O Movimento de Expressão Fotográfica está há 15 anos a cultivar o gosto pela fotografia em públicos com pouco acesso à arte.
Artigo de Diana Pinto Alves no P3 do Público VER AQUI
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Em 2014, o P3 do Público criou Histórias fechadas dentro de uma pinhole com as imagens realizadas pelos jovens participantes no projeto Este Espaço Que Habito. Recuperamos hoje essa publicação com as fotografias que estiveram expostas em diversos locais, como o Museu Nacional de Machado de Castro em Coimbra, no Mira Forum no Porto, na Galeria Municipal da Guarda, na Assembleia da República em Lisboa, na Bienal de Fotografia em Vila Franca de Xira e na Capela do Palácio Centeno em Lisboa.
3 propostas fotográficas às quintas-feiras.
Continuamos em Julho, focamos a nossa atenção na fotografia portuguesa: José Luís Neto, Paulo Pimenta e Fernando Lemos.
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Para conhecer, sugerimos:
José Luís Neto, A obra fotográfica de José Luís Neto é das mais singulares e ousadas do panorama nacional de criação artística. As imagens que saem do seu universo criativo arriscam caminhos novos para a nossa percepção do objecto fotográfico e convidam-nos a regressar a superfícies esquecidas ou invisíveis ao primeiro olhar. (Sérgio Gomes, http://artephotographica.blogspot.pt)


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Para conhecer, sugerimos:
Paulo Pimenta. Nasceu a 24 Dezembro de 1967, é actualmente fotojornalista do Jornal Público. Desenvolve projectos de autor entre os quais com varias companhias de teatro (Crinabel, As Boas Raparigas, Nec, entre outros). Vencedor de vários prémios, com destaque para o Prémio máximo da Estação Imagem/Mora com a reportagem Linha do Sabor Desactivada 2011. Realizou várias exposições individuais com particular destaque em 2013 no Centro Português de Fotografia “Histórias Fora de Palco” e participou em exposições colectivas.

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Para conhecer, sugerimos:
Fernando Lemos, Pintor, escultor, designer e poeta. Iniciou a sua actividade artística ligado ao Movimento Surrealista no início da década de 50, altura em que se dedicou de forma mais consistente à fotografia, tendo exposto pela primeira vez na Casa Jalco (1952), em Lisboa, conjuntamente com Marcelino Vespeira e Fernando Azevedo. Em 1953, na Galeria de Março, em Lisboa, expôs individualmente o seu trabalho fotográfico na mostra Fotografia de Várias Coisas. A sua obra fotográfica foi praticamente produzida no espaço de sete anos, entre 1946 e 1952, enquadrada na estética e no léxico fotográfico surrealista, utilizando temas e técnicas próprias daquele movimento, como a sobreposição, a dupla exposição, manipulação do negativo, solarização, entre outros… Ler mais. (Emília Tavares, Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado)

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Movimento de Expressão Fotográfica, 9 de Julho de 2015.