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3 PROPOSTAS FOTOGRÁFICAS ÀS QUINTAS-FEIRAS: Rumo ao sul, 22474, Quetzal

Retomamos a rubrica “3 propostas fotográficas à quinta-feira” com nota para 2 livros de fotografia (aconselhamos vivamente a ida a um alfarrabista) e para um centro de arte, com viagem ao coração da região do Alentejo nas encostas da Vidigueira.


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RUMO AO SUL de Luís Fradinho, Edição da CML de 1998.

“Durante 3 anos Luís Fradinho rumou em direção ao sul, sem um percurso traçado no mapa, partindo por tempo indeterminado, com a máquina fotográfica e muitos rolos na bagagem…”. Luísa Costa Dias.


IMG_20160901_01174522474  de José Luís Neto  

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© José Luís Neto (série “22474”, 2001).

 

“O presente trabalho de José Luís Neto tem a sua origem num encontro com uma imagem de Joshua Benoliel, no arquivo fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa, realizada em 5 de Fevereiro de 1913 durante a cerimónia de abolição do capuz na penitenciária de Lisboa, para o jornal O Século, e que marca o fim da obrigatoriedade do uso deste dispositivo, que havia sido introduzido pelo regulamento dos serviços prisionais em 1884….”in Almedina por Francisco Feio“.

“22474” – corresponde ao número que o negativo original da imagem, em formato 9x12cm, recebeu no inventário do arquivo fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa.


 Captura de ecrã 2016-09-01, às 01.58.08

Centro de Arte Quetzal

O Centro de Arte Quetzal, um espaço de exposição de arte contemporânea, situa-se numa região historicamente rica, longe do buliçoso mundo da arte. O programa procura atrair não só um público especializado, mas também um público curioso mais alargado. É orientado por um desejo de pôr à prova a finalidade da arte fora dos circuitos comerciais tradicionais. O Espaço de Arte Quetzal exibe diversas obras de artistas consagrados internacionalmente ou de artistas recentes que, por qualquer razão, escaparam à atenção do público, permitindo-lhes o desenvolvimento de um diálogo com uma geração mais nova de artistas. A arte é capaz de dar visibilidade ao invisível, de tocar os sentidos e de revelar o mundo de um ângulo diferente.

Mais informações em https://quintadoquetzal.com/pt-pt/art/.


Todas as sugestões desta rubrica estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por tipologia de sugestão.

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O MEF sugere…

3 propostas fotográficas às quintas-feiras.

Continuamos em Julho, focamos a nossa atenção na fotografia portuguesa: José Luís Neto, Paulo Pimenta e Fernando Lemos.

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Para conhecer, sugerimos:

José Luís Neto, A obra fotográfica de José Luís Neto é das mais singulares e ousadas do panorama nacional de criação artística. As imagens que saem do seu universo criativo arriscam caminhos novos para a nossa percepção do objecto fotográfico e convidam-nos a regressar a superfícies esquecidas ou invisíveis ao primeiro olhar. (Sérgio Gomes, http://artephotographica.blogspot.pt)

High Speed Press Plate #1 (2006) | © José Luís Neto
High Speed Press Plate #1 (2006) | © José Luís Neto
Da série "22474" (2000) | © José Luís Neto
Da série “22474” (2000) | © José Luís Neto

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Para conhecer, sugerimos: 

Paulo Pimenta. Nasceu a 24 Dezembro de 1967, é actualmente fotojornalista do Jornal Público. Desenvolve projectos de autor entre os quais com varias companhias de teatro (Crinabel, As Boas Raparigas, Nec, entre outros). Vencedor de vários prémios, com destaque para o Prémio máximo da Estação Imagem/Mora com a reportagem Linha do Sabor Desactivada 2011. Realizou várias exposições individuais com particular destaque em 2013 no Centro Português de Fotografia “Histórias Fora de Palco” e participou em exposições colectivas.

© Paulo Pimenta
© Paulo Pimenta

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Para conhecer, sugerimos:  

Fernando Lemos, Pintor, escultor, designer e poeta. Iniciou a sua actividade artística ligado ao Movimento Surrealista no início da década de 50, altura em que se dedicou de forma mais consistente à fotografia, tendo exposto pela primeira vez na Casa Jalco (1952), em Lisboa, conjuntamente com Marcelino Vespeira e Fernando Azevedo. Em 1953, na Galeria de Março, em Lisboa, expôs individualmente o seu trabalho fotográfico na mostra Fotografia de Várias Coisas. A sua obra fotográfica foi praticamente produzida no espaço de sete anos, entre 1946 e 1952, enquadrada na estética e no léxico fotográfico surrealista, utilizando temas e técnicas próprias daquele movimento, como a sobreposição, a dupla exposição, manipulação do negativo, solarização, entre outros… Ler mais. (Emília Tavares, Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado)

Intimidade dos Armazéns do Chiado, 1952 | © Fernando Lemos
Intimidade dos Armazéns do Chiado, 1952 | © Fernando Lemos

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Movimento de Expressão Fotográfica, 9 de Julho de 2015.

Todas as sugestões da rubrica “O MEF sugere…” estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por data de publicação.