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Movimento e Imagem, última sessão da primeira série

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Na última sessão desta primeira série das conversas fotográficas do Movimento e Imagem no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico, Pedro Nunes, Agnieszka Olesiewicz, Cláudia Pio, Pedro Martins e Nuno Correia partilharam na passada terça-feira os seus projectos e a forma como constroem uma identidade enquanto autores. Os 5 fotógrafos trabalharam recentemente a sua visão, em viagem documental ou a partir dos trabalhos dos fotógrafos de Josef Sudek e Juan Castro Prieto, estes a partir do desafio do Curso de Narrativa Fotográfica e Laboratório a Preto e Branco dinamizados pelo MEF.


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Amanhã, Movimento e Imagem no Arquivo Fotográfico em Lisboa

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“O Movimento e Imagem despede-se antes de férias com as visões autorais de cinco fotógrafos. Agnieszka Olesiewicz, Cláudia Pio, Pedro Nunes, Pedro Martins e Nuno Correia estarão à conversa com Luís Rocha, para partilhar os seus projectos e a forma como constroem uma identidade de autor. Os fotógrafos trabalharam recentemente a sua visão, em viagem ou a partir dos trabalhos de Josef Sudek e Juan Castro Prieto, e vêm ao Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico em ambiente de tertúlia aberta. No próximo dia 17 de Maio, a partir das 19h30, muitas imagens e outras tantas visões pessoais na última sessão do ciclo promovido pelo Movimento de Expressão Fotográfica antes do estio”.


Acontece hoje…

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Entre 2014 e 2016, o Movimento de Expressão Fotográfica voltou a realizar o projecto Integrar pela Arte – Este Espaço Que Habito, novamente junto dos Centros Educativos em parceria com o Ministério da Justiça/Serviços de Justiça Juvenil e com o financiamento do PARTIS – apoio a projetos sociais destinados à integração social através das práticas artísticas, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Inaugura hoje, na Galeria de Arte do Paço da Cultura, com a parceria da Câmara Municipal da Guarda, às 18h30m, a exposição deste projeto. Ler mais…


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A visão documental na imagem fixa, com Augusto Brázio.
Hoje, dia 3 de Maio, o fotógrafo Augusto Brázio apresenta a sua visão e o que o move para documentar fotograficamente a realidade que o rodeia. Fotógrafo experiente e com trabalho conhecido, Brázio partilhará o seu olhar fotográfico enquanto documento. É no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico. Ler mais…


 

Augusto Brázio no Movimento e Imagem

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Em Maio, o Movimento e Imagem reflecte sobre o documentalismo e autoria em Fotografia.

A visão documental na imagem fixa, com Augusto Brázio.

Na nona sessão do ciclo, no dia 3 de Maio, o fotógrafo Augusto Brázio apresentará a sua visão e o que o move para documentar fotograficamente a realidade que o rodeia. Fotógrafo experiente e com trabalho conhecido, Brázio partilhará o seu olhar fotográfico enquanto documento.


É no dia 3 de Maio, a partir das 19h30h, no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico.


A Bienal de Fotografia no Movimento e Imagem

Sessão VIII, a fotografia enquanto evento

No âmbito do tema proposto, David Santos curador geral da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira partilhou connosco o novo formato da Bienal. A concurso mantêm-se os temas (tema livre, concelho e tauromaquia) porém as regras sofreram algumas alterações que podem ser consultadas no sítio da internet do evento. Outra novidade será a realização de várias intervenções artísticas em vários espaços da localidade desde casas particulares a comerciais, pretende-se assim uma maior diversificação durante a duração da Bienal. O objetivo é que a “cidade sinta as intervenções na área da fotografia e vídeo”.

A sessão decorreu no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa nesta terça-feira passada, a 19/04/2016.

