisão foi (após prolongado período de escuridão absoluta) a quantidade de imagens surgidas no meu espírito.
Primeiro, desfocadas, sem contornos nem volume; depois, a pouco e pouco, os elementos que as compunham definiram-se, tornaram-se reconhecíveis.
Pude ver, enfim, o que o meu espírito criara; e nenhuma das imagens (pelo menos que me lembrasse) se parecia com as que, porventura, vira antes de cegar.
Resolvi pedir auxílio a C. – descrevia-lhe com minúcia o que pretendia fotografar.
Se era uma paisagem, por exemplo, pedia-lhe que me encontrasse uma, em tudo semelhante àquela por mim descrita.
C. passou a ser o meu olhar.
Mas C., não podia ver a minha paisagem, e eu jamais saberia se a fotografia era igual, ou parecida, à que desejara fotografar. E, se por acaso, descrevesse a mesma paisagem a B. (e não a C.) pedindo-lhe para, em seguida, me descrever a que via impressa no papel, apercebia-me de que não coincidiam em quase nada.
As paisagens de C. eram, sempre, diferentes das minhas. B. confirmava o que eu já suspeitava.
Apesar de tudo, continuei a trabalhar. Viajava na companhia de C. – íamos à procura dos lugares e das coisas que eu queria fotografar.
Dessa época, uma das fotografias (talvez a minha preferida) era de um grande rigor e simplicidade. uma estrada sumia-se na curva do horizonte, e a linha branca da estrada terminava num ponto situado no centro da folha.
Embora C. me dissesse que, numa das bermas da estrada havia uma árvore. Não me recordo se lhe tinha falado numa estrada com uma árvore. É pouco provável.
Mas nada disto tem grande importância. A verdade é que eu não podia ver se havia ou não uma árvore na fotografia. E C. também não podia confirmar a existência duma árvore dentro da minha cabeça.
Certo dia pedi a C. que me indicasse como fotografar areia. Grandes extensões, de areia ou de água, de céu vazio.
B., ao ver uma fotografia dessa série, disse: – Não está aqui quase nada. Algumas sombras, um pouco de luz e formas indefinidas.
Soube, nesse instante, que tudo começara a não coincidir – e – dentro e fora de mim.
Nunca mais precisei de C., nem de B. – desatei a fotografar sem ajuda. Escolhia o que desejava fotografar pelo tacto e pelo olfacto. Apontava a objectiva para o céu, para a água ou para as areias – disparava com a certeza de que as imagens que não via coincidiam com as que via. Assim, ao fim de algum tempo, o que estava fora de mim passou a ser igual ao que estava dentro de mim – Luz e Sombra.
E foi com Luz e Sombra que iniciei, no papel, a construção da minha biografia.

DESERTO – Al Berto «O Livro dos Regressos». Lisboa: Frenesi, 1989.


Notícias MEF: Gerador, Paulo Pimenta e PARTIS

Iniciamos este ano de 2016 com a divulgação de três notícias que nos deixam bastante contentes: 12377702_560497894114348_8228591321660050971_o

O Movimento de Expressão Fotográfica é agora um parceiro GERADOR, plataforma de acção e comunicação para a cultura portuguesa. É bom fazer parte deste momento. Brevemente anunciaremos as atividades construídas no âmbito desta parceria.

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O repórter fotográfico Paulo Pimenta, do jornal Público, junta-se a ao Movimento de Expressão Fotográfica como fotógrafo convidado do curso de Fotografia Documental e Projecto Pessoal, Oficina 2 com a partilha do seu “Um Olhar Fotográfico”. Temos um enorme prazer contar com a partilha fotográfica dos nossos convidados nesta ação de formação: Nelson d´Aires; Ângelo Lucas; João Mariano; Clara Azevedo; Céu Guarda; Paulo Pimenta e Tânia Araújo.

PARTISII

O projeto “Integrar pela arte – Imagine Conceptuale“, que será dinamizado pelo Movimento de Expressão Fotográfica nos próximos 3 anos é apoiado pelo programa de apoio a projetos sociais destinados à integração social através das práticas artísticas da Fundação Calouste Gulbenkian. Decorre hoje a primeira reunião de trabalho com as entidades que são parte integrante da IIª Edição do Programa PARTIS.