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3 Propostas Fotográficas às Quintas-Feiras: Museu de Fotografia, Georges Dussaud e Delfim Sardo

A meio do mês de Setembro, vamos até Marrocos, onde visitamos o Museu de Fotografia, passamos por Bragança com a visita ao Centro de Fotografia Georges Dussaud e acompanhamos a viagem com o livro “Fotografia – modo de usar” de Delfim Sardo.

Para visitar, sugerimos:

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Museu de Fotografia de Marraquexe estrutura criada por Hamid Mergani e Patrick Manac´h, está aberto desde 2009. Principal objectivo deste museu é o de mostrar Marrocos visto por aqueles que o visitam desde os primórdios da fotografia até ao período moderno.

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Para visitar, sugerimos:

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Inaugurado em 2013, durante as comemorações do 25 de abril, o Centro de Fotografia Georges Dussaud ocupa o primeiro andar do edifício Paulo Quintela.

A coleção apresentada da autoria de Georges Dussaud é constituída por um total de 148 fotografias a preto e branco. Este acervo fotográfico conta com retratos, de onde sobressaem histórias de vida, povoadas de homens, mulheres e crianças, mas também de lugares, de olhares, de gestos, de instantes irrepetíveis registados a cada rigoroso disparo da máquina fotográfica.

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Para ler, sugerimos:

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Fotografia: Modo de Usar de Delfim Sardo. O objetivo central que presidiu a esta publicação foi a de produzir uma visão alargada da fotografia que hoje se pratica em Portugal no campo das artes visuais e deixando de lado um pensamento disciplinar sobre a fotografia. Poderíamos dizer que se centrou mais no campo do fotográfico do que no campo da fotografia enquanto tal – ou seja, no campo da fotografia que possui uma expressão que passa por uma integração numa tradição (por mais ficcionada que ela seja) de uma história da fotografia. Não é, portanto e também, um livro de história da fotografia, embora possa contribuir para alguma sistematização a partir dos seus praticantes, mas é-lhe central a condição de que a reflexão sobre a fotografia tem conhecido desenvolvimentos muito interessantes no interior do campo cultural das artes visuais, mais do que no campo específico disciplinar da fotografia – o que, aliás, não é mais do que uma consequência da diluição disciplinar que o último meio século generalizou. [Delfim Sardo]

 

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Movimento de Expressão Fotográfica, 17 de Setembro de 2015.

Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por data de publicação.

 

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3 propostas fotográficas às quintas-feiras: Rosalind, Nelson d´Aires e Molder

Retomamos a rubrica “3 propostas fotográficas às quintas-feiras.” Iniciamos o mês de Setembro com a proposta de 3 livros, diferentes entre si, mas que merecem a nossa atenção.

Para ler, sugerimos:

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Em “O Fotográfico“, Rosalind Krauss ataca a fotografia. Primeiro, demonstra que é erróneo pensar a fotografia a partir dos critérios históricos e taxinómicos que são utilizados na pintura (o universo da fotografia é o do arquivo, não o do museu, e é impossível entender a obra de Atget se antes não se leva em consideração este fato). Segundo momento lógico: define a fotografia como um campo artístico específico. A refutação da flutuante categoria de estilo mediante a intervenção da noção de escritura permite uma reelaboração estratégica e funcional da produção fotográfica do século XX; a “nova objetividade” da Bauhaus e a “beleza convulsiva” do surrealismo adquirem, a partir desse momento, sentido uma em relação à outra. Terceiro momento lógico, e sem dúvida o mais importante: a fotografia passa a ser um modelo teórico ou chave de leitura que perde seu caráter empírico, pois permite uma reflexão crítica sobre determinados movimentos do século XX. (in FNAC.PT)

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Para ler, sugerimos:

© Nelson d´Aires
© Nelson d´Aires

Erosão é o livro que reflete o trabalho individual de Nelson d’Aires para o projeto coletivo DR 2012 da KameraPhoto.
O seu trabalho fala dos portugueses que sofrem com a austeridade originada pela crise económica europeia. Ao mesmo tempo, o Memorando de Entendimento que Portugal assinou com a troika é publicado com o livro.

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Para ler, sugerimos:

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Em Luxury Bound, Jorge Molder reúne o essencial de toda a sua obra fotográfica, nomeadamente a que esteve em exposição na Bienal de Veneza. Com textos de John Coplans e Ian Hunt, e coordenação editorial de Delfim Sardo. (livro não disponível nas livrarias)

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Movimento de Expressão Fotográfica, 3 de Setembro de 2015.

Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por data de publicação.