Texto de Cristina Cabrita e Imagens de Luís Rocha


A fotografia enquanto evento, amanhã no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico

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O Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico acolhe, amanhã dia 19, David Santos, curador geral da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, que nos irá falar sobre “A Fotografia enquanto Evento”. A sessão é aberta ao público e terá lugar na Sala de Leitura do Arquivo, a partir das 19h30. Esta sessão faz parte do ciclo Movimento e Imagem organizado pelo MEF.


David Santos é historiador de arte, tendo sido Director do Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira) e do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado. É actualmente Curador Geral da Bienal de Vila Franca de Xira – BF16.


Movimento e Imagem com David Santos

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Na próxima Terça-feira, 19 de Abril, no Arquivo Municipal | Fotográfico em Lisboa, acontece  às 19h 30m uma conversa fotográfica com David Santos, director da Bienal de Fotografia de V. F. de Xira, no Movimento e Imagem promovido pelo Movimento de Expressão Fotográfica.


Movimento e Imagem, Sessão VII

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© Luís Rocha | Movimento de Expressão Fotográfica

Sessão VII

Margarida Medeiros partilhou as suas ideias sobre “Fotografia e Memória”, no passado dia 5 de Abril. O desejo constante de tentar agarrar momentos, de perpetuá-los no tempo é uma necessidade histórica, tanto a uma escala macro como micro. A máquina fotográfica veio auxiliar-nos no combate ao esquecimento, funcionando como uma prótese de memória, ou não fossemos deuses protésicos como dizia Freud. Enquanto a ”História cita o mundo a fotografia constrói” diz a Margarida Medeiros, a propósito da relação entre estas duas áreas, no poder de ambas recortarem realidades e de as perpetuarem no tempo. A fixação de objetos por parte da fotografia está associada a um impulso arquivístico, refere a professora. A fotografia mostra o que é visível, transporta evidência e memória assim como o arquivo, arché (o princípio), decide o que se vê, ao incluir e excluir. A técnica fotográfica usada é também uma forma de congelar tempos diferentes, remetendo -nos para diversos tipos de memórias. Por exemplo, uma longa exposição ou um instante permitem que respiremos outro tempo. Uma melancolia, um tempo que não acaba na primeira ou um instante imperdível e irrecuperável, como é o caso da segunda. Porém, há uma instabilidade e ambiguidade na fotografia, oscilando entre arte, documento e evidência bem como uma permutabilidade da mesma ao longo do tempo, assim como a nossa memória.

A sessão decorreu no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa no dia 5/04/2016. A próxima sessão do Movimento e Imagem está marcada para o dia 19 deste mês, uma conversa fotográfica com David Santos, curador geral da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, que nos vem falar sobre “A Fotografia enquanto Evento”.


Hoje, Movimento e Imagem com Margarida Medeiros

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Conversas fotográficas em abril

Hoje, dia 5, no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, acontece o ciclo de conversas sobre fotografia, promovido pelo MEF.
Nesta primeira conversa em casa nova, Margarida Medeiros irá partilhar a sua visão sobre o tema “Fotografia e Memória”.

Na sala de leitura, pelas 19h30!

Sobre a convidada Margarida Medeiros:

Professora na Universidade Nova de Lisboa, tem dedicado a sua carreira ao estudo da Fotografia. Editou até hoje numerosos ensaios sobre Fotografia e Imagem em obras colectivas, catálogos e revistas, e no ano de 2000 publicou a título individual o livro “Fotografia e Narcisismo — o auto-retrato contemporâneo”, produto final da investigação que levou a cabo para a tese de Mestrado.


 

VIª sessão do Movimento e Imagem: Artur Pastor

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Ontem na Ler Devagar, na VIª sessão do Movimento e Imagem, falámos da obra de Artur Pastor. Agradecemos a todos os que estiveram presentes e ao filho, Artur Pastor, pela partilha das histórias do seu pai. Fotografias de © Luís Rocha.

