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EXPOSIÇÃO DE MAQUETAS/DUMMIES da 7ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa

Estamos presentes  na  7ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa, promovida pela equipa  OS NOVOS SUSPEITOS, com diversas publicações. Apresentamos hoje o projecto editorial, que será ainda publicado este ano, “Narrativas”, de Ana Rodolfo, Catarina C. Sampaio, Nica Paixão, Nuno Correia, Pedro Martins, Rui Pedro Esteves. Trabalhos produzidos durante o  workshop “Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco” com orientação de Luís Rocha e Tânia Araújo.

14991355_1493778157305130_6914193764308288987_o“NARRATIVAS” Novembro 2016. Vários Autores – Edição MEF.


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Este livro “Narrativas” nasce da vontade de dar continuidade a um Workshop lançado pelo Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) com a duração de 4 meses, que tinha como objectivo a utilização de película fotográfica e a prática laboratorial em preto e branco apoiada numa interpretação e reflexão pessoal sobre a obra “Extraños” do fotógrafo Juan Manuel Castro Prieto (1958). Tomando esta obra como ponto de partida, pretendia-se não só proporcionar conhecimentos de técnicas de impressão em laboratório mas, essencialmente, pensar a imagem fotográfica como forma de expressão pessoal no contexto de um trabalho autoral em que a partilha, a crítica, e a edição de imagem foram partes integrantes. Com a extensão do trabalho agora em forma de livro, coloca-se em contexto as diferentes narrativas pessoais. Pretende-se fechar o ciclo que começou com uma ideia comum mas que o percurso, a experiência e a personalidade de cada um moldou e assimilou à sua maneira. (os autores)

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25 | 26 | 27 de Novembro de 2016
Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma 246, 1100-394 Lisboa – Portugal


Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco

Na ação de formação “Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco” tencionamos introduzir, enquanto método de trabalho, situações encenadas e dinâmicas de imagem com suporte em papel fotográfico.

Baseado em trabalho de laboratório a preto e branco e na tomada de imagens em processo película, desafiaremos os participantes à construção de um projeto autoral fundamentado na interpretação da obra referida e que possibilitará um percurso performativo na linguagem fotográfica, desde da tomada de imagem até à impressão final.

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© Castro Prieto, Extraños. Cespedosa, 2002
© Castro Prieto, Extraños. Cespedosa, 2002

Nesta edição propomos a análise da obra “Extraños” de Juan Manuel Castro Prieto, uma abordagem autobiográfica e pessoal.

Para lermos as fotografias que compõem o corpo de trabalho do livro “Extraños” devemos ter em conta que elas são metáforas, imagens abertas e o leitor deve interpretá-las em relação às suas próprias vidas. Castro Prieto.

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[PROGRAMA]            [INSCRIÇÃO]

Formadores

Luís Rocha – Narrativa Fotográfica [nota biográfica]

Tânia Araújo – Laboratório Preto e Branco [nota biográfica]

Datas de formação

De 26 de Janeiro a 7 de Maio de 2016

Horários e dias da formação

Terças-feiras – 26 de Jan a 26 Abr

Aulas Práticas – 19.30h às 22.30h

Aulas Teóricas – 19.30h às 21.30h

Sábado – 7 de Maio

Aula Prática – 15h às 18h

Horas de Formação

42h

Consumíveis a adquirir por parte do formando

Rolos fotográficos de Preto e Branco

Papel Fotográfico

Material necessário para a elaboração do projeto individual

Consumíveis fornecidos pelo MEF

Química para revelação de película e impressão de papel fotográfico

Nº máximo de participantes

8

Valor da ação de formação

180€


NARRATIVA FOTOGRÁFICA COM LABORATÓRIO PRETO E BRANCO

De 26 de Janeiro a 7 de Maio de 2016, realizamos uma nova edição da ação de formação: Narrativa Fotográfica com Laboratório Preto e Branco.

Baseado em trabalho de laboratório a preto e branco e na tomada de imagens em processo película, desafiaremos os participantes à construção de um projeto autoral, a partir da análise da obra “Extraños” de Juan Manuel Castro Prieto, uma abordagem autobiográfica e pessoal. Mais informações e inscrições AQUI.

© Castro Prieto, Extraños. Cespedosa, 2002.
© Castro Prieto, Extraños. Cespedosa, 2002.

 

O MEF sugere…

3 propostas fotográficas às quintas-feiras.

Iniciamos o mês de Junho com 3 propostas da fotografia espanhola: Juan Manuel Castro Prieto, Cristina Garcia Rodero e Alberto García Alix.

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Para conhecer, sugerimos:

Juan Manuel Castro Prieto (Madrid,1958) é fotógrafo e impressor de preto e branco. Licenciado em Ciências Económicas pela Universidade de Alcalá de Henares. É membro da Agência Vu desde 2000.

Cortijo del Fraile, "Unos días en Almería. Serie perteneciente a "EL Album Perdido"
Cortijo del Fraile, “Unos días en Almería. Serie perteneciente a “EL Album Perdido” © Juan Manuel Castro Prieto

Perú, viaje al sol (1990 – 2000)

De las miles de fotografías tomadas en Perú emana siempre una atmósfera onírica. Castro Prieto utiliza la realidad como boceto para representar sus sueños. Los paisajes, los retratos, los escenarios tienen el aroma mítico de los viajes imaginados. Conciliar fantasía y realidad es el reto de este vasto proyecto de poderosa impronta autobiográfica.
De las miles de fotografías tomadas en Perú emana siempre una atmósfera onírica. Castro Prieto utiliza la realidad como boceto para representar sus sueños. Los paisajes, los retratos, los escenarios tienen el aroma mítico de los viajes imaginados. Conciliar fantasía y realidad es el reto de este vasto proyecto de poderosa impronta autobiográfica.

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Para conhecer, sugerimos: 

Livro España Oculta de Cristina Garcia Rodero.

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Procesion del Santo Cristo, Bercianos de Aliste 1975 © Cristina Garcia Rodero

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Para a fotógrafa Cristina Garcia Rodero o mais importante na sua fotografia é capturar os seres humanos, as suas crenças e as festas num ambiente popular e tradicional. As imagens que compõem o livro “España Oculta”, refletem os elementos rituais da festa com um tom enigmático, inseridos num meio ambiente burlesco e documentam a pura expressão da fé religiosa.

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Para conhecer, sugerimos:  

Fotógrafo espanhol Alberto García-Alix.

Alberto García-Alix
Alberto García-Alix

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Alberto García-Alix, considerado como o “Fotógrafo de la Movida”, assume que não a documentou de forma consciente, porque simplesmente  fez parte dela e limitou-se a fotografá-la. Ele e os seus amigos encontravam-se nos mesmos bares e nos mesmos concertos e gostavam das mesmas coisas, fotografar a noite, as motos, a música, as tatuagens e fazer retratos aos amigos, era apenas uma forma de estar. Hoje é um dos fotógrafos mais aclamados da fotografia europeia contemporânea.

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Movimento de Expressão Fotográfica, 4 de Junho de 2015.

Todas as sugestões da rubrica “O MEF sugere…” estão disponíveis, após a sua publicação, em: 3 propostas fotográficas às quintas-feiras, com acesso ao arquivo por data de publicação.