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Artur Pastor termina o curso de Regente Agrícola em Évora, na Herdade da Mitra , em 1942. O primeiro trabalho de fotografia que faz foi para ilustrar a sua tese final. Foi nessa altura que descobriu o gosto pela fotografia que o fascinaria até ao fim da sua vida.

Em Évora, onde vive na altura, envolve-se em inúmeros projectos e começa a apresentar trabalhos seus em publicações ilustradas, postais, selos e cartazes. Durante este período inicial da sua vida artística colabora em diversos jornais do Sul do País com artigos de opinião e de cariz literário. No início dos anos cinquenta vai trabalhar para os serviços do Ministério da Agricultura em Montalegre. Naquela época tenta formar, em Braga, uma associação fotográfica. Em 1953 vem viver para Lisboa. Nesta cidade passa a fazer parte do Foto Clube 6×6.

Pertenceu aos quadros do Estado durante cerca de trinta anos como Engenheiro Técnico Agrário. Ao longo destes anos, foi responsável pela obtenção e organização das mais de 10 000 fotos que compõem a Fototeca da Direcção Geral dos Serviços Agrícolas. Paralelamente, colaborou com outros organismos ligados à agricultura como as Juntas Nacionais do Azeite, do Vinho, das Frutas e a Federação Nacional dos Produtores de Trigo, entre outros.

Pelo serviço prestado enquanto fotógrafo do Ministério da Agricultura, foi-lhe atribuído o grau de Oficial da Ordem de Mérito Agrícola e Industrial (Classe do Mérito Agrícola) . Registou milhares de fotografias por solicitação dos mais diversos organismos oficiais e grandes empresas, sobretudo no campo da agricultura e turismo. Colaborou, com centenas de fotografias, em exposições oficiais e feiras, no país e no estrangeiro. Participou em Salões Nacionais e Internacionais de Fotografia . Nos Salões Nacionais, obteve, com regularidade, os primeiros prémios.

Exposições

Individualmente, realizou 14 exposições fotográficas, com destaque para a que teve lugar no Palácio Foz, em 1970, com 360 trabalhos e no Palácio Galveias, em 1986, com 136 fotografias. Após a sua morte foram realizadas 4 exposições adicionais com a sua obra.

  • “Motivos do Sul”, com o tema Alentejo, Algarve e Serra da Arrábida, no Circulo Cultural do Algarve, Faro, em janeiro de 1946 (300 trabalhos)
  • nos Escritórios de informações da Comissão Municipal de Turismo de Faro, Faro, em 1946
  • no Salão de Festas da Sociedade Recreativa Olhanense, Olhão, em 1946
  • “Motivos do Sul”, com o tema Algarve, Setúbal e Alentejo, na Sociedade Harmonia Eborense, Évora, em junho de 1946
  • com o tema Alentejo, no Pátio Árabe da Casa do Alentejo, Lisboa, em maio de 1947
  • com o tema cidade e região de Setúbal, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, Setúbal, em julho de 1947
  • com o tema Algarve, Alentejo e Setubal, no Palácio do Barrocal, Évora, em julho de 1949
  • com o tema praia de Sesimbra, nas Montras da Casa J. C. Alvarez, Lda na rua Augusta, Lisboa, em outubro de 1949
  • com o tema vila e praia de Albufeira, nas Montras da Casa J. C. Alvarez, Lda na rua Augusta, Lisboa, em agosto de 1950
  • exposição de turismo nacional, no Palácio Foz, Lisboa, em 1953 (Exposicão Colectiva)
  • no Salão Maior do Palácio Foz, Lisboa, em dezembro de 1970 (360 trabalhos)
  • com o tema paisagens com neve em Trás-os-Montes, nas Montras da Casa J. C. Alvarez, Lisboa, em dezembro de 1974
  • “Apontamentos de Lisboa”, com o tema Lisboa, no Palácio Galveias, Lisboa, em junho de 1986 (136 trabalhos)
  • “Pequena Mostra de Fotografias de Artur Pastor”, na Junta de Freguesia de Santiago, Lisboa, em novembro de 1986
  • “Algarve (anos 50-60) Alguns Apontamentos”, na Galeria de Arte Pintor Samora Barros, Albufeira, em abril de 1998
  • “Artur Pastor ‘O Domador da Rolleiflex'”, na galeria ColorFoto, Porto, em julho de 2006
  • “História(s) da Terra: Fotografias de Artur Pastor”, no Museu do Pão, Seia, em outubro de 2006
  • “A Nazaré de Artur Pastor”, na Biblioteca Municipal da Nazaré, Nazaré, em novembro de 2008
  • “Artur Pastor, Exposição de Fotografia”, em três núcleos: Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, Museu da Cidade | Pavilhão Preto e Colorfoto Alvalade, Lisboa, em junho de 2014 .

Salões internacionais

Entre 1946 e 1948, participou em vários salões de fotografia internacionais.

  • XIII Salão Internacional de Fotografia, em Madrid
  • VI e VII Salão Internacional de Arte Fotográfico, em Barcelona
  • XXIII Salão Internacional de Fotografia, em Zaragoza
  • Salão de Arte Fotográfica de Copenhaga, na Dinamarca
  • Salão Internacional de Arte Fotográfica de São Paulo
  • Salão Internacional de Arte Fotográfica do Rio de Janeiro
  • Salão Internacional de Arte Fotográfica de Leicester, em Inglaterra
  • Salão Internacional de Arte Fotográfica de Charleroi
  • Salão Internacional de Arte Fotográfica do Luxemburgo, onde ganhou um diploma de honra

Publicações

Com autoria dos textos e fotografias

  • Álbum sobre a Nazaré oferecido à Rainha Isabel II, aquando da sua visita a Portugal , Câmara Municipal da Nazaré, fevereiro de 1957
  • “Nazaré”, Livraria Portugal, 1958
  • “Algarve”, Livraria Portugal, 1965
  • Caderno “A Fotografia e a Agricultura”, Direção Geral de Extensão Rural do Ministério da Agricultura e Pescas, 1979.

Com autoria exclusiva das fotografias

  • “Évora, Encontro com a Cidade”, com textos de Túlio Espanca, edição da Câmara Municipal de Évora, em 1988

Participação em álbuns com fotografias da sua autoria

  • “As Mulheres do Meu País”, de Maria Lamas, publicado em fascículos entre 1948 e 1950
  • “Romantic Portugal”, edição de Frederic P. Marjay, 1955
  • “Lisboa”, edição de Frederic P. Marjay, 1956
  • “Portugal”, edição de Frederic P. Marjay, 1962
  • “Guia de Braga”, Câmara Municipal de Braga, 1959
  • “A Região a Oeste da Serra dos Candeeiros”, Fundação Calouste Gulbenkian, 1961
  • “Albufeira, Imagens do Passado”, Câmara Municipal de Albufeira, 1997

Participação em revistas nacionais

“Alcobaça”, “Panorama”, “Mundo Ilustrado”, “Agricultura”, “Fotografia”, “Revista Shell”.

Forneceu fotografias para boletins informativos, almanaques do Alentejo e ainda desdobráveis de turismo, capas de livros e de discos, selos, inúmeros folhetos, agendas, boletins regionais, calendários e cartazes

Participação em revistas estrangeiras

  • “Photography Year Book”
  • “Photography”, inglesa, 1953
  • “Revue Française”
  • “Architektur & Wohnen”
  • “Revue Fatis”
  • “Photo Guide Magazine”
  • “Art Photography”, americana, 1954
  • Jornal “Times” de Londres, 20 de outubro de 1962, 8 de dezembro 1962, 5 de janeiro de 1963
  • “Merian”, fevereiro de 1968
  • “National Geographic Magazine”, arquivo do Flasback, maio de 2013

Foi o autor português que, a convite do editor, escreveu o artigo sobre Portugal, com inclusão apenas de fotos suas, na “The Focal Encyclopedia of Photography”

Máquinas fotográficas utilizadas

  • Rolleiflex, de película 6×6
  • Mamiya C33, de película 6×6
  • Nikon F90X, de formato de 35mm

Documentário

Foi produzido um documentário, para exibição na exposição “Artur Pastor, Exposição de Fotografia”, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade, com o título: “A Paisagem de Artur Pastor”. A estreia do mesmo foi realizada no Cinema São Jorge, a 28 de maio de 2014.

Espólio

Em 2001, o seu espólio foi adquirido, quase na sua totalidade, pelo Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa . Os arquivos fotográficos de Artur Pastor contêm largos milhares de fotografias, a preto e branco, diapositivos a cores, e em negativos a cores. Para além da cobertura de todas as regiões continentais e insulares do país, constam colecções de várias províncias de Espanha e Itália e das cidades de Paris e Londres. Deixou preparada a exposição “Uma Visão Histórica e Etnográfica do País”, com fotografias de Portugal a preto e branco e a cores, e outras, sobre Lisboa, Porto, Braga, Évora e Sintra .

Referências

  1. ↑ “Um Franco Atirador num País Colonizado”. Jornal Expresso Online. 11 de Junho de 2014.
  2.  “Diploma de Oficial da Ordem do Mérito Agrícola e Industrial atribuído a Artur Pastor (1968-10-14 a 1968-11-14)”. Arquivo Municipal de Lisboa.
  3.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor, CONCEIÇÃO, Liberto – Arte fotográfica: Artur Pastor e a sua próxima exposição. O Algarve. Faro: (20 de janeiro de 1946). Recorte de imprensa
  4.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor, No Círculo Cultural: comentários à exposição de Artur Pastor. O Algarve. Faro: (17 de fevereiro de 1946). Recorte de imprensa
  5.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor. Exposição de arte. Notícias d’Évora, 4 de junho de 1946. Recorte de imprensa
  6.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor. FREITAS, David. Ainda a exposição gráfica: de Artur Pastor. Notícias d’Évora. Évora: (13 de junho de 1946). Recorte de imprensa.
  7.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor. Exposições. A indústria. Setúbal: (12 de julho de 1947). Recorte de imprensa.
  8.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor, Carta de 26 de outubro de 1949, de J. C. Alvarez
  9.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor. Exposições de arte. Diário de Notícias. Lisboa: (5 de dezembro de 1970). Recorte de imprensa
  10.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor, Protocolo realizado entre a Câmara Municipal de Lisboa e o fotógrafo, [1986].
  11.  Arquivo Municipal de Lisboa, Fundo Artur Pastor. 130 apontamentos mostram Lisboa de vários ângulos. Correio da Manhã. Lisboa: (2 de junho de 1986). Recorte de imprensa
  12.  “Artur Pastor, Exposição de Fotografia”. Arquivo Municipal de Lisboa. 11 de Junho de 2014.
  13.  “Artur Pastor, Exposição de Fotografia”. Museu da Cidade. 11 de Junho de 2014.
  14.  “Fotografia de Artur Pastor até 31 agosto”. Câmara Municipal de Lisboa. 11 de Junho de 2014.
  15.  “Lançamento catálogo digital: Artur Pastor”. Arquivo Municipal de Lisboa. 10 novembro 2014.
  16.  “Fotografias de Artur Pastor na Biblioteca Municipal da Nazaré”. Município da Nazaré. 27 de Novembro de 2008. Consultado em 27 de Novembro de 2013.
  17.  Artur Pastor (1958). Nazaré, Portugal Livraria Portugal [S.l.]
  18.  Artur Pastor (1965). Algarve, Portugal Bertrand [S.l.]
  19.  Túlio Espanca (1988). Evora, património da humanidade: encontro com a cidade Câmara Municipal de Évora [S.l.]
  20.  Frederic P. Marjay (1955). Romantic Portugal Bertrand [S.l.]
  21.  Carlos da Silva (1961). A região a oeste da Serra dos Candeeiros: estudo económico-agrícola dos concelhos de Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Obidos e Peniche Fundação Calouste Gulbenkian, Centro de Estudos de Economia Agrária [S.l.]
  22.  “Flashback – National Geographic Magazine” (em inglês). National Geographic Magazine. Consultado em 1 de Fevereiro de 2014.
  23.  “A Paisage de Artur Pastor – Documentário”. Arquivo Municipal de Lisboa. Consultado em 11 de junho de 2014.
  24.  “A Paisage de Artur Pastor – Documentário”. O Corvo, sitio de Lisboa. Consultado em 11 de junho de 2014.
  25.  “Colecção Artur Pastor”. Arquivo Municipal de Lisboa. Consultado em 27 de Novembro de 2013.

De Wikipédia, a enciclopédia grátis .


 

SESSÃO V DO MOVIMENTO E IMAGEM

“Espera”, o filme decorria enquanto nos ajeitávamos nas cadeiras e aguardávamos o início da sessão. Imagens de estrada, como se esperássemos alguém… Tudo começou com uma inquietação, revela Valter Vinagre, a propósito do seu projecto fotográfico “Posto de trabalho” sobre a prostituição à beira da estrada. “O que se passa para lá? O que está para além da representação?“ Estas perguntas assolaram-no e levaram-no aos limites das vias. Valter Vinagre guiou-nos no seu processo enquanto os vários locais de trabalho foram enchendo a sala. Um projecto que finaliza em 2013 depois de muitos quilómetros percorridos. Mas a inquietude escolhe outro caminho. Esta permanece… num olhar permanentemente inquisitivo sobre a realidade.

A sessão decorreu na livraria Ler Devagar, em Lisboa, no dia 01/03/2016.

Texto de Cristina Cabrita e Fotografias de Luís Rocha

Movimento de Expressão Fotográfica - Produção

Movimento de Expressão Fotográfica - Produção

Movimento de Expressão Fotográfica - Produção

Movimento de Expressão Fotográfica - Produção


 

POSTO DE TRABALHO – Valter Vinagre é o convidado da quinta sessão do Movimento e Imagem

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© Valter Vinagre

Valter Vinagre é o fotógrafo em foco na quinta sessão do ciclo “Movimento e Imagem”.

A convite do Movimento de Expressão Fotográfica, o fotógrafo vai explorar o seu projecto “Posto de Trabalho”, exposto em 2015 na Fundação EDP, numa conversa com o público, hoje, 1 de Março na Livraria Ler Devagar, na LxFactory, em Lisboa.

O ciclo “Movimento e Imagem” apresenta eventos quinzenais com convidados do campo da Fotografia e do desenvolvimento artístico sobre Imagem. Quinzenalmente, na primeira e terceira semana de cada mês, as tertúlias são abertas ao público em geral, com temas tão diversos como o Documentalismo, Fotografia e Integração Social, Curadoria, ou Identidade e Memória.


Valter Vinagre no Movimento e Imagem

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Na quinta sessão do ciclo Movimento e Imagem, promovido pelo Movimento de Expressão Fotográfica, teremos como convidado o fotógrafo Valter Vinagre, numa conversa em torno do projeto fotográfico “Posto de trabalho” que recentemente esteve em exposição na Fundação EDP. É no dia 1 de Março, a partir das 19h30h, na Ler Devagar (LxFactory, Lisboa).


Hoje às 19h30m, a IVª sessão do Movimento e Imagem

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Chegámos à quarta sessão do ciclo Movimento e Imagem, promovido pelo Movimento de Expressão Fotográfica: José Soudo, Magda Fernandes e José Domingos conversam sobre o processo da fotografia. É hoje, a partir das 19h30h, na Ler Devagar (LxFactory, Lisboa).